A Toyota está acelerando os planos para entrar no competitivo segmento de picapes intermediárias com um modelo derivado do Corolla, que promete agitar o mercado automotivo brasileiro. Originalmente prevista para 2027, a produção da chamada “picape Corolla” foi antecipada para o segundo trimestre de 2026, com fabricação confirmada no complexo industrial de Sorocaba, em São Paulo. Desenvolvida sobre a plataforma TNGA-C, a mesma do sedã Corolla e do SUV Corolla Cross, a novidade trará opções de motorização que incluem um inédito sistema híbrido flex plug-in (PHEV), capaz de entregar até 223 cavalos de potência com gasolina, e uma versão aspirada de 175 cv com etanol. A estratégia da montadora japonesa é clara: rivalizar diretamente com modelos consagrados como Fiat Toro, Ford Maverick, Ram Rampage e a futura Renault Niagara, apostando em tecnologia, eficiência energética e a confiabilidade associada à marca. O projeto faz parte de um investimento de R$ 11 bilhões no Brasil até 2030, reforçando a presença da Toyota em um mercado onde as picapes têm ganhado cada vez mais espaço, com vendas de modelos médios crescendo 12% em 2024.
Com lançamento previsto para meados de 2026, a picape Corolla terá produção alinhada à do Yaris Cross, outro modelo que começará a ser fabricado em Sorocaba em 2025. A antecipação reflete a urgência da Toyota em não ficar atrás de concorrentes que já dominam o segmento ou planejam novidades, como a Renault com sua Niagara, esperada para o mesmo ano.
Diferente de outras montadoras que frequentemente ajustam cronogramas, a Toyota mantém uma abordagem mais estável e discreta, o que torna essa antecipação um marco em sua operação brasileira. O modelo promete unir o design funcional de uma picape ao conforto e segurança característicos do Corolla, com destaque para o pacote Toyota Safety Sense nas versões mais equipadas.
Fatos iniciais sobre a picape Corolla
- Produção antecipada para o segundo trimestre de 2026 em Sorocaba, SP.
- Motor híbrido flex PHEV com até 223 cv e aspirado de 175 cv.
- Concorrentes diretos: Fiat Toro, Ford Maverick, Ram Rampage e Renault Niagara.
- Investimento de R$ 11 bilhões da Toyota no Brasil até 2030.
Engenharia e motorização para um novo segmento
A picape Corolla chega com uma proposta técnica robusta, aproveitando a versatilidade da plataforma TNGA-C, conhecida por sua rigidez estrutural e eficiência em modelos como o Corolla sedã e o Corolla Cross. O grande destaque é a estreia de um conjunto híbrido flex plug-in, combinando um motor 2.0 Dynamic Force aspirado de quatro cilindros, com injeção variável e ciclo Atkinson, a um propulsor elétrico. Juntos, entregam até 223 cavalos com gasolina, aliados a um câmbio e-CVT que simula uma transmissão continuamente variável. Para as versões de entrada, a Toyota oferecerá o mesmo motor 2.0 flex aspirado do Corolla sedã, sem eletrificação, gerando 175 cv e 20,8 kgfm de torque com etanol, acoplado a um câmbio CVT com simulação de dez marchas e engrenagem mecânica para otimizar arrancadas. Essa dualidade de opções reflete a intenção da marca de atender tanto consumidores focados em economia quanto aqueles que buscam custo-benefício sem abrir mão de desempenho. A picape terá tração dianteira como padrão, mas há especulações sobre uma possível variante com tração integral nas versões híbridas mais caras, ampliando sua versatilidade em diferentes terrenos. O desenvolvimento local, com fornecedores brasileiros já produzindo protótipos de peças como suspensão e acabamentos internos, garante adaptação às condições do país, como estradas irregulares e preferências regionais.
Em tamanho, o modelo deve se aproximar de rivais como a Fiat Toro, com cerca de 4,9 metros de comprimento e entre-eixos de aproximadamente 2,80 metros, oferecendo uma caçamba funcional para cargas médias. A capacidade de carga ainda não foi revelada, mas espera-se algo entre 700 kg e 800 kg, alinhado ao segmento intermediário.
Comparada à concorrência, a picape Corolla se destaca pela proposta híbrida, um diferencial em um mercado onde a maioria dos rivais aposta em motores a combustão ou diesel. A Fiat Toro, por exemplo, tem opções flex e diesel com até 185 cv, enquanto a Ford Maverick oferece um 2.0 turbo de 253 cv. A Toyota, por outro lado, foca em eficiência energética e emissões reduzidas, alinhando-se às tendências globais de sustentabilidade.
Especificações técnicas em destaque
- Plataforma TNGA-C com tração dianteira e possível AWD nas versões topo.
- Híbrido flex PHEV: 223 cv com gasolina e câmbio e-CVT.
- Motor aspirado: 175 cv e 20,8 kgfm com etanol, CVT de 10 marchas simuladas.
