O confronto entre Brasil e Colômbia, válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, tomou um rumo preocupante aos 25 minutos do segundo tempo, quando um choque violento entre o goleiro brasileiro Alisson e o zagueiro colombiano Davinson Sánchez interrompeu a partida. O lance ocorreu durante uma cobrança de falta executada por Arias, da Colômbia, que levantou a bola na área. Sánchez, ao tentar alcançar o cruzamento, colidiu cabeça com cabeça contra Alisson, resultando em ambos caindo no gramado. O zagueiro colombiano ficou desacordado por alguns instantes, enquanto o goleiro brasileiro, embora consciente, também foi afetado pelo impacto. A cena gerou apreensão imediata entre os jogadores, com o colombiano Lucumí visivelmente abalado ao ver o estado de seu companheiro. O atendimento médico foi acionado rapidamente, e a partida ficou paralisada por sete minutos enquanto os profissionais avaliavam a gravidade da situação. Após o susto, Sánchez acordou, mas precisou sair de maca, sendo substituído por Carlos Cuesta aos 28 minutos. Já Alisson, após ser examinado, deixou o campo aos 31 minutos, dando lugar ao goleiro Bento. O jogo, que seguia equilibrado até aquele momento, continuou com os dois times buscando o ataque, mas sem alterações no placar até os 38 minutos do segundo tempo.
A substituição de Alisson não foi a única mudança no Brasil durante esse período de tensão. Aos 32 minutos, o técnico Dorival Júnior aproveitou a paralisação para realizar outras trocas: Wesley entrou no lugar de Vanderson na lateral-direita, Savinho substituiu Rodrygo no ataque, e André assumiu a vaga de Bruno Guimarães no meio-campo. As alterações mostraram uma tentativa de manter o ritmo ofensivo da Seleção Brasileira, que vinha pressionando a Colômbia com jogadas rápidas e tabelas perigosas.
Enquanto isso, a Colômbia também ajustava sua equipe, com a entrada de Carlos Cuesta para recompor a defesa após a saída de Sánchez. O jogo seguia em andamento, com chances criadas de ambos os lados, mas sem gols até o momento relatado. A torcida, que vibrava com a intensidade do duelo, agora acompanhava com atenção redobrada após o incidente.
Aos 22 minutos do segundo tempo, antes do choque, James Rodríguez teve uma chance clara de abrir o placar para a Colômbia. Muñoz cruzou da direita, a bola desviou e caiu nos pés do meia, que, livre, bateu de primeira, mas parou em uma defesa segura de Alisson. O lance evidenciou a importância do goleiro brasileiro antes de sua saída.
Momentos antes, aos 19 minutos, o Brasil também desperdiçava uma oportunidade. Vini Jr. invadiu a área em velocidade, ficou cara a cara com o goleiro Vargas, mas, em vez de chutar, optou por tocar para Raphinha, que, pressionado, finalizou mal e mandou para fora. O jogo seguia aberto, com os dois times trocando ataques.
Principais Momentos Antes do Choque
- Aos 17 minutos, um gol da Colômbia foi anulado após James cobrar falta na área; Alisson tentou afastar a bola, que bateu em Joelinton e entrou, mas o árbitro marcou falta de Lerma sobre o goleiro.
Retomada a partida aos 33 minutos, o Brasil voltou com ímpeto ofensivo. Aos 34 minutos, Wesley disputou bola com Díaz na linha de fundo e conseguiu bloquear o atacante colombiano, levantando a torcida com sua garra. Logo depois, aos 36 minutos, uma blitz brasileira quase resultou em gol: Wesley tabelou com Savinho, que devolveu de calcanhar; o lateral cruzou, mas ninguém apareceu para finalizar. Na sequência, Vini Jr. pegou a bola na esquerda, cruzou, a zaga cortou, e Wesley ajeitou para Arana, que chutou com desvio, mandando para fora. A pressão brasileira seguia forte, mas sem sucesso no placar até o momento.
