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2 Apr 2025, Wed

as jovens herdeiras da WEG que lideram fortuna de R$ 6,8 bi no Brasil

Livia Voigt


Livia Voigt, aos 20 anos, e Dora Voigt de Assis, aos 27, emergem como figuras de destaque no cenário econômico brasileiro. Ambas são netas de Werner Ricardo Voigt, um dos fundadores da WEG, multinacional catarinense que se consolidou como a maior fabricante de motores elétricos da América Latina. Com uma fortuna estimada em US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 6,8 bilhões) para cada uma, as irmãs aparecem na lista anual da Forbes como as bilionárias mais jovens do Brasil. Elas herdaram participações de 3,1% na empresa familiar, mas optam por uma vida longe dos holofotes, sem ocupar cargos executivos ou de conselho na companhia. A discrição, aliada ao peso da herança, reflete a força de um legado que atravessa gerações e posiciona a WEG como um símbolo de sucesso industrial no país.

A trajetória das irmãs está intrinsecamente ligada à história da WEG, fundada em 1961 por Werner Ricardo Voigt, Geraldo Werninghaus e Eggon João da Silva, em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. O avô de Livia e Dora, falecido em 2016 aos 86 anos, deixou um império que hoje exporta para mais de 135 países e faturou R$ 32,5 bilhões em 2023. Apesar da riqueza, as jovens mantêm um perfil reservado. Livia, estudante de psicologia, e Dora, formada em arquitetura, representam uma nova geração de herdeiros que não se envolvem diretamente na gestão, mas beneficiam-se do crescimento contínuo da empresa, que se destaca no mercado global de equipamentos elétricos.

Já se passaram quase nove anos desde a morte de Werner, mas o impacto de sua visão segue vivo. A WEG, que começou como uma pequena operação em Santa Catarina, transformou-se em uma multinacional de capital aberto, com fábricas em mais de dez países e uma força de trabalho que ultrapassa 39 mil funcionários. As irmãs Voigt, ao lado de outros herdeiros da família, como os primos Eduardo Voigt Schwartz e Mariana Voigt Schwartz Gomes, integram um grupo seleto de 29 bilionários brasileiros ligados à companhia na lista da Forbes. Esse número reforça a capacidade da empresa de gerar riqueza e consolidar um legado familiar que vai além das fronteiras nacionais.

Quem são Livia e Dora Voigt

Nascidas em uma família marcada pelo empreendedorismo, Livia e Dora Voigt carregam o sobrenome de um dos pilares da indústria brasileira. Livia, a mais jovem das duas, tem apenas 20 anos e está cursando psicologia em uma universidade não divulgada. Sua fortuna de US$ 1,2 bilhão a coloca como a segunda bilionária mais jovem do mundo, atrás apenas do alemão Johannes von Baumbach, de 19 anos, herdeiro da farmacêutica Boehringer Ingelheim. Apesar da proximidade com o avô Werner durante a infância, evidenciada em fotos antigas nas redes sociais, ela mantém um perfil discreto, com contas privadas e pouca exposição pública.

Dora, por sua vez, é sete anos mais velha e já concluiu sua formação em arquitetura, em 2020. Assim como a irmã, ela não assume funções na WEG, preferindo uma vida reservada. Apaixonada por pole dance, Dora compartilha esporadicamente vídeos da prática em sua conta no TikTok, onde também incentiva outros a explorarem a atividade. Sua fortuna, idêntica à de Livia, reflete a igualdade na divisão das ações herdadas, um padrão comum entre os descendentes dos fundadores da empresa. A discrição das duas contrasta com a magnitude de seu patrimônio, que cresceu US$ 100 milhões em relação ao ano anterior.

