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3 Apr 2025, Thu

Jorge Jesus lidera votação com 37% e surge como favorito para comandar a Seleção Brasileira

Jorge Jesus


A escolha do próximo técnico da Seleção Brasileira ganhou um novo capítulo com a preferência popular apontando para Jorge Jesus. Em uma enquete realizada entre sexta-feira e domingo, o treinador português, atualmente no Al-Hilal, da Arábia Saudita, conquistou 37,36% dos quase 100 mil votos contabilizados. O resultado reflete o desejo de torcedores por um nome que combine experiência internacional e familiaridade com o futebol brasileiro, colocando Jesus à frente de nomes consagrados como Carlo Ancelotti, o favorito inicial da CBF. A votação expõe um contraste entre a opinião pública e os planos da entidade, que agora enfrenta pressão para alinhar suas estratégias às expectativas da torcida.

Enquanto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) mantém Carlo Ancelotti como prioridade, as negociações com o italiano do Real Madrid seguem complexas devido ao seu contrato até 2026 e ao Mundial de Clubes em julho. Jorge Jesus, por outro lado, aparece como uma alternativa mais acessível, com conversas já em andamento e a possibilidade de assumir o cargo antes da Data Fifa de junho, quando o Brasil enfrenta Equador e Paraguai pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

O desempenho de Jesus no Al-Hilal, onde acumula 83% de aproveitamento em 123 jogos e quatro títulos, reforça sua credibilidade. Sua passagem marcante pelo Flamengo entre 2019 e 2020, com conquistas como a Libertadores e o Brasileirão, também pesa a seu favor, alimentando o apoio popular que o coloca como líder na enquete.

Por que Jorge Jesus conquistou os torcedores?

Entre os quase 97 mil participantes da votação, Jorge Jesus recebeu 36.368 votos, um número que reflete sua popularidade e o impacto de seu trabalho no Brasil. Sua gestão no Flamengo deixou um legado de futebol ofensivo e resultados expressivos, com cinco títulos em pouco mais de um ano. Esse histórico ressoa entre os torcedores, que veem no português a capacidade de transformar a Seleção, atualmente na quarta posição das Eliminatórias com 21 pontos, dez atrás da líder Argentina.

Além disso, a disposição de Jesus em assumir o comando antes do Mundial de Clubes, diferentemente de Ancelotti, que só estaria disponível após julho, é um fator prático que agrada. O treinador já manifestou publicamente o sonho de liderar a Seleção Brasileira, o que fortalece sua conexão emocional com o público.

Outro ponto a favor é sua experiência em lidar com elencos de alto nível. No Al-Hilal, Jesus perdeu apenas 9 de 123 jogos, mantendo uma média de 2,7 gols por partida. Esses números impressionam e contrastam com a instabilidade recente da Seleção sob Dorival Júnior, demitido após uma goleada de 4 a 1 para a Argentina.

Números da enquete revelam preferências claras

A votação trouxe uma hierarquia definida entre os nomes cogitados para o cargo:

  • Jorge Jesus (Al-Hilal): 37,36% – 36.368 votos
  • Renato Gaúcho (sem clube): 21,14% – 20.581 votos
  • Abel Ferreira (Palmeiras): 20,15% – 19.620 votos
  • Carlo Ancelotti (Real Madrid): 8,5% – 8.277 votos
  • Filipe Luís (Flamengo): 8,12% – 7.905 votos
  • Outros: 4,73% – 4.604 votos

O que está em jogo na escolha do novo técnico?

Com a demissão de Dorival Júnior sacramentada na sexta-feira, a CBF busca um nome capaz de reverter o cenário preocupante nas Eliminatórias. A derrota por 4 a 1 para a Argentina, na última rodada, foi o estopim para a saída do treinador, que em 16 jogos obteve sete vitórias, sete empates e duas derrotas – um aproveitamento de 58% considerado insuficiente para uma seleção pentacampeã mundial.

A pressão por resultados imediatos é evidente. Os próximos compromissos oficiais, em junho, contra Equador e Paraguai, exigem um comandante que chegue com autoridade e estratégia definida. Jorge Jesus, com sua liberação potencialmente facilitada pelo término do Campeonato Saudita em maio, surge como uma solução viável para esse calendário apertado.

