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4 Apr 2025, Fri

Apple encerra iPhone 14 e SE em 2025 e acelera caminho para o iPhone 17 com chip A18

Iphone apple


Em março de 2025, a Apple tomou uma decisão que impacta diretamente sua base de mais de 1,2 bilhão de usuários ativos de iPhone ao redor do mundo: a descontinuação dos modelos iPhone 14, iPhone 14 Plus e iPhone SE de terceira geração. Esses aparelhos, lançados em 2022, foram amplamente adotados por oferecerem um equilíbrio entre desempenho sólido, design funcional e preços acessíveis, mas agora cedem lugar a uma nova fase tecnológica da empresa. A estratégia reflete o foco em chips mais potentes, como o A18, telas avançadas e a integração com a Apple Intelligence, preparando o terreno para a chegada da série iPhone 17, prevista para setembro de 2025. A mudança, embora esperada no ciclo de renovação da marca, levanta debates sobre o destino dos dispositivos ainda em uso e as alternativas para quem depende desses modelos no dia a dia.

A transição não pegou de surpresa quem acompanha o ritmo acelerado da Apple. O iPhone 14 e o 14 Plus, equipados com o chip A15 Bionic, trouxeram avanços como fotografia computacional aprimorada e uma tela maior na versão Plus, enquanto o iPhone SE de terceira geração se destacou pelo design compacto e custo competitivo. Agora, a empresa direciona os consumidores para aparelhos mais recentes, como a linha iPhone 16, lançada em 2024, e o iPhone 16e, apresentado em março de 2025 como uma evolução acessível do SE. Esse movimento evidencia a intenção de alinhar o portfólio com o iOS 19 e tecnologias de inteligência artificial que exigem hardware mais robusto, marcando uma nova etapa na evolução dos smartphones da marca.

Reações dos usuários à notícia mostram um cenário dividido. Enquanto alguns já planejam migrar para modelos como o iPhone 15 ou 16, outros expressam preocupação com a durabilidade de seus aparelhos atuais, especialmente em mercados emergentes onde os lançamentos mais recentes têm preços elevados. A Apple, por sua vez, mantém a estratégia de facilitar essa transição com programas de troca e suporte prolongado, garantindo que os modelos descontinuados continuem operacionais por alguns anos. Esse equilíbrio entre inovação e suporte a dispositivos legados define os rumos da empresa para 2025, com foco em manter sua base de usuários conectada ao ecossistema.

Por que a Apple aposentou esses modelos

A descontinuação do iPhone 14, 14 Plus e SE de terceira geração segue uma lógica consolidada na trajetória da Apple. Esses aparelhos, embora eficientes em seu lançamento, foram superados por avanços significativos nas linhas mais recentes. O chip A15 Bionic, presente nos três modelos, perde em eficiência energética e capacidade de processamento para o A16 Bionic do iPhone 15 e o A18 da série iPhone 16, que suportam melhor recursos de inteligência artificial e multitarefa. Além disso, a ausência de tecnologias como o Dynamic Island e telas ProMotion de 120 Hz nos modelos aposentados os coloca em desvantagem frente aos padrões atuais da empresa.

Outro fator determinante é a otimização da cadeia de produção. Ao encerrar a fabricação de modelos mais antigos, a Apple redireciona recursos para linhas premium, como os iPhones Pro, que responderam por 60% da receita da categoria no último trimestre de 2024. Essa decisão não só eleva as margens de lucro, mas também ajusta a produção às demandas do mercado por tecnologias como 5G mais rápido e câmeras de 48 MP, já amplamente adotadas nos lançamentos recentes. A estratégia reforça a visão de longo prazo da empresa, centrada em inovação contínua e alinhamento com tendências globais.

A compatibilidade com softwares futuros também pesa na decisão. O iOS 19, esperado para setembro de 2025, trará requisitos de hardware que os modelos descontinuados podem não atender plenamente a longo prazo. Com isso, a Apple busca assegurar que os usuários tenham acesso contínuo a atualizações de segurança e novos recursos, algo mais viável em dispositivos com chips modernos. Essa abordagem explica a rapidez na transição para a próxima geração de iPhones, mantendo o ecossistema atualizado e funcional.