O império da WEG e sua influência

Fundada há mais de seis décadas, a WEG é um exemplo raro de empresa familiar brasileira que alcançou projeção global. Com sede em Jaraguá do Sul, a companhia se especializou na produção de motores elétricos, geradores, transformadores e outros equipamentos eletroeletrônicos. Em 2023, seu faturamento atingiu R$ 32,5 bilhões, resultado de uma operação que abrange cinco continentes e emprega mais de 4.300 engenheiros. A multinacional exporta mais de 21 milhões de motores anualmente, atendendo a uma demanda crescente em setores como indústria, energia e infraestrutura.

A força da WEG não se limita aos números. A empresa é reconhecida como uma das maiores empregadoras de Santa Catarina e um polo econômico que transformou a região. Dos 69 brasileiros na lista de bilionários da Forbes em 2024, quatro carregam o sobrenome Voigt, incluindo Livia, Dora e seus primos Eduardo e Mariana. Além disso, outros 25 membros de famílias ligadas aos fundadores também figuram entre os mais ricos do país, totalizando 29 bilionários associados à companhia. Esse grupo acumula um patrimônio conjunto de R$ 85,53 bilhões, evidenciando o impacto da WEG na criação de riqueza.

A ascensão da empresa ao longo dos anos reflete uma estratégia sólida de inovação e expansão. Desde sua fundação, a WEG passou de uma pequena fabricante local a uma multinacional presente em mais de dez países, com unidades industriais na China, Índia, Estados Unidos e Europa. A morte de Werner Ricardo Voigt, em 2016, não interrompeu esse crescimento. Pelo contrário, a companhia continuou a prosperar, mantendo a família Voigt e outros herdeiros como acionistas relevantes, mesmo sem participação ativa na gestão.

Herdeiras em foco: a vida além da riqueza

Enquanto Livia e Dora desfrutam de uma fortuna que as coloca no topo das jovens mais ricas do Brasil, suas escolhas pessoais revelam um contraste com o estereótipo de bilionários ostentadores. Livia, ainda na universidade, dedica-se aos estudos de psicologia, uma área que sugere interesse em compreender o comportamento humano. Sua infância foi marcada pela convivência com o avô Werner, com quem tinha laços afetivos evidentes em registros antigos. Após a morte dele, quando ela tinha apenas 11 anos, a jovem passou a valorizar ainda mais a privacidade.

Dora, por outro lado, encontrou na arquitetura e no pole dance formas de expressão pessoal. Graduada há quatro anos, ela não seguiu carreira na gestão empresarial, optando por projetos individuais e um estilo de vida discreto. Sua presença nas redes sociais é limitada, com contas privadas e publicações esparsas que destacam sua paixão pela dança. Esse distanciamento das duas irmãs do dia a dia da WEG reforça uma tendência entre os herdeiros mais jovens da empresa: a preferência por manter a riqueza como um suporte, e não como uma identidade pública.

A discrição das irmãs não é exceção na família Voigt. Seus primos, Eduardo Voigt Schwartz, de 34 anos, e Mariana Voigt Schwartz Gomes, de 38, também aparecem na lista da Forbes com fortunas semelhantes, avaliadas em US$ 1,3 bilhão cada. Eduardo é um dos principais acionistas individuais da WEG, enquanto Mariana se destaca como empresária no setor de design de interiores em Florianópolis. Assim como Livia e Dora, eles não ocupam cargos executivos, mas beneficiam-se do sucesso contínuo da multinacional.

Os números por trás da fortuna

A fortuna de Livia e Dora Voigt é resultado direto de sua participação acionária na WEG. Cada uma detém 3,1% das ações da empresa, um percentual que, embora pequeno em proporção, representa bilhões devido ao valor de mercado da companhia. Em 2023, a multinacional registrou um faturamento de R$ 32,5 bilhões, consolidando sua posição como líder no setor de equipamentos elétricos. Esse desempenho reflete-se no aumento de US$ 100 milhões no patrimônio das irmãs em relação ao ano anterior, quando suas fortunas eram estimadas em US$ 1,1 bilhão cada.

