Breaking
4 Apr 2025, Fri

os 10 cantores brasileiros mais ricos em 2024

Gusttavo Lima


A música brasileira há décadas encanta milhões de ouvintes, mas também se transformou em uma máquina de gerar riqueza para artistas que souberam aliar talento a estratégias de negócios. Nomes como Roberto Carlos, Luan Santana e Gusttavo Lima alcançaram patrimônios bilionários, enquanto outros, como Anitta e Ivete Sangalo, consolidaram fortunas impressionantes com versatilidade e visão empreendedora. Em 2024, o ranking dos 10 cantores mais ricos do país reflete a força de gêneros como sertanejo, funk e axé, além da capacidade desses profissionais de diversificarem suas receitas. O sucesso vai além dos palcos, com investimentos em imóveis, marcas próprias e parcerias que ampliam os lucros.

Roberto Carlos, com uma carreira que atravessa gerações, lidera a lista com um patrimônio estimado em 1 bilhão de reais. O cantor, que começou na Jovem Guarda nos anos 1960, vendeu mais de 120 milhões de discos e mantém uma agenda repleta de shows, incluindo cruzeiros temáticos que atraem milhares de fãs anualmente. Luan Santana, por sua vez, representa a nova geração do sertanejo, com bilhões de visualizações em plataformas digitais e produções grandiosas que lotam arenas. Gusttavo Lima, outro gigante do gênero, completa o trio de bilionários, combinando hits populares com negócios como a produção de cachaça.

A diversidade de estilos musicais também marca presença entre os mais ricos. Anitta levou o funk carioca ao cenário global, enquanto Ivete Sangalo mantém o axé como um dos pilares do entretenimento nacional. Wesley Safadão e Leonardo reforçam o domínio sertanejo, e Marília Mendonça, mesmo após sua morte, segue gerando renda significativa. Esses artistas transformaram a fama em impérios financeiros, mostrando que a música brasileira é um negócio lucrativo e um reflexo do empreendedorismo de seus protagonistas.

Trajetórias que construíram fortunas

Roberto Carlos não é apenas um ícone da música romântica, mas também um exemplo de longevidade e gestão financeira. Sua fortuna, avaliada em 1 bilhão de reais, é sustentada por décadas de sucessos, como “Detalhes” e “Esse Cara Sou Eu”, que continuam a emocionar públicos de todas as idades. Os cruzeiros anuais do “Rei” são um destaque, com ingressos esgotados rapidamente e faturamento que ultrapassa milhões por edição. Além disso, investimentos em imóveis no Rio de Janeiro e uma equipe dedicada à preservação de sua marca garantem a estabilidade de seus ganhos.

Luan Santana, aos 33 anos, já acumula um patrimônio semelhante, também na casa de 1 bilhão de reais. O cantor de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, explodiu em 2009 com “Meteoro” e desde então não parou de crescer. Seus shows, conhecidos por cenários elaborados e efeitos visuais, atraem multidões, enquanto parcerias com marcas de peso, como cervejarias e empresas de tecnologia, engordam sua conta bancária. Com mais de 10 bilhões de visualizações no YouTube, ele é um dos artistas mais influentes da era digital.

Gusttavo Lima, outro bilionário, transformou o sertanejo em um empreendimento multimilionário. Nascido em Presidente Olegário, Minas Gerais, o cantor ganhou fama com “Balada” em 2012 e hoje fatura milhões por apresentação. Sua marca de cachaça, lançada nos últimos anos, tornou-se um sucesso de vendas, e investimentos em eventos próprios ampliam sua receita. A presença constante nas redes sociais, onde interage com milhões de seguidores, reforça sua popularidade e influência no mercado.

  • Principais fontes de renda dos bilionários:
    • Roberto Carlos: venda de discos, cruzeiros e imóveis.
    • Luan Santana: shows, streamings e contratos publicitários.
    • Gusttavo Lima: apresentações, cachaça e parcerias comerciais.

Nomes que brilham no cenário global

Anitta, com um patrimônio de 550 milhões de reais, é a face do funk brasileiro no mundo. A carioca, que começou em comunidades do Rio de Janeiro, alcançou o topo com hits como “Vai Malandra” e colaborações internacionais com artistas como Madonna e Cardi B. Em 2024, ela segue como a brasileira com mais streams no Spotify globalmente, acumulando bilhões de reproduções. Sua habilidade de negociar contratos publicitários e expandir sua marca para mercados como os Estados Unidos e a Europa a coloca entre os nomes mais poderosos da lista.

