Demitido por Bap, Tannure critica sucessores no DM do Flamengo: “Estavam aposentados”

Marcio Tannure foi demitido do Flamengo no início de janeiro


A recente reformulação no Departamento Médico do Flamengo gerou polêmica e expôs uma disputa interna envolvendo antigos e novos dirigentes do setor. Márcio Tannure, ex-gerente de saúde e alto rendimento do clube, foi demitido no início de janeiro pelo novo presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap. Em entrevista, Tannure criticou fortemente as mudanças e questionou a nomeação de profissionais que, segundo ele, estavam fora do mercado há anos. O ex-gerente apontou que a demissão em massa de mais de 60 funcionários da área médica compromete a evolução do clube e não condiz com um modelo de gestão profissional.

A substituição de Tannure por José Luiz Runco reacendeu um antigo desentendimento entre os dois. Runco, que já havia trabalhado no Flamengo e na Seleção Brasileira, foi escolhido para assumir a direção do departamento médico, promovendo uma ampla reformulação na equipe. As mudanças foram alvo de críticas tanto por parte de Tannure quanto de uma parcela de torcedores e profissionais do futebol. Runco, por sua vez, rebateu as acusações e afirmou que as demissões não tiveram um caráter profissional, mas sim estratégico para um novo modelo de gestão na área médica.

A troca no comando do DM faz parte da reestruturação promovida pela nova gestão do Flamengo, que busca estabelecer uma nova filosofia administrativa. No entanto, a forma como as mudanças foram implementadas levantou questionamentos sobre a real motivação das demissões e a competência dos substitutos escolhidos. O impacto dessas decisões no desempenho do time ao longo da temporada ainda é incerto.

Márcio Tannure critica a nova gestão do DM

Márcio Tannure não poupou críticas às mudanças implementadas no Flamengo após sua saída. Em entrevista, ele afirmou que as decisões de Bap e da nova diretoria não condizem com um modelo de profissionalismo e que a chegada de Runco e sua equipe representa um retrocesso para o clube. Segundo Tannure, os profissionais escolhidos para substituir a equipe demitida estavam afastados do futebol há anos e não possuem mais a mesma capacidade de atuação.

O ex-gerente de saúde destacou que a troca completa da equipe médica prejudica a continuidade do trabalho desenvolvido nos últimos anos. Ele afirmou que a gestão anterior investiu no treinamento e capacitação dos funcionários demitidos, tornando a decisão ainda mais questionável. Segundo Tannure, os novos profissionais podem ter dificuldades para se adaptar ao ritmo e às exigências do futebol moderno.

O impacto dessas mudanças já preocupa jogadores e outros funcionários do clube, que temem que a nova estrutura do DM comprometa a prevenção e o tratamento de lesões. Além disso, a adaptação a um novo modelo de trabalho pode levar tempo, o que poderia afetar diretamente o desempenho dos atletas ao longo da temporada.

José Luiz Runco rebate críticas e justifica mudanças

José Luiz Runco, agora responsável pelo departamento médico do Flamengo, respondeu às declarações de Tannure e defendeu a reformulação promovida pelo novo presidente. Segundo ele, as mudanças fazem parte de um planejamento para reorganizar a área médica e garantir um modelo mais eficiente e moderno.

Runco ressaltou que, ao assumir o cargo, encontrou um cenário que exigia mudanças e que a substituição de profissionais foi necessária para alinhar o DM aos novos objetivos da diretoria. Ele rebateu as acusações de falta de profissionalismo e afirmou que as demissões ocorreram dentro dos parâmetros estabelecidos pelo clube.

Entre os pontos defendidos por Runco, está a necessidade de reestruturar a metodologia de trabalho no DM. Ele argumenta que a nova equipe foi escolhida com base em critérios técnicos e que a experiência dos profissionais selecionados será fundamental para aprimorar o setor. No entanto, a ausência de um período de transição e a dispensa de toda a equipe anterior sem uma adaptação gradual levantaram questionamentos sobre a eficiência dessa reformulação.

Demissões em massa e impacto no elenco

A decisão de demitir mais de 60 profissionais do departamento médico pegou muitos de surpresa e gerou preocupação dentro do clube. Essa mudança abrupta levanta dúvidas sobre a continuidade dos tratamentos e a adaptação dos jogadores aos novos métodos. A medicina esportiva exige um acompanhamento detalhado e a troca repentina de profissionais pode impactar a recuperação e prevenção de lesões.