Outros membros da família também se destacam entre os mais ricos do Brasil. Anne Werninghaus, neta de Geraldo Werninghaus, outro cofundador da WEG, possui uma fortuna de R$ 6,96 bilhões, sendo a maior acionista individual entre os herdeiros. Mariana Voigt Schwartz Gomes, com R$ 4,96 bilhões, e Eduardo Voigt Schwartz, com R$ 6,5 bilhões, completam o quarteto Voigt na lista da Forbes. Esses valores mostram como a empresa se tornou uma “fábrica de bilionários”, com 29 membros ligados à companhia entre os mais ricos do país.

A riqueza gerada pela WEG não é um fenômeno isolado. A multinacional opera em um mercado global altamente competitivo, exportando para mais de 135 países e mantendo fábricas em locais estratégicos. Sua capacidade de inovação e adaptação às demandas industriais garante lucros consistentes, que se traduzem em dividendos para os acionistas, incluindo as irmãs Voigt e seus familiares.

Curiosidades sobre as bilionárias mais jovens

As vidas de Livia e Dora Voigt despertam interesse não apenas pela fortuna, mas também pelos detalhes que revelam suas personalidades. Aqui estão algumas curiosidades sobre as irmãs:

  • Livia é a segunda bilionária mais jovem do mundo, atrás apenas de Johannes von Baumbach, de 19 anos, com US$ 5,4 bilhões.
  • Dora pratica pole dance e usa o TikTok para compartilhar vídeos, incentivando outros a experimentar a atividade.
  • Apesar da riqueza, ambas mantêm contas privadas nas redes sociais, evitando exposição pública.
  • Livia tinha apenas 11 anos quando perdeu o avô Werner, com quem tinha uma relação próxima na infância.
  • Dora concluiu sua graduação em arquitetura em 2020, mas não há registros de atuação profissional na área.

Esses aspectos mostram como as irmãs equilibram uma herança bilionária com escolhas pessoais que fogem do padrão associado à riqueza extrema.

A WEG no cenário global

Com mais de 60 anos de história, a WEG se destaca como uma das maiores fabricantes de motores elétricos do mundo. Sua presença global é marcada por fábricas em 15 países e uma rede de distribuição que alcança mais de 135 mercados. Em 2023, a empresa produziu mais de 21 milhões de motores, atendendo a setores como manufatura, energia renovável e transporte. Esse alcance reflete-se em seu faturamento de R$ 32,5 bilhões, um marco que consolida sua relevância econômica.

A multinacional também é um motor de desenvolvimento em Santa Catarina, onde emprega milhares de trabalhadores e impulsiona a economia local. Seus mais de 4.300 engenheiros são responsáveis por inovações que mantêm a WEG na vanguarda do setor eletroeletrônico. A combinação de tecnologia avançada e gestão eficiente garante à empresa uma posição de destaque, beneficiando diretamente os herdeiros como Livia e Dora.

O legado dos fundadores Werner Ricardo Voigt, Geraldo Werninghaus e Eggon João da Silva vai além dos números. A WEG transformou Jaraguá do Sul em um polo industrial e colocou o Brasil no mapa global da engenharia elétrica. Para as irmãs Voigt, esse sucesso se traduz em uma fortuna que cresce ano após ano, mesmo sem envolvimento direto na operação da companhia.

Jovens bilionários no mundo

Livia Voigt não está sozinha entre os jovens mais ricos do planeta. A lista da Forbes de 2025 destaca outros herdeiros com menos de 30 anos que também herdaram fortunas impressionantes. Johannes von Baumbach, de 19 anos, lidera o ranking com US$ 5,4 bilhões, fruto de sua herança na Boehringer Ingelheim, uma das maiores farmacêuticas do mundo. O italiano Clemente Del Vecchio, de 20 anos, aparece com US$ 6,6 bilhões, herdados da EssilorLuxottica, dona de marcas como Ray-Ban.

