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4 Apr 2025, Fri

Lula assina hoje antecipação do 13º para abril e maio

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Em um movimento aguardado por milhões de brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quinta-feira, 3 de abril de 2025, o decreto que oficializa a antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida, anunciada durante um evento em Brasília, garante o pagamento em duas parcelas, entre abril e maio, beneficiando 34,2 milhões de segurados e injetando R$ 73,3 bilhões na economia. A aprovação ocorre após semanas de expectativa, consolidando uma estratégia que aquece o consumo no primeiro semestre e oferece alívio financeiro em tempos de desafios econômicos. O valor, baseado na folha de fevereiro, reflete o peso da Previdência Social no sustento de famílias em todo o país.

A assinatura do decreto aconteceu em meio a um balanço das ações do governo, com a presença de ministros e autoridades. Diferente do calendário tradicional, que previa depósitos em agosto e novembro, os pagamentos agora começam em 24 de abril para a primeira parcela e seguem até 8 de junho para a segunda. A iniciativa, repetida pelo terceiro ano consecutivo, mantém a tendência iniciada em 2020, durante a pandemia, e reforçada em 2023 e 2024. Para os beneficiários, a notícia chega como um impulso bem-vindo, especialmente para os 70% que recebem até um salário mínimo, fixado em R$ 1.518.

Assinatura do decreto em 3 de abril

A aprovação do 13º antecipado neste 3 de abril marca um momento chave para o governo Lula. O decreto foi assinado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em um evento que destacou conquistas sociais e econômicas. A medida beneficia aposentados, pensionistas e segurados que recebem auxílios como incapacidade temporária, acidente ou reclusão. Cerca de 34,2 milhões de pessoas terão os valores depositados automaticamente, sem necessidade de solicitação, seguindo o número final do cartão de benefício.

O processo para a liberação começou a ganhar forma semanas atrás, com discussões entre o Ministério da Previdência e a equipe econômica. A aprovação do Orçamento de 2025 pelo Congresso, concluída recentemente, foi essencial para viabilizar a antecipação sem impacto fiscal adicional. O montante de R$ 73,3 bilhões já estava previsto no planejamento anual, e a mudança apenas ajusta o fluxo de desembolsos, trazendo os recursos meses antes do habitual.

A decisão também reflete uma resposta às pressões do custo de vida, que segue desafiando a população de baixa renda. Para os beneficiários, o dinheiro extra chega antes de despesas típicas do meio do ano, como contas sazonais e impostos, permitindo melhor planejamento financeiro. O governo estima que o impacto econômico será sentido em milhares de municípios, especialmente onde o INSS é a principal fonte de renda.

Calendário de pagamento confirmado

Com a aprovação em 3 de abril, o INSS já definiu as datas exatas dos depósitos. A primeira parcela, equivalente a 50% do benefício, será paga entre 24 de abril e 8 de maio, junto ao pagamento regular de abril. A segunda parcela, que inclui descontos como Imposto de Renda quando aplicável, entra nas contas entre 25 de maio e 8 de junho, acompanhando o benefício de maio. O escalonamento segue o padrão do instituto, baseado no número final do benefício.

Para quem recebe até um salário mínimo:

  • Final 1: 24 de abril (1ª parcela) e 25 de maio (2ª parcela)
  • Final 5: 30 de abril (1ª parcela) e 31 de maio (2ª parcela)
  • Final 0: 8 de maio (1ª parcela) e 8 de junho (2ª parcela)

Para quem recebe acima do salário mínimo:

  • Finais 1 e 6: 2 de maio (1ª parcela) e 3 de junho (2ª parcela)
  • Finais 4 e 9: 7 de maio (1ª parcela) e 7 de junho (2ª parcela)
  • Finais 5 e 0: 8 de maio (1ª parcela) e 8 de junho (2ª parcela)

Os segurados podem conferir os valores pelo aplicativo Meu INSS ou pela central 135, disponível das 7h às 22h, de segunda a sábado. A organização do calendário visa evitar congestionamentos nos bancos e facilitar o acesso aos recursos.

Impacto imediato dos R$ 73,3 bilhões

A liberação de R$ 73,3 bilhões, aprovada neste 3 de abril, promete movimentar a economia brasileira já nas próximas semanas. O montante circulará em um momento estratégico, estimulando o comércio local e o consumo familiar. Em regiões como o Nordeste e o interior do Sudeste, onde a dependência dos benefícios previdenciários é maior, o efeito será ainda mais pronunciado. Setores como alimentação, saúde e serviços básicos devem registrar aumento nas vendas nos próximos meses.