Impactos para quem usa iPhone 14 e SE hoje

Proprietários dos modelos descontinuados não enfrentarão problemas imediatos, mas o futuro reserva desafios. Lançados em 2022, o iPhone 14, 14 Plus e SE de terceira geração devem receber atualizações completas do iOS por pelo menos mais dois ou três anos, possivelmente até o iOS 20 ou 21, com suporte estimado até 2027. Atualizações de segurança podem se estender até 2028, mas, após esse período, os aparelhos perderão compatibilidade com novos recursos e aplicativos que demandam hardware mais avançado, como o chip A18 ou superior.

No Brasil, onde o iPhone 14 ainda é uma opção popular por equilibrar custo e desempenho, o fim da produção pode dificultar a vida de quem não planeja investir em modelos mais caros. O iPhone SE, com seu apelo em mercados emergentes devido ao tamanho compacto e preço acessível, deixa um vazio que o iPhone 16e, lançado em março de 2025, tenta preencher. Além disso, o mercado de usados ganha força, com o iPhone 14 representando 15% das vendas globais de iPhones recondicionados em 2024, uma tendência que deve crescer nos próximos anos.

Para suavizar essa mudança, a Apple ampliou seu programa de troca em 2025, oferecendo descontos de até US$ 300 na troca por modelos mais novos, dependendo do estado do aparelho. Essa iniciativa visa manter os usuários no ecossistema, que inclui serviços como Apple Music e iCloud, enquanto incentiva a adoção de tecnologias recentes. A estratégia combina suporte ao legado com um empurrão para o futuro, atendendo a diferentes perfis de consumidores.

Alternativas disponíveis no portfólio da Apple

Quem busca substituir os modelos descontinuados encontra diversas opções na linha atual da Apple. O iPhone 15, nas versões padrão e Plus, oferece um sensor de câmera de 48 MP e o chip A16 Bionic, garantindo melhor desempenho e eficiência energética. Já o iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados em 2024, trazem telas ProMotion de 120 Hz e o chip A18 Pro, ideais para quem precisa de potência para jogos, edição de vídeo ou fotografia avançada.

Uma alternativa acessível é o iPhone 16e, lançado em março de 2025. Com preço competitivo e equipado com o chip A18, ele herda o legado do SE, mirando usuários que priorizam custo-benefício sem abrir mão de tecnologia moderna. No mercado de usados, o iPhone 14 e o SE de terceira geração devem permanecer disponíveis por anos, especialmente em plataformas de revenda, onde a demanda por modelos descontinuados subiu 20% após a saída do iPhone 13 em 2023. A escolha entre novo ou usado depende das necessidades e do orçamento de cada usuário.

  • iPhone 15: câmera de 48 MP, chip A16 Bionic, porta USB-C.
  • iPhone 16 Pro: tela de 120 Hz, chip A18 Pro, sistema de câmera tripla.
  • iPhone 16e: design acessível, chip A18, foco em custo-benefício.
Apple Store
Apple Store – Foto: JHVEPhoto / Shutterstock.com

Cronograma de suporte para os modelos afetados

A Apple mantém um padrão claro ao descontinuar iPhones, oferecendo suporte por cerca de cinco anos após o lançamento. Para o iPhone 14, 14 Plus e SE de terceira geração, o cronograma projetado inclui o fim das vendas oficiais em 2025, com atualizações completas do iOS até 2026 ou 2027, possivelmente alcançando o iOS 20. Atualizações de segurança devem seguir até 2028, encerrando o ciclo de vida desses aparelhos.

Esse período dá aos usuários tempo suficiente para planejar a transição, mas destaca a importância de manter os dispositivos atualizados enquanto o suporte estiver ativo. Após 2028, limitações com aplicativos que exigem versões mais recentes do iOS devem surgir, um caminho comum para iPhones mais antigos que perdem compatibilidade ao longo do tempo.

Como o mercado global reage à mudança

A retirada desses modelos do portfólio da Apple vai além dos usuários individuais e afeta cadeias de suprimentos e varejo. Fabricantes de acessórios, como capas e carregadores, podem reduzir a produção para os aparelhos afetados, enquanto lojistas ajustam estoques para evitar perdas. A descontinuação do iPhone 13 em 2023 elevou o mercado de usados em 20%, e um impacto semelhante é esperado agora, favorecendo compradores econômicos e plataformas de revenda.