No caso de Livia e Dora, suas fortunas de US$ 1,2 bilhão cada as colocam em uma posição única no Brasil. Elas são as únicas representantes femininas entre os cinco brasileiros mais jovens na lista da Forbes, que inclui ainda seus primos Eduardo e Mariana. Esse cenário reflete uma tendência global: a transferência de riqueza para uma nova geração, muitas vezes sem envolvimento ativo nos negócios que sustentam seus patrimônios.

A predominância de herdeiros entre os bilionários mais jovens é um fenômeno destacado pela Forbes. Dos 21 nomes com menos de 30 anos na lista de 2025, apenas dois construíram suas fortunas do zero: o australiano Ed Craven, do cassino online Stake.com, e o americano Alexandr Wang, da Scale AI. Os demais, como as irmãs Voigt, devem suas riquezas a legados familiares consolidados ao longo de décadas.

Cronograma da ascensão da WEG

A história da WEG é marcada por marcos que explicam seu sucesso e a riqueza de seus herdeiros. Veja os principais momentos:

  • 1961: Fundação da WEG por Werner Ricardo Voigt, Geraldo Werninghaus e Eggon João da Silva em Jaraguá do Sul.
  • Anos 1980: Expansão internacional começa com exportações para a América Latina e Europa.
  • 2000: Abertura de capital na Bolsa de Valores, consolidando a WEG como multinacional.
  • 2016: Morte de Werner Ricardo Voigt, aos 86 anos, iniciando a transferência de ações para os herdeiros.
  • 2023: Faturamento atinge R$ 32,5 bilhões, com produção de mais de 21 milhões de motores.

Esse cronograma mostra como a empresa evoluiu de uma iniciativa local para uma potência global, garantindo a fortuna de Livia, Dora e outros descendentes.

O legado de Werner Ricardo Voigt

Werner Ricardo Voigt deixou uma marca indelével na indústria brasileira. Nascido em Santa Catarina, ele foi um dos visionários que transformaram a WEG em um nome reconhecido mundialmente. Sua morte, em 2016, marcou o início de uma nova fase para a família, com a transferência de ações para os netos, incluindo Livia e Dora. Aos 86 anos, Werner já havia consolidado um império que hoje sustenta dezenas de bilionários.

A influência de Werner vai além dos negócios. Sua proximidade com Livia na infância, registrada em fotos de 2015, mostra um lado humano que contrasta com sua imagem de empreendedor implacável. Para Dora, que tinha 19 anos na época da morte do avô, o legado também se reflete na liberdade de seguir seus próprios interesses, como a arquitetura e o pole dance. A visão de Werner continua a impulsionar a WEG, garantindo que sua família permaneça entre os mais ricos do Brasil.

A ausência de envolvimento das irmãs na gestão da empresa não diminui a importância do legado. A WEG segue crescendo, com novos investimentos em tecnologia e expansão global, o que assegura a valorização das ações herdadas. Para Livia e Dora, a herança de Werner é tanto uma fonte de riqueza quanto um símbolo de uma história de sucesso que atravessa gerações.

Santa Catarina como polo de bilionários

Santa Catarina destaca-se no cenário nacional por abrigar um número expressivo de bilionários, muitos deles ligados à WEG. Além de Livia e Dora, outros herdeiros como Anne Werninghaus, com R$ 6,96 bilhões, e Mariana Voigt Schwartz Gomes, com R$ 4,96 bilhões, reforçam a relevância do estado. A multinacional é responsável por colocar 19 catarinenses na lista da Forbes, um feito atribuído ao sucesso de sua operação em Jaraguá do Sul.

A economia do estado beneficia-se diretamente da presença da WEG, que emprega milhares de pessoas e atrai investimentos. Com 34 unidades produtoras e mais de 39 mil funcionários, a empresa é um pilar do desenvolvimento regional. Esse impacto econômico explica por que Santa Catarina se tornou um celeiro de bilionários, com a família Voigt e outros herdeiros no centro desse fenômeno.

A combinação de inovação industrial e gestão familiar fez da WEG um caso único no Brasil. Para Livia e Dora, viver em um estado que respira o sucesso da empresa significa carregar um legado que vai além da riqueza pessoal, conectando-as a uma história de transformação econômica e social.



