Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aguardam com expectativa o pagamento do décimo terceiro salário em 2025, um benefício que alcança cerca de 35 milhões de brasileiros e movimenta bilhões na economia. Nos últimos anos, a antecipação desse abono, tradicionalmente pago no segundo semestre, virou rotina, com depósitos entre abril e junho para aliviar pressões financeiras e estimular o consumo. Em 2024, mais de R$ 70 bilhões foram injetados entre abril e maio, beneficiando 33 milhões de segurados, e para 2025 a tendência é que o governo mantenha essa estratégia, embora as datas oficiais ainda dependam de confirmação. O reajuste do salário mínimo para R$ 1.518,00, em vigor desde janeiro, eleva o valor a ser pago, especialmente para quem recebe o piso nacional, reforçando o impacto do 13º nas finanças pessoais e no comércio.
A prática de adiantar o pagamento começou em 2020, como resposta à pandemia, e desde então se consolidou como uma medida econômica eficaz. Para 2025, especulações apontam para a primeira parcela em abril e a segunda em maio, seguindo o modelo escalonado por número final do benefício. A decisão, no entanto, depende da aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) no Congresso e de um decreto presidencial, previstos para o primeiro trimestre. Enquanto o anúncio oficial não chega, os beneficiários se preparam para usar o dinheiro extra em dívidas, compras ou reservas, atentos às projeções baseadas em anos anteriores.
Cerca de 40 milhões de pessoas recebem benefícios do INSS mensalmente, mas nem todos têm direito ao 13º, como os titulares do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Para os elegíveis, o abono é um alívio essencial em um cenário de inflação persistente, e a antecipação pode aquecer setores como varejo e serviços logo no início do ano. O governo avalia o calendário ideal, com discussões entre abril/maio ou maio/junho, mantendo os segurados na expectativa por uma definição.
Elegibilidade ao 13º salário
Nem todos os segurados do INSS recebem o décimo terceiro salário, o que exige clareza sobre quem tem direito. O benefício é garantido a aposentados de todas as categorias, pensionistas por morte e titulares de auxílios contributivos, como incapacidade temporária, acidente e reclusão. Em 2025, cerca de 35 milhões de pessoas devem ser contempladas, com prioridade para quem já recebia o benefício antes de janeiro.
Excluem-se do pagamento os beneficiários do BPC, voltado a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda, e da Renda Mensal Vitalícia, extinta para novas concessões. Esses auxílios, de natureza assistencial, não preveem o 13º por lei, o que afeta cerca de 5 milhões de segurados.
Cálculo do valor do abono
O valor do 13º é baseado no benefício mensal, ajustado pelo tempo de recebimento em 2025. Para quem ganha o salário mínimo de R$ 1.518,00 e esteve ativo o ano inteiro, o abono será integral, pago em duas parcelas de R$ 759,00 cada, sendo a primeira sem descontos e a segunda com possível retenção de Imposto de Renda. Para benefícios superiores, o cálculo usa o mesmo método, corrigido pelo INPC, que em 2024 foi de 3,71%.
Quem começou a receber em 2025 tem o valor proporcional. Um aposentado com benefício ativo desde agosto, por exemplo, recebe 5/12 do total, ou R$ 632,50, dividido em duas partes. Esse modelo garante equidade entre os segurados.
- Até um salário mínimo: R$ 1.518,00 (integral).
- Proporcional (6 meses): R$ 759,00.
- Acima do mínimo: ajustado pelo INPC.
Histórico da antecipação
A antecipação do 13º salário do INSS começou em 2020, liberando recursos entre abril e maio para mitigar os efeitos da pandemia. Desde então, o governo repetiu a estratégia anualmente, com pagamentos em 2024 entre 24 de abril e 6 de junho. Antes disso, o padrão era agosto e novembro, mas a mudança mostrou benefícios econômicos e sociais, injetando bilhões no primeiro semestre.
Em 2025, a expectativa é manter esse modelo, com o Ministério da Previdência Social defendendo a liberação antecipada. A medida, que não aumenta gastos, apenas ajusta o fluxo, ganhou apoio por impulsionar o consumo em meses estratégicos.
Cronograma esperado para 2025
Sem datas oficiais, projeções baseadas em 2024 sugerem o seguinte calendário para o 13º:
- Final 1 a 5 (até R$ 1.518,00): 24 a 30 de abril (1ª parcela), 24 a 28 de maio (2ª parcela).
- Final 6 a 0 (até R$ 1.518,00): 2 a 8 de maio (1ª parcela), 2 a 6 de junho (2ª parcela).