Com 20% do mercado global de smartphones em 2024, a Apple reforça sua posição ao priorizar modelos premium. Essa escolha, porém, pode pressionar varejistas menores em regiões onde o iPhone SE era uma porta de entrada acessível ao ecossistema. A produção em larga escala do iPhone 16 e do futuro iPhone 17 deve compensar essa lacuna, sustentando o crescimento da empresa em um cenário competitivo.

A sustentabilidade também entra em jogo. Ao focar em aparelhos com maior eficiência energética e materiais reciclados, a Apple avança em suas metas de neutralidade de carbono, unindo inovação tecnológica a compromissos ambientais. Essa abordagem reflete uma visão estratégica que vai além do lucro imediato.

Dicas práticas para prolongar a vida dos iPhones afetados

Maximizar o uso do iPhone 14, 14 Plus e SE de terceira geração exige cuidados simples. Manter o sistema operacional atualizado garante segurança e desempenho, enquanto monitorar a saúde da bateria, com trocas em serviços autorizados se necessário, evita problemas de durabilidade. Vender ou trocar o aparelho antes que seu valor caia no mercado é outra opção para quem planeja um upgrade.

Essas medidas mantêm os dispositivos funcionais durante o período de suporte oficial, oferecendo uma transição suave para usuários que ainda não estão prontos para investir em modelos mais recentes. A combinação de manutenção e planejamento financeiro pode estender a utilidade desses iPhones por anos.

O que o iPhone 17 trará de novo

A descontinuação pavimenta o caminho para o iPhone 17, esperado para setembro de 2025. Rumores apontam para o modelo Air, com design ultrafino e leve, além de recursos avançados de inteligência artificial, como ferramentas generativas da Apple Intelligence. O iOS 19, apresentado na WWDC em junho, promete personalização aprimorada e integração mais profunda entre iPhones, iPads e Macs, elevando a experiência do ecossistema.

Entre 2022 e 2024, mais de 300 milhões de iPhones foram vendidos globalmente, e a Apple quer manter esse ritmo com tecnologias como realidade aumentada e 5G otimizado. Afastar-se de modelos antigos para opções mais avançadas reforça a aposta em um futuro conectado e tecnologicamente superior.

Avanços no ecossistema Apple em 2025

Além dos iPhones, a Apple renova sua linha de produtos em 2025. O iPad Air, lançado em março com o chip M3, e o MacBook Air com M4 destacam o uso de processadores próprios, que devem equipar futuros iPhones. Recursos como o iPhone Mirroring, que espelha a tela do celular no Mac, e a integração do PayPal com o Apple Pay melhoram a conectividade entre dispositivos.

A sustentabilidade segue como prioridade, com aumento de materiais reciclados e redução de plástico nas embalagens. Esses esforços acompanham a eliminação gradual de modelos antigos, alinhando inovação com metas ambientais ambiciosas que a empresa persegue há anos.

Calendário da WWDC e do iOS 19

Marcada para 9 a 13 de junho de 2025, a Worldwide Developers Conference (WWDC) apresentará o iOS 19. O sistema operacional deve trazer uma interface inspirada no visionOS, com elementos translúcidos e maior personalização, além de melhorias na Apple Intelligence, como uma Siri mais natural. Confira as datas principais:

  • 9 de junho: Keynote com anúncio do iOS 19.
  • 9 a 13 de junho: Sessões para desenvolvedores.
  • Setembro: Lançamento oficial do iOS 19.

Esse evento definirá os rumos da Apple para o segundo semestre, incluindo o iPhone 17, consolidando sua estratégia para o ano.

Efeitos duradouros para usuários e mercado

A aposentadoria do iPhone 14, 14 Plus e SE sinaliza ciclos de dispositivos mais curtos. Usuários terão que se adaptar a um ritmo de atualização mais rápido, especialmente em regiões onde modelos premium são caros. No mercado, a demanda por iPhones usados deve crescer, enquanto a Apple foca em consolidar sua liderança com aparelhos de ponta.

A produção do iPhone 17, com destaque para o modelo Air, e a expansão do ecossistema com dispositivos como o MacBook Air M4 mostram que a empresa não desacelera. Esses passos reforçam a Apple como referência tecnológica, mantendo milhões de usuários conectados a um futuro de inovação constante.