Livia Voigt, aos 20 anos, e Dora Voigt de Assis, aos 27, emergem como figuras de destaque no cenário econômico brasileiro. Ambas são netas de Werner Ricardo Voigt, um dos fundadores da WEG, multinacional catarinense que se consolidou como a maior fabricante de motores elétricos da América Latina. Com uma fortuna estimada em US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 6,8 bilhões) para cada uma, as irmãs aparecem na lista anual da Forbes como as bilionárias mais jovens do Brasil. Elas herdaram participações de 3,1% na empresa familiar, mas optam por uma vida longe dos holofotes, sem ocupar cargos executivos ou de conselho na companhia. A discrição, aliada ao peso da herança, reflete a força de um legado que atravessa gerações e posiciona a WEG como um símbolo de sucesso industrial no país.

A trajetória das irmãs está intrinsecamente ligada à história da WEG, fundada em 1961 por Werner Ricardo Voigt, Geraldo Werninghaus e Eggon João da Silva, em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. O avô de Livia e Dora, falecido em 2016 aos 86 anos, deixou um império que hoje exporta para mais de 135 países e faturou R$ 32,5 bilhões em 2023. Apesar da riqueza, as jovens mantêm um perfil reservado. Livia, estudante de psicologia, e Dora, formada em arquitetura, representam uma nova geração de herdeiros que não se envolvem diretamente na gestão, mas beneficiam-se do crescimento contínuo da empresa, que se destaca no mercado global de equipamentos elétricos.

Já se passaram quase nove anos desde a morte de Werner, mas o impacto de sua visão segue vivo. A WEG, que começou como uma pequena operação em Santa Catarina, transformou-se em uma multinacional de capital aberto, com fábricas em mais de dez países e uma força de trabalho que ultrapassa 39 mil funcionários. As irmãs Voigt, ao lado de outros herdeiros da família, como os primos Eduardo Voigt Schwartz e Mariana Voigt Schwartz Gomes, integram um grupo seleto de 29 bilionários brasileiros ligados à companhia na lista da Forbes. Esse número reforça a capacidade da empresa de gerar riqueza e consolidar um legado familiar que vai além das fronteiras nacionais.

Quem são Livia e Dora Voigt

Nascidas em uma família marcada pelo empreendedorismo, Livia e Dora Voigt carregam o sobrenome de um dos pilares da indústria brasileira. Livia, a mais jovem das duas, tem apenas 20 anos e está cursando psicologia em uma universidade não divulgada. Sua fortuna de US$ 1,2 bilhão a coloca como a segunda bilionária mais jovem do mundo, atrás apenas do alemão Johannes von Baumbach, de 19 anos, herdeiro da farmacêutica Boehringer Ingelheim. Apesar da proximidade com o avô Werner durante a infância, evidenciada em fotos antigas nas redes sociais, ela mantém um perfil discreto, com contas privadas e pouca exposição pública.

Dora, por sua vez, é sete anos mais velha e já concluiu sua formação em arquitetura, em 2020. Assim como a irmã, ela não assume funções na WEG, preferindo uma vida reservada. Apaixonada por pole dance, Dora compartilha esporadicamente vídeos da prática em sua conta no TikTok, onde também incentiva outros a explorarem a atividade. Sua fortuna, idêntica à de Livia, reflete a igualdade na divisão das ações herdadas, um padrão comum entre os descendentes dos fundadores da empresa. A discrição das duas contrasta com a magnitude de seu patrimônio, que cresceu US$ 100 milhões em relação ao ano anterior.

O império da WEG e sua influência

Fundada há mais de seis décadas, a WEG é um exemplo raro de empresa familiar brasileira que alcançou projeção global. Com sede em Jaraguá do Sul, a companhia se especializou na produção de motores elétricos, geradores, transformadores e outros equipamentos eletroeletrônicos. Em 2023, seu faturamento atingiu R$ 32,5 bilhões, resultado de uma operação que abrange cinco continentes e emprega mais de 4.300 engenheiros. A multinacional exporta mais de 21 milhões de motores anualmente, atendendo a uma demanda crescente em setores como indústria, energia e infraestrutura.