Internamente, a CBF debate o perfil ideal para o cargo. Enquanto Ancelotti representa o sonho de um técnico de elite europeia, com duas Ligas dos Campeões pelo Real Madrid, sua chegada depende de negociações prolongadas com o clube espanhol. Já Jesus, com contrato até o fim do Mundial de Clubes e uma multa regressiva, oferece uma transição mais rápida e menos custosa.

Jorge Jesus e sua trajetória vitoriosa

A carreira de Jorge Jesus é marcada por conquistas em diferentes contextos. No Flamengo, entre 2019 e 2020, ele revolucionou o time com um estilo agressivo, conquistando a Libertadores, o Brasileirão, a Recopa Sul-Americana, a Supercopa do Brasil e o Carioca. Essa passagem de apenas 13 meses deixou uma impressão duradoura, com 43 vitórias em 57 jogos – um aproveitamento de 75,4%.

No Al-Hilal, desde 2023, o português mantém um nível elevado. Além do Campeonato Saudita, ele venceu a Copa do Rei e duas Supercopas, somando 98 vitórias em 123 partidas. Sua equipe criou 427 grandes chances de gol nesse período, convertendo 272, o que demonstra uma consistência ofensiva rara.

Antes disso, Jesus já havia brilhado em Portugal, com passagens por Benfica e Sporting, onde acumulou 10 títulos, incluindo três edições do Campeonato Português. Aos 70 anos, o treinador combina experiência, carisma e um histórico que o credencia como um dos mais preparados para o desafio de liderar a Seleção Brasileira.

A relação conturbada com Neymar

Um aspecto que não passa despercebido é o atrito entre Jorge Jesus e Neymar, principal estrela da Seleção. Em janeiro, enquanto estavam no Al-Hilal, o atacante criticou o treinador por comentários sobre sua condição física após uma lesão grave no joelho. Neymar afirmou estar pronto para jogar, mas Jesus optou por não inscrevê-lo no Campeonato Saudita, gerando descontentamento público.

Apesar disso, o português elogiou Neymar após sua saída do clube, chamando-o de “o melhor jogador que já treinei”. Nos bastidores da CBF, a relação entre os dois não foi um obstáculo nas conversas iniciais com Jesus, que teria sinalizado interesse em resolver eventuais arestas para trabalhar com o camisa 10 na Seleção.

Cronograma decisivo para a CBF

O calendário da Seleção Brasileira impõe urgência na decisão:

  • 5 de junho: Brasil x Equador (Eliminatórias)
  • 10 de junho: Brasil x Paraguai (Eliminatórias)
  • 15 de junho a 13 de julho: Mundial de Clubes (Al-Hilal e Real Madrid)
  • 26 de maio: Fim do Campeonato Saudita

Ancelotti: o plano A que divide opiniões

Carlo Ancelotti, técnico do Real Madrid, segue como o nome dos sonhos de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF. Com um currículo que inclui quatro Ligas dos Campeões e títulos nacionais em cinco países, o italiano é visto como um símbolo de prestígio. No entanto, sua popularidade entre os torcedores foi baixa na enquete, com apenas 8,5% dos votos.

A espera por Ancelotti pode prolongar a incerteza no comando técnico. Seu contrato com o Real Madrid vai até junho de 2026, e o clube disputa o Mundial de Clubes entre junho e julho. Essa agenda conflita com os jogos de junho da Seleção, o que força a CBF a considerar alternativas mais imediatas, como Jorge Jesus.

A relação de Ancelotti com jogadores brasileiros como Vinicius Júnior, Rodrygo e Endrick é um trunfo. Mesmo assim, a demora em sua liberação e a preferência popular por Jesus colocam o italiano em uma posição delicada na disputa pelo cargo.

Outros nomes no radar da torcida

Renato Gaúcho, com 21,14% dos votos, aparece como o segundo mais votado. Sem clube desde sua saída do Grêmio, onde conquistou 10 títulos, o treinador é um nome conhecido no futebol brasileiro, mas sua falta de experiência internacional pesa contra ele. Abel Ferreira, terceiro com 20,15%, vive um momento de sucesso no Palmeiras, com 10 troféus desde 2020, mas seu contrato até 2025 e o desejo de trabalhar na Europa dificultam uma mudança imediata.

Filipe Luís, com 8,12%, é uma surpresa positiva. Aos 39 anos, o técnico do Flamengo conquistou três títulos em sete meses, mas sua inexperiência no comando de uma seleção ainda gera cautela. A opção “Outros”, com 4,73%, sugere que nomes como Pep Guardiola e José Mourinho também circulam entre os torcedores, embora sem força significativa na votação.