Do lado colombiano, Mojica mostrou qualidade aos 38 minutos ao tabelar com Díaz e cruzar da linha de fundo, mas Córdoba não conseguiu alcançar a bola para finalizar. O jogo continuava disputado, com as duas equipes buscando o ataque, mas sem alterar o marcador até os 38 minutos do segundo tempo.
A saída de Alisson reacendeu debates sobre a segurança dos goleiros em lances aéreos, uma discussão recorrente no futebol. Especialistas já apontaram que choques desse tipo são inevitáveis em disputas de bola pelo alto.
O confronto entre Brasil e Colômbia tem histórico de jogos intensos nas Eliminatórias, com duelos marcados por rivalidade e equilíbrio tático, o que se refletiu novamente nesta partida.
Savinho, que entrou no lugar de Rodrygo, é uma das apostas da nova geração brasileira e vinha sendo observado de perto por sua habilidade em dribles e velocidade.
Infográfico: Resumo Até o Momento
- Substituições do Brasil: Bento (31’), Wesley (32’), Savinho (32’), André (32’).
- Substituição da Colômbia: Carlos Cuesta (28’).
- Paralisação: 7 minutos, entre 25’ e 33’ do segundo tempo.
Aos 19 minutos, Vini Jr. perdeu chance clara ao optar por passe em vez de chute, evidenciando a dificuldade do Brasil em converter oportunidades.
Aos 25 minutos, o choque entre Alisson e Sánchez mudou o rumo do jogo, com atendimento médico e substituições em sequência.
Dados Relevantes
O Brasil chegou ao jogo com uma sequência de jogadas ensaiadas, como a tabela entre Wesley e Savinho aos 36 minutos, mostrando preparo tático. Já a Colômbia apostava em cruzamentos, com Arias sendo peça-chave na direita.
Aos 21 minutos, Richard Ríos testou Alisson com um chute de fora da área, mas a finalização fraca não levou perigo real ao gol brasileiro.
Até os 38 minutos, o placar seguia zerado, apesar das chances criadas, como o cruzamento de Mojica que Córdoba não alcançou.
O choque aos 25 minutos começou com uma falta cobrada por Arias. Sánchez subiu para disputar a bola no alto, enquanto Alisson saiu do gol para socar. O impacto foi direto, cabeça com cabeça, deixando ambos no chão.
A substituição de Alisson por Bento, aos 31 minutos, foi uma medida cautelar, já que o goleiro, mesmo consciente, foi retirado para avaliação médica detalhada.
Após a saída de Sánchez, Carlos Cuesta entrou para reorganizar a defesa colombiana, que vinha sofrendo com a pressão brasileira.
Intensidade no Meio-Campo
James Rodríguez seguia como o maestro da Colômbia, criando chances como o chute defendido por Alisson aos 22 minutos.
No Brasil, Bruno Guimarães tentava organizar o jogo, mas teve um chute bloqueado aos 19 minutos por Richard Ríos, que mostrava vigor na marcação.
A entrada de André no lugar de Bruno Guimarães, aos 32 minutos, trouxe mais fôlego ao meio-campo brasileiro, que buscava manter a posse de bola.
Wesley, recém-entrado, se destacou aos 34 minutos ao bloquear Díaz na linha de fundo, mostrando força defensiva.
Aos 36 minutos, a tabela entre Wesley e Savinho quase terminou em gol, mas o cruzamento não encontrou um finalizador na área.
Vini Jr., mesmo após o erro aos 19 minutos, seguia ativo, cruzando bolas perigosas, como a que a zaga colombiana cortou aos 36 minutos.
Arana, por sua vez, arriscou de longe no mesmo lance, mas o chute desviado foi para fora, mantendo o placar inalterado.
Tática Colombiana em Evidência
Mojica, aos 38 minutos, mostrou entrosamento com Díaz ao tabelar e cruzar da linha de fundo, mas Córdoba não chegou a tempo.
Arias, outro destaque colombiano, já havia criado chances, como o cruzamento para Córdoba aos 15 minutos, que terminou em cabeceio para fora.
A Colômbia mantinha uma postura ofensiva, aproveitando a velocidade de seus alas para explorar as laterais do campo.