Ivete Sangalo, avaliada em 350 milhões de reais, celebra quase três décadas de carreira com uma energia que parece inesgotável. A baiana é presença garantida no Carnaval de Salvador, onde arrasta multidões com seu trio elétrico, e em turnês que lotam estádios pelo país. Sua participação em programas de TV, como jurada em competições musicais, e campanhas publicitárias com grandes marcas complementam seus ganhos. Ivete é um símbolo de consistência e carisma no mercado musical brasileiro.

Marília Mendonça, mesmo após seu trágico falecimento em 2021, mantém um legado financeiro impressionante. Conhecida como “Rainha da Sofrência”, ela revolucionou o sertanejo com letras que falavam diretamente ao coração do público. Em 2019, antes de sua morte, faturou mais de 4 milhões de dólares apenas com plataformas digitais. Hoje, seu espólio, gerido pela família, continua a lucrar com royalties de sucessos como “Infiel” e “Todo Mundo Vai Sofrer”, provando a força duradoura de seu trabalho.

Sertanejo domina o ranking

Wesley Safadão, com 600 milhões de reais, é um dos expoentes do sertanejo contemporâneo. O cearense, que começou cantando em festas locais, hoje comanda uma agenda intensa, com até 20 shows por mês em alta temporada. Hits como “Camarote” e “Ar Condicionado no 15” o tornaram um fenômeno, enquanto investimentos em eventos e imóveis diversificam sua fortuna. Sua energia nos palcos e a conexão com o público jovem o mantêm como um dos artistas mais rentáveis do gênero.

A dupla Zezé di Camargo e Luciano, com 200 milhões de reais, representa a tradição do sertanejo. Desde o sucesso de “É o Amor” nos anos 1990, os irmãos goianos venderam mais de 10 milhões de discos e seguem com apresentações que custam cerca de 220 mil reais cada. O filme “Dois Filhos de Francisco”, lançado em 2005, eternizou sua história e impulsionou ainda mais seus lucros. A combinação de nostalgia e shows ao vivo sustenta sua posição no ranking.

Leonardo, também com 200 milhões de reais, fecha o top 10 com uma carreira marcada por resiliência. Após a perda de seu irmão Leandro, ele seguiu em carreira solo e vendeu mais de 22 milhões de discos. O cantor investe em fazendas no interior de Goiás e Tocantins, além de promover eventos que reforçam sua presença no mercado. Sua trajetória de mais de 35 anos é um exemplo de como o sertanejo pode gerar riqueza ao longo de gerações.

Marcos históricos dos astros

Os sucessos desses artistas não surgiram do dia para a noite. Um cronograma com momentos decisivos ajuda a entender suas ascensões:

  • 1960: Roberto Carlos lança a Jovem Guarda e muda a música brasileira.
  • 1991: Zezé di Camargo e Luciano estreiam com “É o Amor”.
  • 2009: Luan Santana desponta com “Meteoro”.
  • 2011: Michel Teló viraliza globalmente com “Ai Se Eu Te Pego”.
  • 2017: Anitta inicia sua carreira internacional com “Paradinha”.
    Esses marcos mostram como cada cantor encontrou seu lugar no mercado musical.

Michel Teló, com 350 milhões de reais, é outro nome que brilha no sertanejo. O paranaense ganhou o mundo em 2011 com “Ai Se Eu Te Pego”, que foi cantada em estádios de futebol e festas ao redor do globo. Hoje, ele mantém uma carreira sólida com shows e participações em programas de TV, como “The Voice Brasil”. Sua capacidade de transformar um hit em uma marca duradoura é um dos segredos de sua fortuna.

  • Curiosidades sobre os artistas:
    • Roberto Carlos realiza cruzeiros desde 2005, com edições anuais.
    • Gusttavo Lima já foi embaixador de uma marca de cachaça premium.
    • Anitta é a primeira brasileira a atingir o topo do Spotify Global.
    • Ivete Sangalo já comandou trios elétricos por mais de 20 horas seguidas.

Empreendedorismo além dos palcos

Transformar talento em riqueza exige mais do que boas músicas. Roberto Carlos, por exemplo, mantém uma estrutura empresarial que gerencia seus projetos, desde gravações até eventos especiais. Seus imóveis no Rio de Janeiro, como apartamentos de luxo, são parte de um portfólio que valoriza ano após ano. A atenção aos detalhes e a preservação de sua imagem pública são fundamentais para sua estabilidade financeira.