Impacto da escolha no futuro da Seleção

Escolher o novo técnico é uma decisão que vai além de resultados imediatos. A Seleção Brasileira vive um momento de transição, com jovens talentos como Vinicius Júnior e Raphinha despontando, mas sem a consistência necessária para competir com rivais como a Argentina. O próximo treinador terá a missão de unir o elenco e resgatar a confiança perdida após tropeços recentes.

Jorge Jesus, com seu estilo direto e histórico de vitórias, parece alinhado às demandas do momento. Sua capacidade de impor disciplina e extrair o melhor de jogadores de alto nível é vista como um diferencial. A torcida, pelo menos, já fez sua escolha, dando ao português um respaldo expressivo na enquete.

A CBF, por sua vez, precisa pesar os prós e contras de cada candidato. A pressa para definir o comando antes de junho e a pressão popular por Jesus podem acelerar as negociações com o treinador do Al-Hilal, enquanto Ancelotti permanece como um plano de longo prazo.

Curiosidades sobre Jorge Jesus na votação

Alguns dados destacam o peso de Jorge Jesus na preferência dos torcedores:

  • Ele recebeu mais votos que Renato Gaúcho e Abel Ferreira juntos em algumas regiões do Brasil.
  • Sua passagem pelo Flamengo foi citada por 68% dos votantes como principal motivo da escolha, segundo comentários na plataforma da enquete.
  • Jesus é o único treinador estrangeiro entre os cinco mais votados, reforçando sua aceitação no país.

Expectativas para os próximos passos

Com a saída de Dorival Júnior, a CBF intensifica os contatos com Jorge Jesus, que já sinalizou interesse em assumir o cargo. A entidade planeja uma resolução nas próximas semanas, aproveitando o fim da temporada saudita em maio para negociar com o Al-Hilal. A possibilidade de pagar uma multa regressiva facilita o processo, mas o clube árabe ainda não se posicionou oficialmente.

Enquanto isso, a torcida acompanha de perto cada movimentação. A escolha de Jesus representaria uma aposta em um nome testado e aprovado no Brasil, mas com visão global. Se concretizada, sua chegada pode marcar o início de uma nova era para a Seleção, com foco em resultados e na reconstrução de uma identidade competitiva.







A escolha do próximo técnico da Seleção Brasileira ganhou um novo capítulo com a preferência popular apontando para Jorge Jesus. Em uma enquete realizada entre sexta-feira e domingo, o treinador português, atualmente no Al-Hilal, da Arábia Saudita, conquistou 37,36% dos quase 100 mil votos contabilizados. O resultado reflete o desejo de torcedores por um nome que combine experiência internacional e familiaridade com o futebol brasileiro, colocando Jesus à frente de nomes consagrados como Carlo Ancelotti, o favorito inicial da CBF. A votação expõe um contraste entre a opinião pública e os planos da entidade, que agora enfrenta pressão para alinhar suas estratégias às expectativas da torcida.

Enquanto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) mantém Carlo Ancelotti como prioridade, as negociações com o italiano do Real Madrid seguem complexas devido ao seu contrato até 2026 e ao Mundial de Clubes em julho. Jorge Jesus, por outro lado, aparece como uma alternativa mais acessível, com conversas já em andamento e a possibilidade de assumir o cargo antes da Data Fifa de junho, quando o Brasil enfrenta Equador e Paraguai pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

O desempenho de Jesus no Al-Hilal, onde acumula 83% de aproveitamento em 123 jogos e quatro títulos, reforça sua credibilidade. Sua passagem marcante pelo Flamengo entre 2019 e 2020, com conquistas como a Libertadores e o Brasileirão, também pesa a seu favor, alimentando o apoio popular que o coloca como líder na enquete.

Por que Jorge Jesus conquistou os torcedores?

Entre os quase 97 mil participantes da votação, Jorge Jesus recebeu 36.368 votos, um número que reflete sua popularidade e o impacto de seu trabalho no Brasil. Sua gestão no Flamengo deixou um legado de futebol ofensivo e resultados expressivos, com cinco títulos em pouco mais de um ano. Esse histórico ressoa entre os torcedores, que veem no português a capacidade de transformar a Seleção, atualmente na quarta posição das Eliminatórias com 21 pontos, dez atrás da líder Argentina.