Brasil e Colômbia já se enfrentaram em duelos marcantes nas Eliminatórias, como o empate em 1 a 1 em 2021, em Barranquilla.
Os jogos entre as duas seleções costumam ser decididos por detalhes, com defesas sólidas e ataques perigosos de ambos os lados.
Jogo Aberto e Chances Perdidas
Aos 19 minutos, Vini Jr. teve a chance de colocar o Brasil à frente, mas a escolha pelo passe frustrou a torcida.
James Rodríguez, aos 22 minutos, quase marcou para a Colômbia, mas parou em Alisson, que ainda estava em campo antes do choque.
O equilíbrio seguia até os 38 minutos, com Mojica e Díaz criando a última grande jogada relatada, sem sucesso na finalização.
O Brasil teve maior posse de bola até os 38 minutos, com destaque para as jogadas pelas laterais, lideradas por Wesley e Vini Jr.
A Colômbia, por outro lado, apostava em contra-ataques, com Arias e Mojica sendo responsáveis por 70% dos cruzamentos da equipe no segundo tempo.
Até o momento, foram cinco substituições no total: quatro do Brasil e uma da Colômbia, todas no segundo tempo.
Destaques do Segundo Tempo
Savinho, ao entrar aos 32 minutos, trouxe velocidade ao ataque brasileiro, como na tabela com Wesley aos 36 minutos.
Alisson, antes de sair, fez duas defesas importantes, aos 21 e 22 minutos, segurando o empate até o choque.
Mojica, com o cruzamento aos 38 minutos, mostrava que a Colômbia seguia viva no jogo, mesmo após o susto com Sánchez.
Dorival Júnior mexeu no time para manter a pressão, com Wesley e Savinho reforçando as laterais e o ataque.
A Colômbia, com Cuesta na defesa, tentava se reorganizar após perder Sánchez, mas seguia apostando no ataque com Mojica e Díaz.
O jogo, até os 38 minutos, mostrava duas equipes determinadas, com o Brasil ligeiramente mais perigoso, mas sem eficiência nas finalizações.

O confronto entre Brasil e Colômbia, válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, tomou um rumo preocupante aos 25 minutos do segundo tempo, quando um choque violento entre o goleiro brasileiro Alisson e o zagueiro colombiano Davinson Sánchez interrompeu a partida. O lance ocorreu durante uma cobrança de falta executada por Arias, da Colômbia, que levantou a bola na área. Sánchez, ao tentar alcançar o cruzamento, colidiu cabeça com cabeça contra Alisson, resultando em ambos caindo no gramado. O zagueiro colombiano ficou desacordado por alguns instantes, enquanto o goleiro brasileiro, embora consciente, também foi afetado pelo impacto. A cena gerou apreensão imediata entre os jogadores, com o colombiano Lucumí visivelmente abalado ao ver o estado de seu companheiro. O atendimento médico foi acionado rapidamente, e a partida ficou paralisada por sete minutos enquanto os profissionais avaliavam a gravidade da situação. Após o susto, Sánchez acordou, mas precisou sair de maca, sendo substituído por Carlos Cuesta aos 28 minutos. Já Alisson, após ser examinado, deixou o campo aos 31 minutos, dando lugar ao goleiro Bento. O jogo, que seguia equilibrado até aquele momento, continuou com os dois times buscando o ataque, mas sem alterações no placar até os 38 minutos do segundo tempo.
A substituição de Alisson não foi a única mudança no Brasil durante esse período de tensão. Aos 32 minutos, o técnico Dorival Júnior aproveitou a paralisação para realizar outras trocas: Wesley entrou no lugar de Vanderson na lateral-direita, Savinho substituiu Rodrygo no ataque, e André assumiu a vaga de Bruno Guimarães no meio-campo. As alterações mostraram uma tentativa de manter o ritmo ofensivo da Seleção Brasileira, que vinha pressionando a Colômbia com jogadas rápidas e tabelas perigosas.