Em março de 2025, a Apple tomou uma decisão que impacta diretamente sua base de mais de 1,2 bilhão de usuários ativos de iPhone ao redor do mundo: a descontinuação dos modelos iPhone 14, iPhone 14 Plus e iPhone SE de terceira geração. Esses aparelhos, lançados em 2022, foram amplamente adotados por oferecerem um equilíbrio entre desempenho sólido, design funcional e preços acessíveis, mas agora cedem lugar a uma nova fase tecnológica da empresa. A estratégia reflete o foco em chips mais potentes, como o A18, telas avançadas e a integração com a Apple Intelligence, preparando o terreno para a chegada da série iPhone 17, prevista para setembro de 2025. A mudança, embora esperada no ciclo de renovação da marca, levanta debates sobre o destino dos dispositivos ainda em uso e as alternativas para quem depende desses modelos no dia a dia.

A transição não pegou de surpresa quem acompanha o ritmo acelerado da Apple. O iPhone 14 e o 14 Plus, equipados com o chip A15 Bionic, trouxeram avanços como fotografia computacional aprimorada e uma tela maior na versão Plus, enquanto o iPhone SE de terceira geração se destacou pelo design compacto e custo competitivo. Agora, a empresa direciona os consumidores para aparelhos mais recentes, como a linha iPhone 16, lançada em 2024, e o iPhone 16e, apresentado em março de 2025 como uma evolução acessível do SE. Esse movimento evidencia a intenção de alinhar o portfólio com o iOS 19 e tecnologias de inteligência artificial que exigem hardware mais robusto, marcando uma nova etapa na evolução dos smartphones da marca.

Reações dos usuários à notícia mostram um cenário dividido. Enquanto alguns já planejam migrar para modelos como o iPhone 15 ou 16, outros expressam preocupação com a durabilidade de seus aparelhos atuais, especialmente em mercados emergentes onde os lançamentos mais recentes têm preços elevados. A Apple, por sua vez, mantém a estratégia de facilitar essa transição com programas de troca e suporte prolongado, garantindo que os modelos descontinuados continuem operacionais por alguns anos. Esse equilíbrio entre inovação e suporte a dispositivos legados define os rumos da empresa para 2025, com foco em manter sua base de usuários conectada ao ecossistema.

Por que a Apple aposentou esses modelos

A descontinuação do iPhone 14, 14 Plus e SE de terceira geração segue uma lógica consolidada na trajetória da Apple. Esses aparelhos, embora eficientes em seu lançamento, foram superados por avanços significativos nas linhas mais recentes. O chip A15 Bionic, presente nos três modelos, perde em eficiência energética e capacidade de processamento para o A16 Bionic do iPhone 15 e o A18 da série iPhone 16, que suportam melhor recursos de inteligência artificial e multitarefa. Além disso, a ausência de tecnologias como o Dynamic Island e telas ProMotion de 120 Hz nos modelos aposentados os coloca em desvantagem frente aos padrões atuais da empresa.

Outro fator determinante é a otimização da cadeia de produção. Ao encerrar a fabricação de modelos mais antigos, a Apple redireciona recursos para linhas premium, como os iPhones Pro, que responderam por 60% da receita da categoria no último trimestre de 2024. Essa decisão não só eleva as margens de lucro, mas também ajusta a produção às demandas do mercado por tecnologias como 5G mais rápido e câmeras de 48 MP, já amplamente adotadas nos lançamentos recentes. A estratégia reforça a visão de longo prazo da empresa, centrada em inovação contínua e alinhamento com tendências globais.

A compatibilidade com softwares futuros também pesa na decisão. O iOS 19, esperado para setembro de 2025, trará requisitos de hardware que os modelos descontinuados podem não atender plenamente a longo prazo. Com isso, a Apple busca assegurar que os usuários tenham acesso contínuo a atualizações de segurança e novos recursos, algo mais viável em dispositivos com chips modernos. Essa abordagem explica a rapidez na transição para a próxima geração de iPhones, mantendo o ecossistema atualizado e funcional.