A força da WEG não se limita aos números. A empresa é reconhecida como uma das maiores empregadoras de Santa Catarina e um polo econômico que transformou a região. Dos 69 brasileiros na lista de bilionários da Forbes em 2024, quatro carregam o sobrenome Voigt, incluindo Livia, Dora e seus primos Eduardo e Mariana. Além disso, outros 25 membros de famílias ligadas aos fundadores também figuram entre os mais ricos do país, totalizando 29 bilionários associados à companhia. Esse grupo acumula um patrimônio conjunto de R$ 85,53 bilhões, evidenciando o impacto da WEG na criação de riqueza.

A ascensão da empresa ao longo dos anos reflete uma estratégia sólida de inovação e expansão. Desde sua fundação, a WEG passou de uma pequena fabricante local a uma multinacional presente em mais de dez países, com unidades industriais na China, Índia, Estados Unidos e Europa. A morte de Werner Ricardo Voigt, em 2016, não interrompeu esse crescimento. Pelo contrário, a companhia continuou a prosperar, mantendo a família Voigt e outros herdeiros como acionistas relevantes, mesmo sem participação ativa na gestão.

Herdeiras em foco: a vida além da riqueza

Enquanto Livia e Dora desfrutam de uma fortuna que as coloca no topo das jovens mais ricas do Brasil, suas escolhas pessoais revelam um contraste com o estereótipo de bilionários ostentadores. Livia, ainda na universidade, dedica-se aos estudos de psicologia, uma área que sugere interesse em compreender o comportamento humano. Sua infância foi marcada pela convivência com o avô Werner, com quem tinha laços afetivos evidentes em registros antigos. Após a morte dele, quando ela tinha apenas 11 anos, a jovem passou a valorizar ainda mais a privacidade.

Dora, por outro lado, encontrou na arquitetura e no pole dance formas de expressão pessoal. Graduada há quatro anos, ela não seguiu carreira na gestão empresarial, optando por projetos individuais e um estilo de vida discreto. Sua presença nas redes sociais é limitada, com contas privadas e publicações esparsas que destacam sua paixão pela dança. Esse distanciamento das duas irmãs do dia a dia da WEG reforça uma tendência entre os herdeiros mais jovens da empresa: a preferência por manter a riqueza como um suporte, e não como uma identidade pública.

A discrição das irmãs não é exceção na família Voigt. Seus primos, Eduardo Voigt Schwartz, de 34 anos, e Mariana Voigt Schwartz Gomes, de 38, também aparecem na lista da Forbes com fortunas semelhantes, avaliadas em US$ 1,3 bilhão cada. Eduardo é um dos principais acionistas individuais da WEG, enquanto Mariana se destaca como empresária no setor de design de interiores em Florianópolis. Assim como Livia e Dora, eles não ocupam cargos executivos, mas beneficiam-se do sucesso contínuo da multinacional.

Os números por trás da fortuna

A fortuna de Livia e Dora Voigt é resultado direto de sua participação acionária na WEG. Cada uma detém 3,1% das ações da empresa, um percentual que, embora pequeno em proporção, representa bilhões devido ao valor de mercado da companhia. Em 2023, a multinacional registrou um faturamento de R$ 32,5 bilhões, consolidando sua posição como líder no setor de equipamentos elétricos. Esse desempenho reflete-se no aumento de US$ 100 milhões no patrimônio das irmãs em relação ao ano anterior, quando suas fortunas eram estimadas em US$ 1,1 bilhão cada.