Enquanto isso, a Colômbia também ajustava sua equipe, com a entrada de Carlos Cuesta para recompor a defesa após a saída de Sánchez. O jogo seguia em andamento, com chances criadas de ambos os lados, mas sem gols até o momento relatado. A torcida, que vibrava com a intensidade do duelo, agora acompanhava com atenção redobrada após o incidente.
Aos 22 minutos do segundo tempo, antes do choque, James Rodríguez teve uma chance clara de abrir o placar para a Colômbia. Muñoz cruzou da direita, a bola desviou e caiu nos pés do meia, que, livre, bateu de primeira, mas parou em uma defesa segura de Alisson. O lance evidenciou a importância do goleiro brasileiro antes de sua saída.
Momentos antes, aos 19 minutos, o Brasil também desperdiçava uma oportunidade. Vini Jr. invadiu a área em velocidade, ficou cara a cara com o goleiro Vargas, mas, em vez de chutar, optou por tocar para Raphinha, que, pressionado, finalizou mal e mandou para fora. O jogo seguia aberto, com os dois times trocando ataques.
Principais Momentos Antes do Choque
- Aos 17 minutos, um gol da Colômbia foi anulado após James cobrar falta na área; Alisson tentou afastar a bola, que bateu em Joelinton e entrou, mas o árbitro marcou falta de Lerma sobre o goleiro.
Retomada a partida aos 33 minutos, o Brasil voltou com ímpeto ofensivo. Aos 34 minutos, Wesley disputou bola com Díaz na linha de fundo e conseguiu bloquear o atacante colombiano, levantando a torcida com sua garra. Logo depois, aos 36 minutos, uma blitz brasileira quase resultou em gol: Wesley tabelou com Savinho, que devolveu de calcanhar; o lateral cruzou, mas ninguém apareceu para finalizar. Na sequência, Vini Jr. pegou a bola na esquerda, cruzou, a zaga cortou, e Wesley ajeitou para Arana, que chutou com desvio, mandando para fora. A pressão brasileira seguia forte, mas sem sucesso no placar até o momento.
Do lado colombiano, Mojica mostrou qualidade aos 38 minutos ao tabelar com Díaz e cruzar da linha de fundo, mas Córdoba não conseguiu alcançar a bola para finalizar. O jogo continuava disputado, com as duas equipes buscando o ataque, mas sem alterar o marcador até os 38 minutos do segundo tempo.
A saída de Alisson reacendeu debates sobre a segurança dos goleiros em lances aéreos, uma discussão recorrente no futebol. Especialistas já apontaram que choques desse tipo são inevitáveis em disputas de bola pelo alto.
O confronto entre Brasil e Colômbia tem histórico de jogos intensos nas Eliminatórias, com duelos marcados por rivalidade e equilíbrio tático, o que se refletiu novamente nesta partida.
Savinho, que entrou no lugar de Rodrygo, é uma das apostas da nova geração brasileira e vinha sendo observado de perto por sua habilidade em dribles e velocidade.
Infográfico: Resumo Até o Momento
- Substituições do Brasil: Bento (31’), Wesley (32’), Savinho (32’), André (32’).
- Substituição da Colômbia: Carlos Cuesta (28’).
- Paralisação: 7 minutos, entre 25’ e 33’ do segundo tempo.
Aos 19 minutos, Vini Jr. perdeu chance clara ao optar por passe em vez de chute, evidenciando a dificuldade do Brasil em converter oportunidades.
Aos 25 minutos, o choque entre Alisson e Sánchez mudou o rumo do jogo, com atendimento médico e substituições em sequência.
Dados Relevantes
O Brasil chegou ao jogo com uma sequência de jogadas ensaiadas, como a tabela entre Wesley e Savinho aos 36 minutos, mostrando preparo tático. Já a Colômbia apostava em cruzamentos, com Arias sendo peça-chave na direita.
Aos 21 minutos, Richard Ríos testou Alisson com um chute de fora da área, mas a finalização fraca não levou perigo real ao gol brasileiro.
Até os 38 minutos, o placar seguia zerado, apesar das chances criadas, como o cruzamento de Mojica que Córdoba não alcançou.