Gusttavo Lima e Wesley Safadão apostam em negócios paralelos à música. O mineiro lucra com sua cachaça, que já conquistou prateleiras em todo o Brasil, enquanto o cearense organiza eventos próprios e investe em propriedades. Essas iniciativas mostram como os artistas diversificam suas fontes de renda, garantindo lucros mesmo em períodos sem shows. A visão empreendedora é um traço comum entre os mais ricos.

Anitta, por sua vez, é um caso à parte. Além de contratos milionários com marcas globais, ela gerencia sua carreira com uma equipe internacional, o que amplia seu alcance. Sua presença em campanhas de moda e tecnologia, somada às parcerias musicais, a torna uma potência financeira. A carioca prova que o sucesso no exterior pode multiplicar os ganhos de um artista brasileiro.

Cantor Roberto Carlos
Cantor Roberto Carlos – Foto: Andre Luiz Moreira / Shutterstock.com

Números que impressionam

Os patrimônios desses cantores são sustentados por números expressivos. Roberto Carlos acumula mais de 120 milhões de discos vendidos, um recorde que poucos artistas no mundo alcançam. Luan Santana, com apenas 15 anos de carreira, já ultrapassa 10 bilhões de visualizações no YouTube, enquanto Gusttavo Lima fatura até 1 milhão de reais por show em grandes eventos. Esses dados revelam o poder da música como negócio.

Ivete Sangalo movimenta milhões com suas turnês e participações na TV. Em 2024, sua agenda incluiu mais de 50 apresentações, muitas com ingressos esgotados semanas antes. Michel Teló, mesmo após o auge de “Ai Se Eu Te Pego”, mantém uma receita estável com shows e royalties do hit que ainda ecoa em playlists globais. A dupla Zezé di Camargo e Luciano, por sua vez, segue lucrando com a memória afetiva de seus fãs.

Leonardo investe em fazendas que servem tanto como fonte de renda quanto como refúgio pessoal. Suas propriedades rurais, avaliadas em dezenas de milhões, complementam os ganhos com música. Esses artistas mostram que a combinação de talento, trabalho árduo e estratégias inteligentes pode levar a fortunas extraordinárias, consolidando a música brasileira como um dos setores mais lucrativos do entretenimento.



A música brasileira há décadas encanta milhões de ouvintes, mas também se transformou em uma máquina de gerar riqueza para artistas que souberam aliar talento a estratégias de negócios. Nomes como Roberto Carlos, Luan Santana e Gusttavo Lima alcançaram patrimônios bilionários, enquanto outros, como Anitta e Ivete Sangalo, consolidaram fortunas impressionantes com versatilidade e visão empreendedora. Em 2024, o ranking dos 10 cantores mais ricos do país reflete a força de gêneros como sertanejo, funk e axé, além da capacidade desses profissionais de diversificarem suas receitas. O sucesso vai além dos palcos, com investimentos em imóveis, marcas próprias e parcerias que ampliam os lucros.

Roberto Carlos, com uma carreira que atravessa gerações, lidera a lista com um patrimônio estimado em 1 bilhão de reais. O cantor, que começou na Jovem Guarda nos anos 1960, vendeu mais de 120 milhões de discos e mantém uma agenda repleta de shows, incluindo cruzeiros temáticos que atraem milhares de fãs anualmente. Luan Santana, por sua vez, representa a nova geração do sertanejo, com bilhões de visualizações em plataformas digitais e produções grandiosas que lotam arenas. Gusttavo Lima, outro gigante do gênero, completa o trio de bilionários, combinando hits populares com negócios como a produção de cachaça.

A diversidade de estilos musicais também marca presença entre os mais ricos. Anitta levou o funk carioca ao cenário global, enquanto Ivete Sangalo mantém o axé como um dos pilares do entretenimento nacional. Wesley Safadão e Leonardo reforçam o domínio sertanejo, e Marília Mendonça, mesmo após sua morte, segue gerando renda significativa. Esses artistas transformaram a fama em impérios financeiros, mostrando que a música brasileira é um negócio lucrativo e um reflexo do empreendedorismo de seus protagonistas.