- Comprimento estimado em 4,9 metros e caçamba para até 800 kg.
Design e tecnologia para conquistar o mercado
Inspirada no Corolla Cross, a picape Corolla terá elementos visuais compartilhados com o SUV, como capô, portas dianteiras e para-lamas, mas ganhará identidade própria com faróis e para-choques exclusivos. A traseira contará com uma caçamba de abertura tradicional, projetada para otimizar o transporte de cargas, e lanternas em LED que reforçam o visual moderno. No interior, o modelo seguirá o padrão de acabamento da família Corolla, com uma central multimídia de alta definição, possivelmente de 10 polegadas, e um painel de instrumentos digital. Os bancos terão design diferenciado em relação ao sedã e ao SUV, com opções de revestimento em couro nas versões mais caras, enquanto o espaço interno promete acomodar cinco ocupantes com conforto, graças ao entre-eixos ampliado. O Toyota Safety Sense, que inclui frenagem automática de emergência, alerta de saída de faixa e piloto automático adaptativo, estará presente nas configurações intermediárias e topo de linha, elevando o nível de segurança em relação a muitos concorrentes.
A produção em Sorocaba, que já fabrica o Corolla Cross e receberá o Yaris Cross em 2025, foi escolhida por sua capacidade de atender à demanda local e por sua infraestrutura adaptada à montagem de veículos híbridos. A antecipação do início da produção para 2026 reflete a resposta da Toyota ao aquecimento do segmento de picapes intermediárias, que viu modelos como a Toro vender mais de 50 mil unidades em 2024, e a Maverick conquistar espaço com cerca de 10 mil emplacamentos no mesmo período.
Com o projeto em fase avançada, fornecedores locais já trabalham em componentes como faróis, suspensão e detalhes internos, enquanto a Toyota ajusta a linha de produção para a nova picape. A expectativa é que o modelo chegue às concessionárias no segundo semestre de 2026, com preços partindo da faixa de R$ 180 mil nas versões aspiradas e podendo ultrapassar R$ 250 mil nas híbridas plug-in, dependendo dos opcionais e da cotação do dólar.
Cronograma da picape Corolla
- 2025: Início da produção do Yaris Cross em Sorocaba.
- Segundo trimestre de 2026: Start da produção da picape Corolla.
- Segundo semestre de 2026: Previsão de chegada às concessionárias.
- Até 2030: Investimento de R$ 11 bilhões no Brasil.

A Toyota está acelerando os planos para entrar no competitivo segmento de picapes intermediárias com um modelo derivado do Corolla, que promete agitar o mercado automotivo brasileiro. Originalmente prevista para 2027, a produção da chamada “picape Corolla” foi antecipada para o segundo trimestre de 2026, com fabricação confirmada no complexo industrial de Sorocaba, em São Paulo. Desenvolvida sobre a plataforma TNGA-C, a mesma do sedã Corolla e do SUV Corolla Cross, a novidade trará opções de motorização que incluem um inédito sistema híbrido flex plug-in (PHEV), capaz de entregar até 223 cavalos de potência com gasolina, e uma versão aspirada de 175 cv com etanol. A estratégia da montadora japonesa é clara: rivalizar diretamente com modelos consagrados como Fiat Toro, Ford Maverick, Ram Rampage e a futura Renault Niagara, apostando em tecnologia, eficiência energética e a confiabilidade associada à marca. O projeto faz parte de um investimento de R$ 11 bilhões no Brasil até 2030, reforçando a presença da Toyota em um mercado onde as picapes têm ganhado cada vez mais espaço, com vendas de modelos médios crescendo 12% em 2024.
Com lançamento previsto para meados de 2026, a picape Corolla terá produção alinhada à do Yaris Cross, outro modelo que começará a ser fabricado em Sorocaba em 2025. A antecipação reflete a urgência da Toyota em não ficar atrás de concorrentes que já dominam o segmento ou planejam novidades, como a Renault com sua Niagara, esperada para o mesmo ano.
Diferente de outras montadoras que frequentemente ajustam cronogramas, a Toyota mantém uma abordagem mais estável e discreta, o que torna essa antecipação um marco em sua operação brasileira. O modelo promete unir o design funcional de uma picape ao conforto e segurança característicos do Corolla, com destaque para o pacote Toyota Safety Sense nas versões mais equipadas.
Fatos iniciais sobre a picape Corolla
- Produção antecipada para o segundo trimestre de 2026 em Sorocaba, SP.
- Motor híbrido flex PHEV com até 223 cv e aspirado de 175 cv.
- Concorrentes diretos: Fiat Toro, Ford Maverick, Ram Rampage e Renault Niagara.
- Investimento de R$ 11 bilhões da Toyota no Brasil até 2030.