Principais impactos das demissões em massa no Flamengo:

  • Descontinuidade no tratamento de lesões: Jogadores que já estavam em processo de recuperação podem enfrentar dificuldades na adaptação a novos métodos de trabalho.
  • Mudança de filosofia: A nova equipe terá que implementar um modelo diferente, o que pode gerar um período de adaptação para os atletas.
  • Incerteza sobre a eficiência da nova equipe: Profissionais que estavam afastados do futebol precisarão se atualizar para lidar com a intensidade das competições.
  • Clima de instabilidade: A demissão em massa gerou um ambiente de incerteza entre jogadores e funcionários, que ainda avaliam os impactos da nova gestão.

Histórico de mudanças no departamento médico do Flamengo

O Flamengo tem um histórico de mudanças no departamento médico ao longo das últimas décadas. O clube já passou por diferentes fases, alternando entre períodos de modernização e outros em que retornou a modelos mais tradicionais.

Principais momentos do DM do Flamengo nos últimos anos:

  1. Era Runco (anos 1990 a 2015): José Luiz Runco esteve à frente do departamento médico do Flamengo por um longo período, sendo referência na medicina esportiva nacional.
  2. Saída de Runco e entrada de novos profissionais (2015): Com a reformulação promovida naquela época, Runco deixou o clube e novos especialistas assumiram a responsabilidade pela área.
  3. Gestão de Tannure (2017-2024): Durante esse período, o Flamengo investiu em equipamentos modernos e adotou uma abordagem mais científica na recuperação de lesões.
  4. Retorno de Runco (2025): Com a posse de Bap, o Flamengo decide trazer Runco de volta e promover uma nova reformulação.

Cada uma dessas fases teve impacto direto na preparação dos jogadores e nos resultados em campo. A atual transição levanta dúvidas sobre os efeitos da mudança e se a nova equipe conseguirá manter o alto padrão de desempenho dos últimos anos.

Futuro do departamento médico e expectativas para a temporada

As mudanças no DM do Flamengo ainda são recentes e levarão algum tempo para serem avaliadas de forma concreta. A nova gestão precisará demonstrar que as escolhas feitas foram acertadas e que o clube conseguirá manter um alto nível de atendimento médico para seus atletas.

Com a temporada de 2025 em andamento, os efeitos da reformulação serão colocados à prova em competições importantes. A expectativa da torcida e da diretoria é que as mudanças tragam melhorias para a saúde dos jogadores e que o clube não sofra com um aumento no número de lesões ou problemas físicos ao longo do ano.

Ainda há muitas incertezas sobre a real eficácia do novo modelo, e o Flamengo precisará lidar com os desafios dessa transição para evitar impactos negativos em seu desempenho esportivo.



A recente reformulação no Departamento Médico do Flamengo gerou polêmica e expôs uma disputa interna envolvendo antigos e novos dirigentes do setor. Márcio Tannure, ex-gerente de saúde e alto rendimento do clube, foi demitido no início de janeiro pelo novo presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap. Em entrevista, Tannure criticou fortemente as mudanças e questionou a nomeação de profissionais que, segundo ele, estavam fora do mercado há anos. O ex-gerente apontou que a demissão em massa de mais de 60 funcionários da área médica compromete a evolução do clube e não condiz com um modelo de gestão profissional.

A substituição de Tannure por José Luiz Runco reacendeu um antigo desentendimento entre os dois. Runco, que já havia trabalhado no Flamengo e na Seleção Brasileira, foi escolhido para assumir a direção do departamento médico, promovendo uma ampla reformulação na equipe. As mudanças foram alvo de críticas tanto por parte de Tannure quanto de uma parcela de torcedores e profissionais do futebol. Runco, por sua vez, rebateu as acusações e afirmou que as demissões não tiveram um caráter profissional, mas sim estratégico para um novo modelo de gestão na área médica.

A troca no comando do DM faz parte da reestruturação promovida pela nova gestão do Flamengo, que busca estabelecer uma nova filosofia administrativa. No entanto, a forma como as mudanças foram implementadas levantou questionamentos sobre a real motivação das demissões e a competência dos substitutos escolhidos. O impacto dessas decisões no desempenho do time ao longo da temporada ainda é incerto.

Márcio Tannure critica a nova gestão do DM

Márcio Tannure não poupou críticas às mudanças implementadas no Flamengo após sua saída. Em entrevista, ele afirmou que as decisões de Bap e da nova diretoria não condizem com um modelo de profissionalismo e que a chegada de Runco e sua equipe representa um retrocesso para o clube. Segundo Tannure, os profissionais escolhidos para substituir a equipe demitida estavam afastados do futebol há anos e não possuem mais a mesma capacidade de atuação.

O ex-gerente de saúde destacou que a troca completa da equipe médica prejudica a continuidade do trabalho desenvolvido nos últimos anos. Ele afirmou que a gestão anterior investiu no treinamento e capacitação dos funcionários demitidos, tornando a decisão ainda mais questionável. Segundo Tannure, os novos profissionais podem ter dificuldades para se adaptar ao ritmo e às exigências do futebol moderno.