Trajetórias que construíram fortunas

Roberto Carlos não é apenas um ícone da música romântica, mas também um exemplo de longevidade e gestão financeira. Sua fortuna, avaliada em 1 bilhão de reais, é sustentada por décadas de sucessos, como “Detalhes” e “Esse Cara Sou Eu”, que continuam a emocionar públicos de todas as idades. Os cruzeiros anuais do “Rei” são um destaque, com ingressos esgotados rapidamente e faturamento que ultrapassa milhões por edição. Além disso, investimentos em imóveis no Rio de Janeiro e uma equipe dedicada à preservação de sua marca garantem a estabilidade de seus ganhos.

Luan Santana, aos 33 anos, já acumula um patrimônio semelhante, também na casa de 1 bilhão de reais. O cantor de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, explodiu em 2009 com “Meteoro” e desde então não parou de crescer. Seus shows, conhecidos por cenários elaborados e efeitos visuais, atraem multidões, enquanto parcerias com marcas de peso, como cervejarias e empresas de tecnologia, engordam sua conta bancária. Com mais de 10 bilhões de visualizações no YouTube, ele é um dos artistas mais influentes da era digital.

Gusttavo Lima, outro bilionário, transformou o sertanejo em um empreendimento multimilionário. Nascido em Presidente Olegário, Minas Gerais, o cantor ganhou fama com “Balada” em 2012 e hoje fatura milhões por apresentação. Sua marca de cachaça, lançada nos últimos anos, tornou-se um sucesso de vendas, e investimentos em eventos próprios ampliam sua receita. A presença constante nas redes sociais, onde interage com milhões de seguidores, reforça sua popularidade e influência no mercado.

  • Principais fontes de renda dos bilionários:
    • Roberto Carlos: venda de discos, cruzeiros e imóveis.
    • Luan Santana: shows, streamings e contratos publicitários.
    • Gusttavo Lima: apresentações, cachaça e parcerias comerciais.

Nomes que brilham no cenário global

Anitta, com um patrimônio de 550 milhões de reais, é a face do funk brasileiro no mundo. A carioca, que começou em comunidades do Rio de Janeiro, alcançou o topo com hits como “Vai Malandra” e colaborações internacionais com artistas como Madonna e Cardi B. Em 2024, ela segue como a brasileira com mais streams no Spotify globalmente, acumulando bilhões de reproduções. Sua habilidade de negociar contratos publicitários e expandir sua marca para mercados como os Estados Unidos e a Europa a coloca entre os nomes mais poderosos da lista.

Ivete Sangalo, avaliada em 350 milhões de reais, celebra quase três décadas de carreira com uma energia que parece inesgotável. A baiana é presença garantida no Carnaval de Salvador, onde arrasta multidões com seu trio elétrico, e em turnês que lotam estádios pelo país. Sua participação em programas de TV, como jurada em competições musicais, e campanhas publicitárias com grandes marcas complementam seus ganhos. Ivete é um símbolo de consistência e carisma no mercado musical brasileiro.

Marília Mendonça, mesmo após seu trágico falecimento em 2021, mantém um legado financeiro impressionante. Conhecida como “Rainha da Sofrência”, ela revolucionou o sertanejo com letras que falavam diretamente ao coração do público. Em 2019, antes de sua morte, faturou mais de 4 milhões de dólares apenas com plataformas digitais. Hoje, seu espólio, gerido pela família, continua a lucrar com royalties de sucessos como “Infiel” e “Todo Mundo Vai Sofrer”, provando a força duradoura de seu trabalho.

Sertanejo domina o ranking

Wesley Safadão, com 600 milhões de reais, é um dos expoentes do sertanejo contemporâneo. O cearense, que começou cantando em festas locais, hoje comanda uma agenda intensa, com até 20 shows por mês em alta temporada. Hits como “Camarote” e “Ar Condicionado no 15” o tornaram um fenômeno, enquanto investimentos em eventos e imóveis diversificam sua fortuna. Sua energia nos palcos e a conexão com o público jovem o mantêm como um dos artistas mais rentáveis do gênero.

A dupla Zezé di Camargo e Luciano, com 200 milhões de reais, representa a tradição do sertanejo. Desde o sucesso de “É o Amor” nos anos 1990, os irmãos goianos venderam mais de 10 milhões de discos e seguem com apresentações que custam cerca de 220 mil reais cada. O filme “Dois Filhos de Francisco”, lançado em 2005, eternizou sua história e impulsionou ainda mais seus lucros. A combinação de nostalgia e shows ao vivo sustenta sua posição no ranking.