Outros membros da família também se destacam entre os mais ricos do Brasil. Anne Werninghaus, neta de Geraldo Werninghaus, outro cofundador da WEG, possui uma fortuna de R$ 6,96 bilhões, sendo a maior acionista individual entre os herdeiros. Mariana Voigt Schwartz Gomes, com R$ 4,96 bilhões, e Eduardo Voigt Schwartz, com R$ 6,5 bilhões, completam o quarteto Voigt na lista da Forbes. Esses valores mostram como a empresa se tornou uma “fábrica de bilionários”, com 29 membros ligados à companhia entre os mais ricos do país.

A riqueza gerada pela WEG não é um fenômeno isolado. A multinacional opera em um mercado global altamente competitivo, exportando para mais de 135 países e mantendo fábricas em locais estratégicos. Sua capacidade de inovação e adaptação às demandas industriais garante lucros consistentes, que se traduzem em dividendos para os acionistas, incluindo as irmãs Voigt e seus familiares.

Curiosidades sobre as bilionárias mais jovens

As vidas de Livia e Dora Voigt despertam interesse não apenas pela fortuna, mas também pelos detalhes que revelam suas personalidades. Aqui estão algumas curiosidades sobre as irmãs:

  • Livia é a segunda bilionária mais jovem do mundo, atrás apenas de Johannes von Baumbach, de 19 anos, com US$ 5,4 bilhões.
  • Dora pratica pole dance e usa o TikTok para compartilhar vídeos, incentivando outros a experimentar a atividade.
  • Apesar da riqueza, ambas mantêm contas privadas nas redes sociais, evitando exposição pública.
  • Livia tinha apenas 11 anos quando perdeu o avô Werner, com quem tinha uma relação próxima na infância.
  • Dora concluiu sua graduação em arquitetura em 2020, mas não há registros de atuação profissional na área.

Esses aspectos mostram como as irmãs equilibram uma herança bilionária com escolhas pessoais que fogem do padrão associado à riqueza extrema.

A WEG no cenário global

Com mais de 60 anos de história, a WEG se destaca como uma das maiores fabricantes de motores elétricos do mundo. Sua presença global é marcada por fábricas em 15 países e uma rede de distribuição que alcança mais de 135 mercados. Em 2023, a empresa produziu mais de 21 milhões de motores, atendendo a setores como manufatura, energia renovável e transporte. Esse alcance reflete-se em seu faturamento de R$ 32,5 bilhões, um marco que consolida sua relevância econômica.

A multinacional também é um motor de desenvolvimento em Santa Catarina, onde emprega milhares de trabalhadores e impulsiona a economia local. Seus mais de 4.300 engenheiros são responsáveis por inovações que mantêm a WEG na vanguarda do setor eletroeletrônico. A combinação de tecnologia avançada e gestão eficiente garante à empresa uma posição de destaque, beneficiando diretamente os herdeiros como Livia e Dora.

O legado dos fundadores Werner Ricardo Voigt, Geraldo Werninghaus e Eggon João da Silva vai além dos números. A WEG transformou Jaraguá do Sul em um polo industrial e colocou o Brasil no mapa global da engenharia elétrica. Para as irmãs Voigt, esse sucesso se traduz em uma fortuna que cresce ano após ano, mesmo sem envolvimento direto na operação da companhia.

Jovens bilionários no mundo

Livia Voigt não está sozinha entre os jovens mais ricos do planeta. A lista da Forbes de 2025 destaca outros herdeiros com menos de 30 anos que também herdaram fortunas impressionantes. Johannes von Baumbach, de 19 anos, lidera o ranking com US$ 5,4 bilhões, fruto de sua herança na Boehringer Ingelheim, uma das maiores farmacêuticas do mundo. O italiano Clemente Del Vecchio, de 20 anos, aparece com US$ 6,6 bilhões, herdados da EssilorLuxottica, dona de marcas como Ray-Ban.

No caso de Livia e Dora, suas fortunas de US$ 1,2 bilhão cada as colocam em uma posição única no Brasil. Elas são as únicas representantes femininas entre os cinco brasileiros mais jovens na lista da Forbes, que inclui ainda seus primos Eduardo e Mariana. Esse cenário reflete uma tendência global: a transferência de riqueza para uma nova geração, muitas vezes sem envolvimento ativo nos negócios que sustentam seus patrimônios.