Dos 40 milhões de benefícios pagos mensalmente pelo INSS, cerca de 28,5 milhões são de até um salário mínimo, representando 70% dos segurados. Essa fatia da população, que vive com R$ 1.518 mensais, verá no 13º antecipado uma oportunidade de quitar dívidas ou atender necessidades imediatas. A medida também beneficia os 12,2 milhões que recebem acima do piso, incluindo os 10,6 mil que atingem o teto de R$ 8.157,41, ajustado em 2025 com um reajuste de 4,77%.

O impacto econômico não se limita aos beneficiários. Pequenos negócios, como mercados e farmácias, já se preparam para um incremento no faturamento, enquanto o governo destaca que a antecipação não gera custos extras, apenas redistribui os recursos previstos no orçamento. Autoridades do Tesouro Nacional reforçam que a sustentabilidade fiscal está garantida, com o foco em aquecer a economia sem comprometer as contas públicas.

Histórico reforçado pela decisão de hoje

A aprovação do decreto em 3 de abril consolida uma prática que ganhou força nos últimos anos. Tudo começou em 2020, quando a pandemia exigiu medidas emergenciais para apoiar a população. Naquele ano, o 13º foi pago entre abril e maio, beneficiando cerca de 30 milhões de pessoas. Em 2023, os depósitos ocorreram em maio e junho, enquanto em 2024 as parcelas chegaram em abril e maio, movimentando R$ 67,6 bilhões.

Antes disso, o abono seguia um cronograma fixo, com a primeira parcela em agosto e a segunda em novembro. A mudança para o primeiro semestre reflete uma adaptação às necessidades econômicas atuais, priorizando o alívio financeiro em meses tradicionalmente mais fracos. A decisão deste ano, tomada em 3 de abril, mantém essa lógica, com o governo sinalizando atenção às demandas sociais em um contexto de inflação persistente.

A assinatura do decreto foi acompanhada de outras medidas anunciadas no mesmo evento, como a destinação de R$ 18 bilhões do pré-sal ao Minha Casa, Minha Vida. Essa integração entre ações econômicas e sociais reforça a mensagem de um governo focado em atender a população de baixa renda, que depende fortemente dos benefícios do INSS.

Quem terá direito ao benefício

Nem todos os segurados do INSS receberão o 13º antecipado, conforme o decreto assinado em 3 de abril. Têm direito ao abono aqueles que, ao longo de 2025, recebem aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão. Esses grupos representam os 34,2 milhões de beneficiários contemplados pela medida, a maioria da Previdência Social.

Já os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), como idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência em vulnerabilidade, ficam de fora. A legislação não prevê o 13º para esse grupo, que segue recebendo apenas o valor mensal de R$ 1.518. A distinção entre benefícios previdenciários e assistenciais é essencial para entender o alcance da antecipação aprovada hoje.

  • Benefícios incluídos: aposentadoria, pensão, auxílios por incapacidade, acidente e reclusão
  • Benefícios excluídos: BPC e renda mensal vitalícia
  • Total estimado: 34,2 milhões de segurados

Essa diferenciação impacta o planejamento financeiro de milhões de famílias, com os beneficiários do BPC mantendo sua renda fixa, enquanto os demais ganham um reforço com o 13º.

Reajustes refletidos no pagamento

A aprovação em 3 de abril garante que o 13º incorpore os reajustes de 2025. Para quem recebe acima do salário mínimo, o aumento foi de 4,77%, elevando o teto previdenciário de R$ 7.786,02 para R$ 8.157,41. Já o salário mínimo, base para 70% dos segurados, subiu 7,5%, passando de R$ 1.412 para R$ 1.518. Esses ajustes ampliam o valor do abono em relação ao ano anterior.

Para novos aposentados, que começaram a receber após fevereiro, o 13º é proporcional ao número de meses de benefício. Quem se aposentou em julho, por exemplo, terá direito a metade do abono, calculado com base no valor atualizado. Essa regra assegura equidade entre os segurados, refletindo o impacto da decisão tomada hoje no bolso de milhões.