Além disso, a disposição de Jesus em assumir o comando antes do Mundial de Clubes, diferentemente de Ancelotti, que só estaria disponível após julho, é um fator prático que agrada. O treinador já manifestou publicamente o sonho de liderar a Seleção Brasileira, o que fortalece sua conexão emocional com o público.

Outro ponto a favor é sua experiência em lidar com elencos de alto nível. No Al-Hilal, Jesus perdeu apenas 9 de 123 jogos, mantendo uma média de 2,7 gols por partida. Esses números impressionam e contrastam com a instabilidade recente da Seleção sob Dorival Júnior, demitido após uma goleada de 4 a 1 para a Argentina.

Números da enquete revelam preferências claras

A votação trouxe uma hierarquia definida entre os nomes cogitados para o cargo:

  • Jorge Jesus (Al-Hilal): 37,36% – 36.368 votos
  • Renato Gaúcho (sem clube): 21,14% – 20.581 votos
  • Abel Ferreira (Palmeiras): 20,15% – 19.620 votos
  • Carlo Ancelotti (Real Madrid): 8,5% – 8.277 votos
  • Filipe Luís (Flamengo): 8,12% – 7.905 votos
  • Outros: 4,73% – 4.604 votos

O que está em jogo na escolha do novo técnico?

Com a demissão de Dorival Júnior sacramentada na sexta-feira, a CBF busca um nome capaz de reverter o cenário preocupante nas Eliminatórias. A derrota por 4 a 1 para a Argentina, na última rodada, foi o estopim para a saída do treinador, que em 16 jogos obteve sete vitórias, sete empates e duas derrotas – um aproveitamento de 58% considerado insuficiente para uma seleção pentacampeã mundial.

A pressão por resultados imediatos é evidente. Os próximos compromissos oficiais, em junho, contra Equador e Paraguai, exigem um comandante que chegue com autoridade e estratégia definida. Jorge Jesus, com sua liberação potencialmente facilitada pelo término do Campeonato Saudita em maio, surge como uma solução viável para esse calendário apertado.

Internamente, a CBF debate o perfil ideal para o cargo. Enquanto Ancelotti representa o sonho de um técnico de elite europeia, com duas Ligas dos Campeões pelo Real Madrid, sua chegada depende de negociações prolongadas com o clube espanhol. Já Jesus, com contrato até o fim do Mundial de Clubes e uma multa regressiva, oferece uma transição mais rápida e menos custosa.

Jorge Jesus e sua trajetória vitoriosa

A carreira de Jorge Jesus é marcada por conquistas em diferentes contextos. No Flamengo, entre 2019 e 2020, ele revolucionou o time com um estilo agressivo, conquistando a Libertadores, o Brasileirão, a Recopa Sul-Americana, a Supercopa do Brasil e o Carioca. Essa passagem de apenas 13 meses deixou uma impressão duradoura, com 43 vitórias em 57 jogos – um aproveitamento de 75,4%.

No Al-Hilal, desde 2023, o português mantém um nível elevado. Além do Campeonato Saudita, ele venceu a Copa do Rei e duas Supercopas, somando 98 vitórias em 123 partidas. Sua equipe criou 427 grandes chances de gol nesse período, convertendo 272, o que demonstra uma consistência ofensiva rara.

Antes disso, Jesus já havia brilhado em Portugal, com passagens por Benfica e Sporting, onde acumulou 10 títulos, incluindo três edições do Campeonato Português. Aos 70 anos, o treinador combina experiência, carisma e um histórico que o credencia como um dos mais preparados para o desafio de liderar a Seleção Brasileira.

A relação conturbada com Neymar

Um aspecto que não passa despercebido é o atrito entre Jorge Jesus e Neymar, principal estrela da Seleção. Em janeiro, enquanto estavam no Al-Hilal, o atacante criticou o treinador por comentários sobre sua condição física após uma lesão grave no joelho. Neymar afirmou estar pronto para jogar, mas Jesus optou por não inscrevê-lo no Campeonato Saudita, gerando descontentamento público.

Apesar disso, o português elogiou Neymar após sua saída do clube, chamando-o de “o melhor jogador que já treinei”. Nos bastidores da CBF, a relação entre os dois não foi um obstáculo nas conversas iniciais com Jesus, que teria sinalizado interesse em resolver eventuais arestas para trabalhar com o camisa 10 na Seleção.