A predominância de herdeiros entre os bilionários mais jovens é um fenômeno destacado pela Forbes. Dos 21 nomes com menos de 30 anos na lista de 2025, apenas dois construíram suas fortunas do zero: o australiano Ed Craven, do cassino online Stake.com, e o americano Alexandr Wang, da Scale AI. Os demais, como as irmãs Voigt, devem suas riquezas a legados familiares consolidados ao longo de décadas.

Cronograma da ascensão da WEG

A história da WEG é marcada por marcos que explicam seu sucesso e a riqueza de seus herdeiros. Veja os principais momentos:

  • 1961: Fundação da WEG por Werner Ricardo Voigt, Geraldo Werninghaus e Eggon João da Silva em Jaraguá do Sul.
  • Anos 1980: Expansão internacional começa com exportações para a América Latina e Europa.
  • 2000: Abertura de capital na Bolsa de Valores, consolidando a WEG como multinacional.
  • 2016: Morte de Werner Ricardo Voigt, aos 86 anos, iniciando a transferência de ações para os herdeiros.
  • 2023: Faturamento atinge R$ 32,5 bilhões, com produção de mais de 21 milhões de motores.

Esse cronograma mostra como a empresa evoluiu de uma iniciativa local para uma potência global, garantindo a fortuna de Livia, Dora e outros descendentes.

O legado de Werner Ricardo Voigt

Werner Ricardo Voigt deixou uma marca indelével na indústria brasileira. Nascido em Santa Catarina, ele foi um dos visionários que transformaram a WEG em um nome reconhecido mundialmente. Sua morte, em 2016, marcou o início de uma nova fase para a família, com a transferência de ações para os netos, incluindo Livia e Dora. Aos 86 anos, Werner já havia consolidado um império que hoje sustenta dezenas de bilionários.

A influência de Werner vai além dos negócios. Sua proximidade com Livia na infância, registrada em fotos de 2015, mostra um lado humano que contrasta com sua imagem de empreendedor implacável. Para Dora, que tinha 19 anos na época da morte do avô, o legado também se reflete na liberdade de seguir seus próprios interesses, como a arquitetura e o pole dance. A visão de Werner continua a impulsionar a WEG, garantindo que sua família permaneça entre os mais ricos do Brasil.

A ausência de envolvimento das irmãs na gestão da empresa não diminui a importância do legado. A WEG segue crescendo, com novos investimentos em tecnologia e expansão global, o que assegura a valorização das ações herdadas. Para Livia e Dora, a herança de Werner é tanto uma fonte de riqueza quanto um símbolo de uma história de sucesso que atravessa gerações.

Santa Catarina como polo de bilionários

Santa Catarina destaca-se no cenário nacional por abrigar um número expressivo de bilionários, muitos deles ligados à WEG. Além de Livia e Dora, outros herdeiros como Anne Werninghaus, com R$ 6,96 bilhões, e Mariana Voigt Schwartz Gomes, com R$ 4,96 bilhões, reforçam a relevância do estado. A multinacional é responsável por colocar 19 catarinenses na lista da Forbes, um feito atribuído ao sucesso de sua operação em Jaraguá do Sul.

A economia do estado beneficia-se diretamente da presença da WEG, que emprega milhares de pessoas e atrai investimentos. Com 34 unidades produtoras e mais de 39 mil funcionários, a empresa é um pilar do desenvolvimento regional. Esse impacto econômico explica por que Santa Catarina se tornou um celeiro de bilionários, com a família Voigt e outros herdeiros no centro desse fenômeno.

A combinação de inovação industrial e gestão familiar fez da WEG um caso único no Brasil. Para Livia e Dora, viver em um estado que respira o sucesso da empresa significa carregar um legado que vai além da riqueza pessoal, conectando-as a uma história de transformação econômica e social.



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