O incremento nos valores fortalece o poder de compra dos beneficiários, especialmente para os 28,5 milhões que dependem do salário mínimo. Com a antecipação, o dinheiro chega em um momento crucial, antes de despesas sazonais, oferecendo mais segurança financeira.

Efeitos regionais da medida

A decisão de 3 de abril terá reflexos em todas as 27 unidades da federação. Regiões com alta concentração de aposentados, como Sudeste e Nordeste, devem registrar um impulso econômico mais significativo. Em cidades menores, onde o INSS é muitas vezes a espinha dorsal da economia, os R$ 73,3 bilhões liberados podem representar um salto no comércio e nos serviços.

No Sudeste, que concentra cerca de 40% dos beneficiários, o impacto será sentido em grandes centros e no interior. Já no Nordeste, onde a dependência dos benefícios é maior, o dinheiro extra deve aliviar pressões financeiras e estimular o consumo local. A antecipação, aprovada hoje, reforça o papel da Previdência como estabilizador econômico em tempos de incerteza.

Comerciantes de setores como alimentação e saúde já preveem um aumento nas vendas a partir de maio, quando a primeira parcela estará nas mãos dos segurados. A medida, portanto, vai além do benefício individual, gerando um efeito cascata na economia nacional.

Ações complementares anunciadas

A assinatura do decreto em 3 de abril veio acompanhada de outras iniciativas. Durante o evento, Lula destinou R$ 18 bilhões do fundo social, oriundos do pré-sal, ao programa Minha Casa, Minha Vida, focado em moradias populares. Essa ação beneficia diretamente muitas famílias de baixa renda, incluindo aposentados que dependem do INSS.

Além disso, a ampliação do prazo de empréstimos consignados para até oito anos foi destacada como uma alternativa para os segurados. Com parcelas descontadas do benefício, o crédito pode complementar o 13º, ajudando no equilíbrio financeiro. Essas medidas, anunciadas hoje, formam um pacote integrado de suporte econômico e social.

A combinação entre o 13º antecipado e os investimentos em habitação reflete a prioridade do governo em atender a base da pirâmide social. Para os beneficiários, o dia 3 de abril marca não apenas a aprovação do abono, mas um conjunto de ações que ampliam suas perspectivas ao longo do ano.



Em um movimento aguardado por milhões de brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quinta-feira, 3 de abril de 2025, o decreto que oficializa a antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida, anunciada durante um evento em Brasília, garante o pagamento em duas parcelas, entre abril e maio, beneficiando 34,2 milhões de segurados e injetando R$ 73,3 bilhões na economia. A aprovação ocorre após semanas de expectativa, consolidando uma estratégia que aquece o consumo no primeiro semestre e oferece alívio financeiro em tempos de desafios econômicos. O valor, baseado na folha de fevereiro, reflete o peso da Previdência Social no sustento de famílias em todo o país.

A assinatura do decreto aconteceu em meio a um balanço das ações do governo, com a presença de ministros e autoridades. Diferente do calendário tradicional, que previa depósitos em agosto e novembro, os pagamentos agora começam em 24 de abril para a primeira parcela e seguem até 8 de junho para a segunda. A iniciativa, repetida pelo terceiro ano consecutivo, mantém a tendência iniciada em 2020, durante a pandemia, e reforçada em 2023 e 2024. Para os beneficiários, a notícia chega como um impulso bem-vindo, especialmente para os 70% que recebem até um salário mínimo, fixado em R$ 1.518.

Assinatura do decreto em 3 de abril

A aprovação do 13º antecipado neste 3 de abril marca um momento chave para o governo Lula. O decreto foi assinado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em um evento que destacou conquistas sociais e econômicas. A medida beneficia aposentados, pensionistas e segurados que recebem auxílios como incapacidade temporária, acidente ou reclusão. Cerca de 34,2 milhões de pessoas terão os valores depositados automaticamente, sem necessidade de solicitação, seguindo o número final do cartão de benefício.

O processo para a liberação começou a ganhar forma semanas atrás, com discussões entre o Ministério da Previdência e a equipe econômica. A aprovação do Orçamento de 2025 pelo Congresso, concluída recentemente, foi essencial para viabilizar a antecipação sem impacto fiscal adicional. O montante de R$ 73,3 bilhões já estava previsto no planejamento anual, e a mudança apenas ajusta o fluxo de desembolsos, trazendo os recursos meses antes do habitual.