- Acima do mínimo: 2 a 8 de maio (1ª parcela), 2 a 6 de junho (2ª parcela).
A divulgação oficial deve sair até abril, via decreto presidencial, após a aprovação da LOA.
Impacto econômico do pagamento
Liberar o 13º antecipadamente movimenta a economia. Em 2024, os R$ 70 bilhões pagos entre abril e maio impulsionaram o varejo em 5% no período, segundo estimativas, beneficiando lojas, supermercados e serviços. Para 2025, com o salário mínimo a R$ 1.518,00, o montante pode superar R$ 75 bilhões, ampliando esse efeito.
O dinheiro extra também reduz a inadimplência, com muitos usando a primeira parcela para quitar dívidas. Pequenos negócios, especialmente no interior, ganham fôlego com o consumo sazonal, enquanto o governo vê na medida uma forma de estimular a recuperação econômica sem custos adicionais.
Como o valor é depositado
O INSS deposita o 13º diretamente nas contas dos beneficiários, seguindo o número final do benefício. A primeira parcela, 50% do valor, não tem descontos, enquanto a segunda pode incluir Imposto de Renda para rendas acima de R$ 2.112,00 mensais, conforme a tabela de 2025. Segurados consultam o extrato pelo Meu INSS ou Central 135.
Para novos beneficiários, o pagamento é proporcional aos meses de recebimento, garantindo justiça no cálculo. O processo é automático, mas exige atenção ao calendário para evitar confusões com datas.

Benefícios para os aposentados
Receber o 13º antecipado permite quitar dívidas, como cartão de crédito, ou planejar gastos maiores, como reformas. Em 2024, 30% dos beneficiários usaram o valor para regularizar contas, enquanto 20% investiram em bens duráveis. O aumento do salário mínimo amplia esse poder de compra, oferecendo alívio em um ano de custos elevados.
Aposentados com consignados ativos também podem usar o abono para reduzir parcelas, aproveitando taxas baixas. A flexibilidade do pagamento antecipado é um diferencial para milhões.
Consulta das datas e valores
Consultar o 13º é fácil pelo Meu INSS, com login via CPF e senha, ou pela Central 135, de segunda a sábado, das 7h às 22h. Agências do INSS oferecem atendimento presencial com agendamento. Esses canais mostram datas, valores e descontos, evitando desinformação.

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aguardam com expectativa o pagamento do décimo terceiro salário em 2025, um benefício que alcança cerca de 35 milhões de brasileiros e movimenta bilhões na economia. Nos últimos anos, a antecipação desse abono, tradicionalmente pago no segundo semestre, virou rotina, com depósitos entre abril e junho para aliviar pressões financeiras e estimular o consumo. Em 2024, mais de R$ 70 bilhões foram injetados entre abril e maio, beneficiando 33 milhões de segurados, e para 2025 a tendência é que o governo mantenha essa estratégia, embora as datas oficiais ainda dependam de confirmação. O reajuste do salário mínimo para R$ 1.518,00, em vigor desde janeiro, eleva o valor a ser pago, especialmente para quem recebe o piso nacional, reforçando o impacto do 13º nas finanças pessoais e no comércio.
A prática de adiantar o pagamento começou em 2020, como resposta à pandemia, e desde então se consolidou como uma medida econômica eficaz. Para 2025, especulações apontam para a primeira parcela em abril e a segunda em maio, seguindo o modelo escalonado por número final do benefício. A decisão, no entanto, depende da aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) no Congresso e de um decreto presidencial, previstos para o primeiro trimestre. Enquanto o anúncio oficial não chega, os beneficiários se preparam para usar o dinheiro extra em dívidas, compras ou reservas, atentos às projeções baseadas em anos anteriores.
Cerca de 40 milhões de pessoas recebem benefícios do INSS mensalmente, mas nem todos têm direito ao 13º, como os titulares do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Para os elegíveis, o abono é um alívio essencial em um cenário de inflação persistente, e a antecipação pode aquecer setores como varejo e serviços logo no início do ano. O governo avalia o calendário ideal, com discussões entre abril/maio ou maio/junho, mantendo os segurados na expectativa por uma definição.
Elegibilidade ao 13º salário
Nem todos os segurados do INSS recebem o décimo terceiro salário, o que exige clareza sobre quem tem direito. O benefício é garantido a aposentados de todas as categorias, pensionistas por morte e titulares de auxílios contributivos, como incapacidade temporária, acidente e reclusão. Em 2025, cerca de 35 milhões de pessoas devem ser contempladas, com prioridade para quem já recebia o benefício antes de janeiro.