O choque aos 25 minutos começou com uma falta cobrada por Arias. Sánchez subiu para disputar a bola no alto, enquanto Alisson saiu do gol para socar. O impacto foi direto, cabeça com cabeça, deixando ambos no chão.
A substituição de Alisson por Bento, aos 31 minutos, foi uma medida cautelar, já que o goleiro, mesmo consciente, foi retirado para avaliação médica detalhada.
Após a saída de Sánchez, Carlos Cuesta entrou para reorganizar a defesa colombiana, que vinha sofrendo com a pressão brasileira.
Intensidade no Meio-Campo
James Rodríguez seguia como o maestro da Colômbia, criando chances como o chute defendido por Alisson aos 22 minutos.
No Brasil, Bruno Guimarães tentava organizar o jogo, mas teve um chute bloqueado aos 19 minutos por Richard Ríos, que mostrava vigor na marcação.
A entrada de André no lugar de Bruno Guimarães, aos 32 minutos, trouxe mais fôlego ao meio-campo brasileiro, que buscava manter a posse de bola.
Wesley, recém-entrado, se destacou aos 34 minutos ao bloquear Díaz na linha de fundo, mostrando força defensiva.
Aos 36 minutos, a tabela entre Wesley e Savinho quase terminou em gol, mas o cruzamento não encontrou um finalizador na área.
Vini Jr., mesmo após o erro aos 19 minutos, seguia ativo, cruzando bolas perigosas, como a que a zaga colombiana cortou aos 36 minutos.
Arana, por sua vez, arriscou de longe no mesmo lance, mas o chute desviado foi para fora, mantendo o placar inalterado.
Tática Colombiana em Evidência
Mojica, aos 38 minutos, mostrou entrosamento com Díaz ao tabelar e cruzar da linha de fundo, mas Córdoba não chegou a tempo.
Arias, outro destaque colombiano, já havia criado chances, como o cruzamento para Córdoba aos 15 minutos, que terminou em cabeceio para fora.
A Colômbia mantinha uma postura ofensiva, aproveitando a velocidade de seus alas para explorar as laterais do campo.
Brasil e Colômbia já se enfrentaram em duelos marcantes nas Eliminatórias, como o empate em 1 a 1 em 2021, em Barranquilla.
Os jogos entre as duas seleções costumam ser decididos por detalhes, com defesas sólidas e ataques perigosos de ambos os lados.
Jogo Aberto e Chances Perdidas
Aos 19 minutos, Vini Jr. teve a chance de colocar o Brasil à frente, mas a escolha pelo passe frustrou a torcida.
James Rodríguez, aos 22 minutos, quase marcou para a Colômbia, mas parou em Alisson, que ainda estava em campo antes do choque.
O equilíbrio seguia até os 38 minutos, com Mojica e Díaz criando a última grande jogada relatada, sem sucesso na finalização.
O Brasil teve maior posse de bola até os 38 minutos, com destaque para as jogadas pelas laterais, lideradas por Wesley e Vini Jr.
A Colômbia, por outro lado, apostava em contra-ataques, com Arias e Mojica sendo responsáveis por 70% dos cruzamentos da equipe no segundo tempo.
Até o momento, foram cinco substituições no total: quatro do Brasil e uma da Colômbia, todas no segundo tempo.
Destaques do Segundo Tempo
Savinho, ao entrar aos 32 minutos, trouxe velocidade ao ataque brasileiro, como na tabela com Wesley aos 36 minutos.
Alisson, antes de sair, fez duas defesas importantes, aos 21 e 22 minutos, segurando o empate até o choque.
Mojica, com o cruzamento aos 38 minutos, mostrava que a Colômbia seguia viva no jogo, mesmo após o susto com Sánchez.
Dorival Júnior mexeu no time para manter a pressão, com Wesley e Savinho reforçando as laterais e o ataque.
A Colômbia, com Cuesta na defesa, tentava se reorganizar após perder Sánchez, mas seguia apostando no ataque com Mojica e Díaz.
O jogo, até os 38 minutos, mostrava duas equipes determinadas, com o Brasil ligeiramente mais perigoso, mas sem eficiência nas finalizações.