A decisão também reflete uma resposta às pressões do custo de vida, que segue desafiando a população de baixa renda. Para os beneficiários, o dinheiro extra chega antes de despesas típicas do meio do ano, como contas sazonais e impostos, permitindo melhor planejamento financeiro. O governo estima que o impacto econômico será sentido em milhares de municípios, especialmente onde o INSS é a principal fonte de renda.

Calendário de pagamento confirmado

Com a aprovação em 3 de abril, o INSS já definiu as datas exatas dos depósitos. A primeira parcela, equivalente a 50% do benefício, será paga entre 24 de abril e 8 de maio, junto ao pagamento regular de abril. A segunda parcela, que inclui descontos como Imposto de Renda quando aplicável, entra nas contas entre 25 de maio e 8 de junho, acompanhando o benefício de maio. O escalonamento segue o padrão do instituto, baseado no número final do benefício.

Para quem recebe até um salário mínimo:

  • Final 1: 24 de abril (1ª parcela) e 25 de maio (2ª parcela)
  • Final 5: 30 de abril (1ª parcela) e 31 de maio (2ª parcela)
  • Final 0: 8 de maio (1ª parcela) e 8 de junho (2ª parcela)

Para quem recebe acima do salário mínimo:

  • Finais 1 e 6: 2 de maio (1ª parcela) e 3 de junho (2ª parcela)
  • Finais 4 e 9: 7 de maio (1ª parcela) e 7 de junho (2ª parcela)
  • Finais 5 e 0: 8 de maio (1ª parcela) e 8 de junho (2ª parcela)

Os segurados podem conferir os valores pelo aplicativo Meu INSS ou pela central 135, disponível das 7h às 22h, de segunda a sábado. A organização do calendário visa evitar congestionamentos nos bancos e facilitar o acesso aos recursos.

Impacto imediato dos R$ 73,3 bilhões

A liberação de R$ 73,3 bilhões, aprovada neste 3 de abril, promete movimentar a economia brasileira já nas próximas semanas. O montante circulará em um momento estratégico, estimulando o comércio local e o consumo familiar. Em regiões como o Nordeste e o interior do Sudeste, onde a dependência dos benefícios previdenciários é maior, o efeito será ainda mais pronunciado. Setores como alimentação, saúde e serviços básicos devem registrar aumento nas vendas nos próximos meses.

Dos 40 milhões de benefícios pagos mensalmente pelo INSS, cerca de 28,5 milhões são de até um salário mínimo, representando 70% dos segurados. Essa fatia da população, que vive com R$ 1.518 mensais, verá no 13º antecipado uma oportunidade de quitar dívidas ou atender necessidades imediatas. A medida também beneficia os 12,2 milhões que recebem acima do piso, incluindo os 10,6 mil que atingem o teto de R$ 8.157,41, ajustado em 2025 com um reajuste de 4,77%.

O impacto econômico não se limita aos beneficiários. Pequenos negócios, como mercados e farmácias, já se preparam para um incremento no faturamento, enquanto o governo destaca que a antecipação não gera custos extras, apenas redistribui os recursos previstos no orçamento. Autoridades do Tesouro Nacional reforçam que a sustentabilidade fiscal está garantida, com o foco em aquecer a economia sem comprometer as contas públicas.

Histórico reforçado pela decisão de hoje

A aprovação do decreto em 3 de abril consolida uma prática que ganhou força nos últimos anos. Tudo começou em 2020, quando a pandemia exigiu medidas emergenciais para apoiar a população. Naquele ano, o 13º foi pago entre abril e maio, beneficiando cerca de 30 milhões de pessoas. Em 2023, os depósitos ocorreram em maio e junho, enquanto em 2024 as parcelas chegaram em abril e maio, movimentando R$ 67,6 bilhões.

Antes disso, o abono seguia um cronograma fixo, com a primeira parcela em agosto e a segunda em novembro. A mudança para o primeiro semestre reflete uma adaptação às necessidades econômicas atuais, priorizando o alívio financeiro em meses tradicionalmente mais fracos. A decisão deste ano, tomada em 3 de abril, mantém essa lógica, com o governo sinalizando atenção às demandas sociais em um contexto de inflação persistente.