Leonardo, também com 200 milhões de reais, fecha o top 10 com uma carreira marcada por resiliência. Após a perda de seu irmão Leandro, ele seguiu em carreira solo e vendeu mais de 22 milhões de discos. O cantor investe em fazendas no interior de Goiás e Tocantins, além de promover eventos que reforçam sua presença no mercado. Sua trajetória de mais de 35 anos é um exemplo de como o sertanejo pode gerar riqueza ao longo de gerações.

Marcos históricos dos astros

Os sucessos desses artistas não surgiram do dia para a noite. Um cronograma com momentos decisivos ajuda a entender suas ascensões:

  • 1960: Roberto Carlos lança a Jovem Guarda e muda a música brasileira.
  • 1991: Zezé di Camargo e Luciano estreiam com “É o Amor”.
  • 2009: Luan Santana desponta com “Meteoro”.
  • 2011: Michel Teló viraliza globalmente com “Ai Se Eu Te Pego”.
  • 2017: Anitta inicia sua carreira internacional com “Paradinha”.
    Esses marcos mostram como cada cantor encontrou seu lugar no mercado musical.

Michel Teló, com 350 milhões de reais, é outro nome que brilha no sertanejo. O paranaense ganhou o mundo em 2011 com “Ai Se Eu Te Pego”, que foi cantada em estádios de futebol e festas ao redor do globo. Hoje, ele mantém uma carreira sólida com shows e participações em programas de TV, como “The Voice Brasil”. Sua capacidade de transformar um hit em uma marca duradoura é um dos segredos de sua fortuna.

  • Curiosidades sobre os artistas:
    • Roberto Carlos realiza cruzeiros desde 2005, com edições anuais.
    • Gusttavo Lima já foi embaixador de uma marca de cachaça premium.
    • Anitta é a primeira brasileira a atingir o topo do Spotify Global.
    • Ivete Sangalo já comandou trios elétricos por mais de 20 horas seguidas.

Empreendedorismo além dos palcos

Transformar talento em riqueza exige mais do que boas músicas. Roberto Carlos, por exemplo, mantém uma estrutura empresarial que gerencia seus projetos, desde gravações até eventos especiais. Seus imóveis no Rio de Janeiro, como apartamentos de luxo, são parte de um portfólio que valoriza ano após ano. A atenção aos detalhes e a preservação de sua imagem pública são fundamentais para sua estabilidade financeira.

Gusttavo Lima e Wesley Safadão apostam em negócios paralelos à música. O mineiro lucra com sua cachaça, que já conquistou prateleiras em todo o Brasil, enquanto o cearense organiza eventos próprios e investe em propriedades. Essas iniciativas mostram como os artistas diversificam suas fontes de renda, garantindo lucros mesmo em períodos sem shows. A visão empreendedora é um traço comum entre os mais ricos.

Anitta, por sua vez, é um caso à parte. Além de contratos milionários com marcas globais, ela gerencia sua carreira com uma equipe internacional, o que amplia seu alcance. Sua presença em campanhas de moda e tecnologia, somada às parcerias musicais, a torna uma potência financeira. A carioca prova que o sucesso no exterior pode multiplicar os ganhos de um artista brasileiro.

Cantor Roberto Carlos
Cantor Roberto Carlos – Foto: Andre Luiz Moreira / Shutterstock.com

Números que impressionam

Os patrimônios desses cantores são sustentados por números expressivos. Roberto Carlos acumula mais de 120 milhões de discos vendidos, um recorde que poucos artistas no mundo alcançam. Luan Santana, com apenas 15 anos de carreira, já ultrapassa 10 bilhões de visualizações no YouTube, enquanto Gusttavo Lima fatura até 1 milhão de reais por show em grandes eventos. Esses dados revelam o poder da música como negócio.

Ivete Sangalo movimenta milhões com suas turnês e participações na TV. Em 2024, sua agenda incluiu mais de 50 apresentações, muitas com ingressos esgotados semanas antes. Michel Teló, mesmo após o auge de “Ai Se Eu Te Pego”, mantém uma receita estável com shows e royalties do hit que ainda ecoa em playlists globais. A dupla Zezé di Camargo e Luciano, por sua vez, segue lucrando com a memória afetiva de seus fãs.

Leonardo investe em fazendas que servem tanto como fonte de renda quanto como refúgio pessoal. Suas propriedades rurais, avaliadas em dezenas de milhões, complementam os ganhos com música. Esses artistas mostram que a combinação de talento, trabalho árduo e estratégias inteligentes pode levar a fortunas extraordinárias, consolidando a música brasileira como um dos setores mais lucrativos do entretenimento.



Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *