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5 Apr 2025, Sat

Bolsa Família libera pagamentos a partir de 15 de abril para milhões de beneficiados

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A partir de 15 de abril, cerca de 20,5 milhões de famílias em todo o país começam a receber os pagamentos do Bolsa Família, programa que garante uma renda mínima de R$ 600 por mês, além de benefícios adicionais conforme a composição familiar. Gerenciado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, o cronograma segue o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), começando com os beneficiários de final 1 e encerrando no dia 30 com os de final 0. Os valores são depositados pela Caixa Econômica Federal, que organiza os repasses nos últimos dez dias úteis de cada mês, exceto em dezembro, quando o calendário é antecipado. Em abril, o programa também inclui o pagamento do Auxílio Gás para mais de 5,5 milhões de pessoas, com valor estimado em R$ 108, equivalente ao preço médio nacional do botijão de 13 kg. Para acessar o benefício, é necessário estar inscrito no Cadastro Único e ter renda per capita de até R$ 218, além de cumprir condições de saúde e educação.

Famílias em situação de vulnerabilidade aguardam o depósito para organizar suas finanças. O programa, que em 2024 transferiu R$ 168,3 bilhões, segue como um dos principais instrumentos de combate à pobreza no país, beneficiando milhões de lares. Em 2025, o orçamento previsto é de R$ 160 bilhões, refletindo um corte de R$ 9 bilhões em relação ao ano anterior, mas sem alterações nos valores pagos por família.

Os beneficiários podem movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem, realizar saques em terminais de autoatendimento, lotéricas ou agências da Caixa, ou usar o cartão do programa para compras no débito. Para quem perdeu documentos em situações de emergência, como enchentes, há a possibilidade de saque sem cartão, mediante Declaração Especial de Pagamento emitida por gestores municipais.

Quem tem direito ao benefício

Elegibilidade ao Bolsa Família exige que a renda mensal por pessoa na família não ultrapasse R$ 218, valor calculado dividindo a soma dos ganhos pelo número de integrantes do núcleo familiar. Além disso, é preciso estar inscrito no Cadastro Único, com dados atualizados a cada dois anos em postos como o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). O programa prioriza famílias em pobreza ou extrema pobreza, oferecendo suporte financeiro e acesso a direitos básicos.

Outro requisito essencial é o cumprimento de condicionalidades. Crianças e adolescentes de 4 a 17 anos devem manter frequência escolar mínima, sendo 60% para os de 4 a 6 anos e 75% para os de 6 a 18 anos que ainda não concluíram o ensino básico. Na área da saúde, o acompanhamento do calendário nacional de vacinação é obrigatório, assim como o pré-natal para gestantes.

O benefício abrange cerca de 20,5 milhões de famílias em 2025, número que reflete a continuidade do programa após ajustes no orçamento. Em março, o valor médio pago por família foi de R$ 668,65, considerando os adicionais para crianças, adolescentes e gestantes.

Como consultar o pagamento

Verificar a data e o valor do Bolsa Família é simples e pode ser feito por meio de ferramentas digitais ou canais de atendimento. O aplicativo Caixa Tem permite consultar o saldo e o dia do depósito com o CPF do responsável familiar. Outra opção é o aplicativo Bolsa Família, disponível para Android e iOS, que exibe informações detalhadas como situação do benefício e histórico de pagamentos.

  • Passos no aplicativo Bolsa Família: Baixe o app, faça login com CPF e senha do Gov.br, acesse a seção de benefícios e confira as datas.
  • Central de atendimento: Ligue para o número 111 da Caixa ou 121 do Ministério do Desenvolvimento Social para esclarecimentos.
  • CRAS: Postos locais oferecem suporte presencial para quem prefere atendimento direto.

A consulta é essencial para evitar atrasos ou bloqueios, que podem ocorrer se os dados no Cadastro Único estiverem desatualizados.

Valores pagos às famílias

O Bolsa Família assegura um repasse mínimo de R$ 600 por família, mas o valor total varia conforme a composição do grupo. Desde a reformulação em março de 2023, o programa incorporou uma cesta de benefícios que inclui adicionais específicos, calculados a partir de R$ 142 por pessoa. Quando o total não atinge os R$ 600, o Benefício Complementar cobre a diferença.

Famílias numerosas recebem mais. Por exemplo, uma casa com cinco pessoas tem direito a R$ 710 (R$ 142 x 5), enquanto uma com três integrantes pode receber os R$ 600 mínimos, ajustados pelo complemento. Além disso, há extras para atender necessidades específicas, como o cuidado com crianças pequenas e adolescentes.

Em abril, o Auxílio Gás complementa o pagamento para 5,5 milhões de beneficiários. O valor, ajustado a cada dois meses com base na média nacional do botijão de 13 kg, deve subir de R$ 106 em fevereiro para R$ 108, aliviando o custo do gás de cozinha para famílias vulneráveis.

Calendário detalhado de abril

Os pagamentos de abril seguem um cronograma escalonado, organizado pelo último dígito do NIS. Confira as datas exatas:

  • NIS final 1: 15 de abril
  • NIS final 2: 16 de abril
  • NIS final 3: 17 de abril
  • NIS final 4: 22 de abril
  • NIS final 5: 23 de abril
  • NIS final 6: 24 de abril
  • NIS final 7: 25 de abril
  • NIS final 8: 28 de abril
  • NIS final 9: 29 de abril
  • NIS final 0: 30 de abril

Esse formato, adotado desde 2021, organiza os repasses nos últimos dez dias úteis do mês, garantindo fluxo contínuo nos pontos de saque e evitando aglomerações.

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Bolsa Familia – Foto: Cassiano Correia/shutterstock.com

Impacto do programa na economia

A transferência de renda do Bolsa Família movimenta a economia local, especialmente em regiões de maior vulnerabilidade. Em 2024, o programa injetou R$ 168,3 bilhões no mercado, valor que beneficiou comércio e serviços em milhares de municípios. Para 2025, a previsão é de R$ 160 bilhões, mesmo com o corte de R$ 9 bilhões no orçamento, conforme a Lei Orçamentária Anual aprovada pelo Congresso.

Cada família beneficiada, ao receber no mínimo R$ 600, utiliza os recursos para despesas essenciais, como alimentação, moradia e educação. Os adicionais, como os R$ 150 por criança de até 6 anos, ampliam o poder de compra, enquanto o Auxílio Gás reduz os gastos com energia, liberando renda para outras necessidades.

Em abril, os 20,5 milhões de contemplados devem gerar um impacto significativo, especialmente em cidades menores, onde o programa representa uma fonte estável de recursos. O pagamento unificado em situações de emergência, como enchentes, também reforça o suporte em momentos críticos.

Regras para continuar recebendo

Manter o Bolsa Família exige atenção às regras do programa. A atualização cadastral a cada 24 meses é obrigatória, realizada em postos do CRAS ou unidades do Cadastro Único. Dados inconsistentes, como renda acima de R$ 218 por pessoa ou falta de informações sobre frequência escolar, podem levar ao bloqueio do benefício.

Famílias que aumentam a renda além do limite entram na regra de proteção, permitindo a permanência no programa por até dois anos, desde que a renda per capita não supere meio salário mínimo. Em dezembro de 2024, cerca de 2,7 milhões de famílias estavam nessa condição, estruturando sua autonomia financeira.

O acompanhamento das condicionalidades é outro ponto crucial. Gestantes devem realizar o pré-natal, e crianças precisam estar vacinadas e frequentando a escola. Essas exigências fortalecem o acesso a serviços básicos, reduzindo a pobreza intergeracional.

Benefícios adicionais em abril

Além do valor base, o Bolsa Família oferece extras que atendem diferentes faixas etárias e situações. O Benefício Primeira Infância paga R$ 150 por criança de 0 a 6 anos, alcançando 9,5 milhões de pequenos em 2025. Já o Benefício Variável Familiar adiciona R$ 50 por jovem de 7 a 18 anos, gestante ou lactante, beneficiando 15 milhões de pessoas.

O Auxílio Gás, pago em meses pares como abril, cobre 100% do preço médio do botijão de 13 kg, calculado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Com 5,5 milhões de beneficiários, o programa ajuda a mitigar o impacto do custo do gás, essencial para o preparo de alimentos.

Para mães de bebês de até 6 meses, o Benefício Variável Nutriz garante seis parcelas de R$ 50, totalizando R$ 300, voltadas à nutrição infantil. Esses adicionais elevam o valor médio por família, que em março chegou a R$ 668,65.

Histórico do Bolsa Família

Lançado em 2003, o Bolsa Família consolidou-se como o maior programa de transferência de renda do Brasil, reconhecido mundialmente por tirar milhões da fome. Inicialmente, unificou iniciativas como Bolsa Escola e Bolsa Alimentação, focando na redução da pobreza extrema. Em 20 anos, passou por reformulações, como a de 2023, que fixou o mínimo de R$ 600 e introduziu benefícios variáveis.

Antes de 2023, o programa operava como Auxílio Brasil, mas a recriação trouxe de volta as condicionalidades de saúde e educação, ausentes na versão anterior. Hoje, atende 20,5 milhões de famílias, cobrindo todos os 5.570 municípios brasileiros, com um orçamento anual robusto, mesmo após ajustes.