Excluem-se do pagamento os beneficiários do BPC, voltado a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda, e da Renda Mensal Vitalícia, extinta para novas concessões. Esses auxílios, de natureza assistencial, não preveem o 13º por lei, o que afeta cerca de 5 milhões de segurados.
Cálculo do valor do abono
O valor do 13º é baseado no benefício mensal, ajustado pelo tempo de recebimento em 2025. Para quem ganha o salário mínimo de R$ 1.518,00 e esteve ativo o ano inteiro, o abono será integral, pago em duas parcelas de R$ 759,00 cada, sendo a primeira sem descontos e a segunda com possível retenção de Imposto de Renda. Para benefícios superiores, o cálculo usa o mesmo método, corrigido pelo INPC, que em 2024 foi de 3,71%.
Quem começou a receber em 2025 tem o valor proporcional. Um aposentado com benefício ativo desde agosto, por exemplo, recebe 5/12 do total, ou R$ 632,50, dividido em duas partes. Esse modelo garante equidade entre os segurados.
- Até um salário mínimo: R$ 1.518,00 (integral).
- Proporcional (6 meses): R$ 759,00.
- Acima do mínimo: ajustado pelo INPC.
Histórico da antecipação
A antecipação do 13º salário do INSS começou em 2020, liberando recursos entre abril e maio para mitigar os efeitos da pandemia. Desde então, o governo repetiu a estratégia anualmente, com pagamentos em 2024 entre 24 de abril e 6 de junho. Antes disso, o padrão era agosto e novembro, mas a mudança mostrou benefícios econômicos e sociais, injetando bilhões no primeiro semestre.
Em 2025, a expectativa é manter esse modelo, com o Ministério da Previdência Social defendendo a liberação antecipada. A medida, que não aumenta gastos, apenas ajusta o fluxo, ganhou apoio por impulsionar o consumo em meses estratégicos.
Cronograma esperado para 2025
Sem datas oficiais, projeções baseadas em 2024 sugerem o seguinte calendário para o 13º:
- Final 1 a 5 (até R$ 1.518,00): 24 a 30 de abril (1ª parcela), 24 a 28 de maio (2ª parcela).
- Final 6 a 0 (até R$ 1.518,00): 2 a 8 de maio (1ª parcela), 2 a 6 de junho (2ª parcela).
- Acima do mínimo: 2 a 8 de maio (1ª parcela), 2 a 6 de junho (2ª parcela).
A divulgação oficial deve sair até abril, via decreto presidencial, após a aprovação da LOA.
Impacto econômico do pagamento
Liberar o 13º antecipadamente movimenta a economia. Em 2024, os R$ 70 bilhões pagos entre abril e maio impulsionaram o varejo em 5% no período, segundo estimativas, beneficiando lojas, supermercados e serviços. Para 2025, com o salário mínimo a R$ 1.518,00, o montante pode superar R$ 75 bilhões, ampliando esse efeito.
O dinheiro extra também reduz a inadimplência, com muitos usando a primeira parcela para quitar dívidas. Pequenos negócios, especialmente no interior, ganham fôlego com o consumo sazonal, enquanto o governo vê na medida uma forma de estimular a recuperação econômica sem custos adicionais.
Como o valor é depositado
O INSS deposita o 13º diretamente nas contas dos beneficiários, seguindo o número final do benefício. A primeira parcela, 50% do valor, não tem descontos, enquanto a segunda pode incluir Imposto de Renda para rendas acima de R$ 2.112,00 mensais, conforme a tabela de 2025. Segurados consultam o extrato pelo Meu INSS ou Central 135.
Para novos beneficiários, o pagamento é proporcional aos meses de recebimento, garantindo justiça no cálculo. O processo é automático, mas exige atenção ao calendário para evitar confusões com datas.

Benefícios para os aposentados
Receber o 13º antecipado permite quitar dívidas, como cartão de crédito, ou planejar gastos maiores, como reformas. Em 2024, 30% dos beneficiários usaram o valor para regularizar contas, enquanto 20% investiram em bens duráveis. O aumento do salário mínimo amplia esse poder de compra, oferecendo alívio em um ano de custos elevados.
Aposentados com consignados ativos também podem usar o abono para reduzir parcelas, aproveitando taxas baixas. A flexibilidade do pagamento antecipado é um diferencial para milhões.
Consulta das datas e valores
Consultar o 13º é fácil pelo Meu INSS, com login via CPF e senha, ou pela Central 135, de segunda a sábado, das 7h às 22h. Agências do INSS oferecem atendimento presencial com agendamento. Esses canais mostram datas, valores e descontos, evitando desinformação.