Impactos para quem usa iPhone 14 e SE hoje

Proprietários dos modelos descontinuados não enfrentarão problemas imediatos, mas o futuro reserva desafios. Lançados em 2022, o iPhone 14, 14 Plus e SE de terceira geração devem receber atualizações completas do iOS por pelo menos mais dois ou três anos, possivelmente até o iOS 20 ou 21, com suporte estimado até 2027. Atualizações de segurança podem se estender até 2028, mas, após esse período, os aparelhos perderão compatibilidade com novos recursos e aplicativos que demandam hardware mais avançado, como o chip A18 ou superior.

No Brasil, onde o iPhone 14 ainda é uma opção popular por equilibrar custo e desempenho, o fim da produção pode dificultar a vida de quem não planeja investir em modelos mais caros. O iPhone SE, com seu apelo em mercados emergentes devido ao tamanho compacto e preço acessível, deixa um vazio que o iPhone 16e, lançado em março de 2025, tenta preencher. Além disso, o mercado de usados ganha força, com o iPhone 14 representando 15% das vendas globais de iPhones recondicionados em 2024, uma tendência que deve crescer nos próximos anos.

Para suavizar essa mudança, a Apple ampliou seu programa de troca em 2025, oferecendo descontos de até US$ 300 na troca por modelos mais novos, dependendo do estado do aparelho. Essa iniciativa visa manter os usuários no ecossistema, que inclui serviços como Apple Music e iCloud, enquanto incentiva a adoção de tecnologias recentes. A estratégia combina suporte ao legado com um empurrão para o futuro, atendendo a diferentes perfis de consumidores.

Alternativas disponíveis no portfólio da Apple

Quem busca substituir os modelos descontinuados encontra diversas opções na linha atual da Apple. O iPhone 15, nas versões padrão e Plus, oferece um sensor de câmera de 48 MP e o chip A16 Bionic, garantindo melhor desempenho e eficiência energética. Já o iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados em 2024, trazem telas ProMotion de 120 Hz e o chip A18 Pro, ideais para quem precisa de potência para jogos, edição de vídeo ou fotografia avançada.

Uma alternativa acessível é o iPhone 16e, lançado em março de 2025. Com preço competitivo e equipado com o chip A18, ele herda o legado do SE, mirando usuários que priorizam custo-benefício sem abrir mão de tecnologia moderna. No mercado de usados, o iPhone 14 e o SE de terceira geração devem permanecer disponíveis por anos, especialmente em plataformas de revenda, onde a demanda por modelos descontinuados subiu 20% após a saída do iPhone 13 em 2023. A escolha entre novo ou usado depende das necessidades e do orçamento de cada usuário.

  • iPhone 15: câmera de 48 MP, chip A16 Bionic, porta USB-C.
  • iPhone 16 Pro: tela de 120 Hz, chip A18 Pro, sistema de câmera tripla.
  • iPhone 16e: design acessível, chip A18, foco em custo-benefício.
Apple Store
Apple Store – Foto: JHVEPhoto / Shutterstock.com

Cronograma de suporte para os modelos afetados

A Apple mantém um padrão claro ao descontinuar iPhones, oferecendo suporte por cerca de cinco anos após o lançamento. Para o iPhone 14, 14 Plus e SE de terceira geração, o cronograma projetado inclui o fim das vendas oficiais em 2025, com atualizações completas do iOS até 2026 ou 2027, possivelmente alcançando o iOS 20. Atualizações de segurança devem seguir até 2028, encerrando o ciclo de vida desses aparelhos.

Esse período dá aos usuários tempo suficiente para planejar a transição, mas destaca a importância de manter os dispositivos atualizados enquanto o suporte estiver ativo. Após 2028, limitações com aplicativos que exigem versões mais recentes do iOS devem surgir, um caminho comum para iPhones mais antigos que perdem compatibilidade ao longo do tempo.

Como o mercado global reage à mudança

A retirada desses modelos do portfólio da Apple vai além dos usuários individuais e afeta cadeias de suprimentos e varejo. Fabricantes de acessórios, como capas e carregadores, podem reduzir a produção para os aparelhos afetados, enquanto lojistas ajustam estoques para evitar perdas. A descontinuação do iPhone 13 em 2023 elevou o mercado de usados em 20%, e um impacto semelhante é esperado agora, favorecendo compradores econômicos e plataformas de revenda.