O impacto dessas mudanças já preocupa jogadores e outros funcionários do clube, que temem que a nova estrutura do DM comprometa a prevenção e o tratamento de lesões. Além disso, a adaptação a um novo modelo de trabalho pode levar tempo, o que poderia afetar diretamente o desempenho dos atletas ao longo da temporada.

José Luiz Runco rebate críticas e justifica mudanças

José Luiz Runco, agora responsável pelo departamento médico do Flamengo, respondeu às declarações de Tannure e defendeu a reformulação promovida pelo novo presidente. Segundo ele, as mudanças fazem parte de um planejamento para reorganizar a área médica e garantir um modelo mais eficiente e moderno.

Runco ressaltou que, ao assumir o cargo, encontrou um cenário que exigia mudanças e que a substituição de profissionais foi necessária para alinhar o DM aos novos objetivos da diretoria. Ele rebateu as acusações de falta de profissionalismo e afirmou que as demissões ocorreram dentro dos parâmetros estabelecidos pelo clube.

Entre os pontos defendidos por Runco, está a necessidade de reestruturar a metodologia de trabalho no DM. Ele argumenta que a nova equipe foi escolhida com base em critérios técnicos e que a experiência dos profissionais selecionados será fundamental para aprimorar o setor. No entanto, a ausência de um período de transição e a dispensa de toda a equipe anterior sem uma adaptação gradual levantaram questionamentos sobre a eficiência dessa reformulação.

Demissões em massa e impacto no elenco

A decisão de demitir mais de 60 profissionais do departamento médico pegou muitos de surpresa e gerou preocupação dentro do clube. Essa mudança abrupta levanta dúvidas sobre a continuidade dos tratamentos e a adaptação dos jogadores aos novos métodos. A medicina esportiva exige um acompanhamento detalhado e a troca repentina de profissionais pode impactar a recuperação e prevenção de lesões.

Principais impactos das demissões em massa no Flamengo:

  • Descontinuidade no tratamento de lesões: Jogadores que já estavam em processo de recuperação podem enfrentar dificuldades na adaptação a novos métodos de trabalho.
  • Mudança de filosofia: A nova equipe terá que implementar um modelo diferente, o que pode gerar um período de adaptação para os atletas.
  • Incerteza sobre a eficiência da nova equipe: Profissionais que estavam afastados do futebol precisarão se atualizar para lidar com a intensidade das competições.
  • Clima de instabilidade: A demissão em massa gerou um ambiente de incerteza entre jogadores e funcionários, que ainda avaliam os impactos da nova gestão.

Histórico de mudanças no departamento médico do Flamengo

O Flamengo tem um histórico de mudanças no departamento médico ao longo das últimas décadas. O clube já passou por diferentes fases, alternando entre períodos de modernização e outros em que retornou a modelos mais tradicionais.

Principais momentos do DM do Flamengo nos últimos anos:

  1. Era Runco (anos 1990 a 2015): José Luiz Runco esteve à frente do departamento médico do Flamengo por um longo período, sendo referência na medicina esportiva nacional.
  2. Saída de Runco e entrada de novos profissionais (2015): Com a reformulação promovida naquela época, Runco deixou o clube e novos especialistas assumiram a responsabilidade pela área.
  3. Gestão de Tannure (2017-2024): Durante esse período, o Flamengo investiu em equipamentos modernos e adotou uma abordagem mais científica na recuperação de lesões.
  4. Retorno de Runco (2025): Com a posse de Bap, o Flamengo decide trazer Runco de volta e promover uma nova reformulação.

Cada uma dessas fases teve impacto direto na preparação dos jogadores e nos resultados em campo. A atual transição levanta dúvidas sobre os efeitos da mudança e se a nova equipe conseguirá manter o alto padrão de desempenho dos últimos anos.

Futuro do departamento médico e expectativas para a temporada

As mudanças no DM do Flamengo ainda são recentes e levarão algum tempo para serem avaliadas de forma concreta. A nova gestão precisará demonstrar que as escolhas feitas foram acertadas e que o clube conseguirá manter um alto nível de atendimento médico para seus atletas.

Com a temporada de 2025 em andamento, os efeitos da reformulação serão colocados à prova em competições importantes. A expectativa da torcida e da diretoria é que as mudanças tragam melhorias para a saúde dos jogadores e que o clube não sofra com um aumento no número de lesões ou problemas físicos ao longo do ano.

Ainda há muitas incertezas sobre a real eficácia do novo modelo, e o Flamengo precisará lidar com os desafios dessa transição para evitar impactos negativos em seu desempenho esportivo.



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