Engenharia e motorização para um novo segmento
A picape Corolla chega com uma proposta técnica robusta, aproveitando a versatilidade da plataforma TNGA-C, conhecida por sua rigidez estrutural e eficiência em modelos como o Corolla sedã e o Corolla Cross. O grande destaque é a estreia de um conjunto híbrido flex plug-in, combinando um motor 2.0 Dynamic Force aspirado de quatro cilindros, com injeção variável e ciclo Atkinson, a um propulsor elétrico. Juntos, entregam até 223 cavalos com gasolina, aliados a um câmbio e-CVT que simula uma transmissão continuamente variável. Para as versões de entrada, a Toyota oferecerá o mesmo motor 2.0 flex aspirado do Corolla sedã, sem eletrificação, gerando 175 cv e 20,8 kgfm de torque com etanol, acoplado a um câmbio CVT com simulação de dez marchas e engrenagem mecânica para otimizar arrancadas. Essa dualidade de opções reflete a intenção da marca de atender tanto consumidores focados em economia quanto aqueles que buscam custo-benefício sem abrir mão de desempenho. A picape terá tração dianteira como padrão, mas há especulações sobre uma possível variante com tração integral nas versões híbridas mais caras, ampliando sua versatilidade em diferentes terrenos. O desenvolvimento local, com fornecedores brasileiros já produzindo protótipos de peças como suspensão e acabamentos internos, garante adaptação às condições do país, como estradas irregulares e preferências regionais.
Em tamanho, o modelo deve se aproximar de rivais como a Fiat Toro, com cerca de 4,9 metros de comprimento e entre-eixos de aproximadamente 2,80 metros, oferecendo uma caçamba funcional para cargas médias. A capacidade de carga ainda não foi revelada, mas espera-se algo entre 700 kg e 800 kg, alinhado ao segmento intermediário.
Comparada à concorrência, a picape Corolla se destaca pela proposta híbrida, um diferencial em um mercado onde a maioria dos rivais aposta em motores a combustão ou diesel. A Fiat Toro, por exemplo, tem opções flex e diesel com até 185 cv, enquanto a Ford Maverick oferece um 2.0 turbo de 253 cv. A Toyota, por outro lado, foca em eficiência energética e emissões reduzidas, alinhando-se às tendências globais de sustentabilidade.
Especificações técnicas em destaque
- Plataforma TNGA-C com tração dianteira e possível AWD nas versões topo.
- Híbrido flex PHEV: 223 cv com gasolina e câmbio e-CVT.
- Motor aspirado: 175 cv e 20,8 kgfm com etanol, CVT de 10 marchas simuladas.
- Comprimento estimado em 4,9 metros e caçamba para até 800 kg.
Design e tecnologia para conquistar o mercado
Inspirada no Corolla Cross, a picape Corolla terá elementos visuais compartilhados com o SUV, como capô, portas dianteiras e para-lamas, mas ganhará identidade própria com faróis e para-choques exclusivos. A traseira contará com uma caçamba de abertura tradicional, projetada para otimizar o transporte de cargas, e lanternas em LED que reforçam o visual moderno. No interior, o modelo seguirá o padrão de acabamento da família Corolla, com uma central multimídia de alta definição, possivelmente de 10 polegadas, e um painel de instrumentos digital. Os bancos terão design diferenciado em relação ao sedã e ao SUV, com opções de revestimento em couro nas versões mais caras, enquanto o espaço interno promete acomodar cinco ocupantes com conforto, graças ao entre-eixos ampliado. O Toyota Safety Sense, que inclui frenagem automática de emergência, alerta de saída de faixa e piloto automático adaptativo, estará presente nas configurações intermediárias e topo de linha, elevando o nível de segurança em relação a muitos concorrentes.
A produção em Sorocaba, que já fabrica o Corolla Cross e receberá o Yaris Cross em 2025, foi escolhida por sua capacidade de atender à demanda local e por sua infraestrutura adaptada à montagem de veículos híbridos. A antecipação do início da produção para 2026 reflete a resposta da Toyota ao aquecimento do segmento de picapes intermediárias, que viu modelos como a Toro vender mais de 50 mil unidades em 2024, e a Maverick conquistar espaço com cerca de 10 mil emplacamentos no mesmo período.
Com o projeto em fase avançada, fornecedores locais já trabalham em componentes como faróis, suspensão e detalhes internos, enquanto a Toyota ajusta a linha de produção para a nova picape. A expectativa é que o modelo chegue às concessionárias no segundo semestre de 2026, com preços partindo da faixa de R$ 180 mil nas versões aspiradas e podendo ultrapassar R$ 250 mil nas híbridas plug-in, dependendo dos opcionais e da cotação do dólar.
Cronograma da picape Corolla
- 2025: Início da produção do Yaris Cross em Sorocaba.
- Segundo trimestre de 2026: Start da produção da picape Corolla.
- Segundo semestre de 2026: Previsão de chegada às concessionárias.
- Até 2030: Investimento de R$ 11 bilhões no Brasil.