A assinatura do decreto foi acompanhada de outras medidas anunciadas no mesmo evento, como a destinação de R$ 18 bilhões do pré-sal ao Minha Casa, Minha Vida. Essa integração entre ações econômicas e sociais reforça a mensagem de um governo focado em atender a população de baixa renda, que depende fortemente dos benefícios do INSS.

Quem terá direito ao benefício

Nem todos os segurados do INSS receberão o 13º antecipado, conforme o decreto assinado em 3 de abril. Têm direito ao abono aqueles que, ao longo de 2025, recebem aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão. Esses grupos representam os 34,2 milhões de beneficiários contemplados pela medida, a maioria da Previdência Social.

Já os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), como idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência em vulnerabilidade, ficam de fora. A legislação não prevê o 13º para esse grupo, que segue recebendo apenas o valor mensal de R$ 1.518. A distinção entre benefícios previdenciários e assistenciais é essencial para entender o alcance da antecipação aprovada hoje.

  • Benefícios incluídos: aposentadoria, pensão, auxílios por incapacidade, acidente e reclusão
  • Benefícios excluídos: BPC e renda mensal vitalícia
  • Total estimado: 34,2 milhões de segurados

Essa diferenciação impacta o planejamento financeiro de milhões de famílias, com os beneficiários do BPC mantendo sua renda fixa, enquanto os demais ganham um reforço com o 13º.

Reajustes refletidos no pagamento

A aprovação em 3 de abril garante que o 13º incorpore os reajustes de 2025. Para quem recebe acima do salário mínimo, o aumento foi de 4,77%, elevando o teto previdenciário de R$ 7.786,02 para R$ 8.157,41. Já o salário mínimo, base para 70% dos segurados, subiu 7,5%, passando de R$ 1.412 para R$ 1.518. Esses ajustes ampliam o valor do abono em relação ao ano anterior.

Para novos aposentados, que começaram a receber após fevereiro, o 13º é proporcional ao número de meses de benefício. Quem se aposentou em julho, por exemplo, terá direito a metade do abono, calculado com base no valor atualizado. Essa regra assegura equidade entre os segurados, refletindo o impacto da decisão tomada hoje no bolso de milhões.

O incremento nos valores fortalece o poder de compra dos beneficiários, especialmente para os 28,5 milhões que dependem do salário mínimo. Com a antecipação, o dinheiro chega em um momento crucial, antes de despesas sazonais, oferecendo mais segurança financeira.

Efeitos regionais da medida

A decisão de 3 de abril terá reflexos em todas as 27 unidades da federação. Regiões com alta concentração de aposentados, como Sudeste e Nordeste, devem registrar um impulso econômico mais significativo. Em cidades menores, onde o INSS é muitas vezes a espinha dorsal da economia, os R$ 73,3 bilhões liberados podem representar um salto no comércio e nos serviços.

No Sudeste, que concentra cerca de 40% dos beneficiários, o impacto será sentido em grandes centros e no interior. Já no Nordeste, onde a dependência dos benefícios é maior, o dinheiro extra deve aliviar pressões financeiras e estimular o consumo local. A antecipação, aprovada hoje, reforça o papel da Previdência como estabilizador econômico em tempos de incerteza.

Comerciantes de setores como alimentação e saúde já preveem um aumento nas vendas a partir de maio, quando a primeira parcela estará nas mãos dos segurados. A medida, portanto, vai além do benefício individual, gerando um efeito cascata na economia nacional.

Ações complementares anunciadas

A assinatura do decreto em 3 de abril veio acompanhada de outras iniciativas. Durante o evento, Lula destinou R$ 18 bilhões do fundo social, oriundos do pré-sal, ao programa Minha Casa, Minha Vida, focado em moradias populares. Essa ação beneficia diretamente muitas famílias de baixa renda, incluindo aposentados que dependem do INSS.

Além disso, a ampliação do prazo de empréstimos consignados para até oito anos foi destacada como uma alternativa para os segurados. Com parcelas descontadas do benefício, o crédito pode complementar o 13º, ajudando no equilíbrio financeiro. Essas medidas, anunciadas hoje, formam um pacote integrado de suporte econômico e social.

A combinação entre o 13º antecipado e os investimentos em habitação reflete a prioridade do governo em atender a base da pirâmide social. Para os beneficiários, o dia 3 de abril marca não apenas a aprovação do abono, mas um conjunto de ações que ampliam suas perspectivas ao longo do ano.



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