Cronograma decisivo para a CBF

O calendário da Seleção Brasileira impõe urgência na decisão:

  • 5 de junho: Brasil x Equador (Eliminatórias)
  • 10 de junho: Brasil x Paraguai (Eliminatórias)
  • 15 de junho a 13 de julho: Mundial de Clubes (Al-Hilal e Real Madrid)
  • 26 de maio: Fim do Campeonato Saudita

Ancelotti: o plano A que divide opiniões

Carlo Ancelotti, técnico do Real Madrid, segue como o nome dos sonhos de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF. Com um currículo que inclui quatro Ligas dos Campeões e títulos nacionais em cinco países, o italiano é visto como um símbolo de prestígio. No entanto, sua popularidade entre os torcedores foi baixa na enquete, com apenas 8,5% dos votos.

A espera por Ancelotti pode prolongar a incerteza no comando técnico. Seu contrato com o Real Madrid vai até junho de 2026, e o clube disputa o Mundial de Clubes entre junho e julho. Essa agenda conflita com os jogos de junho da Seleção, o que força a CBF a considerar alternativas mais imediatas, como Jorge Jesus.

A relação de Ancelotti com jogadores brasileiros como Vinicius Júnior, Rodrygo e Endrick é um trunfo. Mesmo assim, a demora em sua liberação e a preferência popular por Jesus colocam o italiano em uma posição delicada na disputa pelo cargo.

Outros nomes no radar da torcida

Renato Gaúcho, com 21,14% dos votos, aparece como o segundo mais votado. Sem clube desde sua saída do Grêmio, onde conquistou 10 títulos, o treinador é um nome conhecido no futebol brasileiro, mas sua falta de experiência internacional pesa contra ele. Abel Ferreira, terceiro com 20,15%, vive um momento de sucesso no Palmeiras, com 10 troféus desde 2020, mas seu contrato até 2025 e o desejo de trabalhar na Europa dificultam uma mudança imediata.

Filipe Luís, com 8,12%, é uma surpresa positiva. Aos 39 anos, o técnico do Flamengo conquistou três títulos em sete meses, mas sua inexperiência no comando de uma seleção ainda gera cautela. A opção “Outros”, com 4,73%, sugere que nomes como Pep Guardiola e José Mourinho também circulam entre os torcedores, embora sem força significativa na votação.

Impacto da escolha no futuro da Seleção

Escolher o novo técnico é uma decisão que vai além de resultados imediatos. A Seleção Brasileira vive um momento de transição, com jovens talentos como Vinicius Júnior e Raphinha despontando, mas sem a consistência necessária para competir com rivais como a Argentina. O próximo treinador terá a missão de unir o elenco e resgatar a confiança perdida após tropeços recentes.

Jorge Jesus, com seu estilo direto e histórico de vitórias, parece alinhado às demandas do momento. Sua capacidade de impor disciplina e extrair o melhor de jogadores de alto nível é vista como um diferencial. A torcida, pelo menos, já fez sua escolha, dando ao português um respaldo expressivo na enquete.

A CBF, por sua vez, precisa pesar os prós e contras de cada candidato. A pressa para definir o comando antes de junho e a pressão popular por Jesus podem acelerar as negociações com o treinador do Al-Hilal, enquanto Ancelotti permanece como um plano de longo prazo.

Curiosidades sobre Jorge Jesus na votação

Alguns dados destacam o peso de Jorge Jesus na preferência dos torcedores:

  • Ele recebeu mais votos que Renato Gaúcho e Abel Ferreira juntos em algumas regiões do Brasil.
  • Sua passagem pelo Flamengo foi citada por 68% dos votantes como principal motivo da escolha, segundo comentários na plataforma da enquete.
  • Jesus é o único treinador estrangeiro entre os cinco mais votados, reforçando sua aceitação no país.

Expectativas para os próximos passos

Com a saída de Dorival Júnior, a CBF intensifica os contatos com Jorge Jesus, que já sinalizou interesse em assumir o cargo. A entidade planeja uma resolução nas próximas semanas, aproveitando o fim da temporada saudita em maio para negociar com o Al-Hilal. A possibilidade de pagar uma multa regressiva facilita o processo, mas o clube árabe ainda não se posicionou oficialmente.

Enquanto isso, a torcida acompanha de perto cada movimentação. A escolha de Jesus representaria uma aposta em um nome testado e aprovado no Brasil, mas com visão global. Se concretizada, sua chegada pode marcar o início de uma nova era para a Seleção, com foco em resultados e na reconstrução de uma identidade competitiva.







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