Com 20% do mercado global de smartphones em 2024, a Apple reforça sua posição ao priorizar modelos premium. Essa escolha, porém, pode pressionar varejistas menores em regiões onde o iPhone SE era uma porta de entrada acessível ao ecossistema. A produção em larga escala do iPhone 16 e do futuro iPhone 17 deve compensar essa lacuna, sustentando o crescimento da empresa em um cenário competitivo.

A sustentabilidade também entra em jogo. Ao focar em aparelhos com maior eficiência energética e materiais reciclados, a Apple avança em suas metas de neutralidade de carbono, unindo inovação tecnológica a compromissos ambientais. Essa abordagem reflete uma visão estratégica que vai além do lucro imediato.

Dicas práticas para prolongar a vida dos iPhones afetados

Maximizar o uso do iPhone 14, 14 Plus e SE de terceira geração exige cuidados simples. Manter o sistema operacional atualizado garante segurança e desempenho, enquanto monitorar a saúde da bateria, com trocas em serviços autorizados se necessário, evita problemas de durabilidade. Vender ou trocar o aparelho antes que seu valor caia no mercado é outra opção para quem planeja um upgrade.

Essas medidas mantêm os dispositivos funcionais durante o período de suporte oficial, oferecendo uma transição suave para usuários que ainda não estão prontos para investir em modelos mais recentes. A combinação de manutenção e planejamento financeiro pode estender a utilidade desses iPhones por anos.

O que o iPhone 17 trará de novo

A descontinuação pavimenta o caminho para o iPhone 17, esperado para setembro de 2025. Rumores apontam para o modelo Air, com design ultrafino e leve, além de recursos avançados de inteligência artificial, como ferramentas generativas da Apple Intelligence. O iOS 19, apresentado na WWDC em junho, promete personalização aprimorada e integração mais profunda entre iPhones, iPads e Macs, elevando a experiência do ecossistema.

Entre 2022 e 2024, mais de 300 milhões de iPhones foram vendidos globalmente, e a Apple quer manter esse ritmo com tecnologias como realidade aumentada e 5G otimizado. Afastar-se de modelos antigos para opções mais avançadas reforça a aposta em um futuro conectado e tecnologicamente superior.

Avanços no ecossistema Apple em 2025

Além dos iPhones, a Apple renova sua linha de produtos em 2025. O iPad Air, lançado em março com o chip M3, e o MacBook Air com M4 destacam o uso de processadores próprios, que devem equipar futuros iPhones. Recursos como o iPhone Mirroring, que espelha a tela do celular no Mac, e a integração do PayPal com o Apple Pay melhoram a conectividade entre dispositivos.

A sustentabilidade segue como prioridade, com aumento de materiais reciclados e redução de plástico nas embalagens. Esses esforços acompanham a eliminação gradual de modelos antigos, alinhando inovação com metas ambientais ambiciosas que a empresa persegue há anos.

Calendário da WWDC e do iOS 19

Marcada para 9 a 13 de junho de 2025, a Worldwide Developers Conference (WWDC) apresentará o iOS 19. O sistema operacional deve trazer uma interface inspirada no visionOS, com elementos translúcidos e maior personalização, além de melhorias na Apple Intelligence, como uma Siri mais natural. Confira as datas principais:

  • 9 de junho: Keynote com anúncio do iOS 19.
  • 9 a 13 de junho: Sessões para desenvolvedores.
  • Setembro: Lançamento oficial do iOS 19.

Esse evento definirá os rumos da Apple para o segundo semestre, incluindo o iPhone 17, consolidando sua estratégia para o ano.

Efeitos duradouros para usuários e mercado

A aposentadoria do iPhone 14, 14 Plus e SE sinaliza ciclos de dispositivos mais curtos. Usuários terão que se adaptar a um ritmo de atualização mais rápido, especialmente em regiões onde modelos premium são caros. No mercado, a demanda por iPhones usados deve crescer, enquanto a Apple foca em consolidar sua liderança com aparelhos de ponta.

A produção do iPhone 17, com destaque para o modelo Air, e a expansão do ecossistema com dispositivos como o MacBook Air M4 mostram que a empresa não desacelera. Esses passos reforçam a Apple como referência tecnológica, mantendo milhões de usuários conectados a um futuro de inovação constante.



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