O impacto vai além da renda. Estudos mostram que cada real investido no programa gera um retorno de até R$ 1,78 na economia, evidenciando seu papel no desenvolvimento social e na inclusão produtiva.

Dicas para não perder o benefício

Evitar o bloqueio do Bolsa Família exige cuidados simples, mas fundamentais. Atualizar o Cadastro Único a cada dois anos é o primeiro passo, levando documentos como CPF, RG e comprovantes de renda ao CRAS. Famílias que não cumprem essa regra podem ter o pagamento suspenso até a regularização.

  • Frequência escolar: Garanta que crianças e adolescentes estejam matriculados e frequentem as aulas.
  • Vacinação em dia: Leve os filhos aos postos de saúde para seguir o calendário nacional.
  • Consulta rápida: Use o app Bolsa Família ou ligue para o 121 para verificar a situação do benefício.

Em situações de emergência, como desastres naturais, o pagamento unificado é liberado no primeiro dia do cronograma, e o saque sem cartão é permitido com a Declaração Especial, agilizando o acesso aos recursos.



A partir de 15 de abril, cerca de 20,5 milhões de famílias em todo o país começam a receber os pagamentos do Bolsa Família, programa que garante uma renda mínima de R$ 600 por mês, além de benefícios adicionais conforme a composição familiar. Gerenciado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, o cronograma segue o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), começando com os beneficiários de final 1 e encerrando no dia 30 com os de final 0. Os valores são depositados pela Caixa Econômica Federal, que organiza os repasses nos últimos dez dias úteis de cada mês, exceto em dezembro, quando o calendário é antecipado. Em abril, o programa também inclui o pagamento do Auxílio Gás para mais de 5,5 milhões de pessoas, com valor estimado em R$ 108, equivalente ao preço médio nacional do botijão de 13 kg. Para acessar o benefício, é necessário estar inscrito no Cadastro Único e ter renda per capita de até R$ 218, além de cumprir condições de saúde e educação.

Famílias em situação de vulnerabilidade aguardam o depósito para organizar suas finanças. O programa, que em 2024 transferiu R$ 168,3 bilhões, segue como um dos principais instrumentos de combate à pobreza no país, beneficiando milhões de lares. Em 2025, o orçamento previsto é de R$ 160 bilhões, refletindo um corte de R$ 9 bilhões em relação ao ano anterior, mas sem alterações nos valores pagos por família.

Os beneficiários podem movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem, realizar saques em terminais de autoatendimento, lotéricas ou agências da Caixa, ou usar o cartão do programa para compras no débito. Para quem perdeu documentos em situações de emergência, como enchentes, há a possibilidade de saque sem cartão, mediante Declaração Especial de Pagamento emitida por gestores municipais.

Quem tem direito ao benefício

Elegibilidade ao Bolsa Família exige que a renda mensal por pessoa na família não ultrapasse R$ 218, valor calculado dividindo a soma dos ganhos pelo número de integrantes do núcleo familiar. Além disso, é preciso estar inscrito no Cadastro Único, com dados atualizados a cada dois anos em postos como o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). O programa prioriza famílias em pobreza ou extrema pobreza, oferecendo suporte financeiro e acesso a direitos básicos.

Outro requisito essencial é o cumprimento de condicionalidades. Crianças e adolescentes de 4 a 17 anos devem manter frequência escolar mínima, sendo 60% para os de 4 a 6 anos e 75% para os de 6 a 18 anos que ainda não concluíram o ensino básico. Na área da saúde, o acompanhamento do calendário nacional de vacinação é obrigatório, assim como o pré-natal para gestantes.

O benefício abrange cerca de 20,5 milhões de famílias em 2025, número que reflete a continuidade do programa após ajustes no orçamento. Em março, o valor médio pago por família foi de R$ 668,65, considerando os adicionais para crianças, adolescentes e gestantes.

Como consultar o pagamento

Verificar a data e o valor do Bolsa Família é simples e pode ser feito por meio de ferramentas digitais ou canais de atendimento. O aplicativo Caixa Tem permite consultar o saldo e o dia do depósito com o CPF do responsável familiar. Outra opção é o aplicativo Bolsa Família, disponível para Android e iOS, que exibe informações detalhadas como situação do benefício e histórico de pagamentos.

  • Passos no aplicativo Bolsa Família: Baixe o app, faça login com CPF e senha do Gov.br, acesse a seção de benefícios e confira as datas.
  • Central de atendimento: Ligue para o número 111 da Caixa ou 121 do Ministério do Desenvolvimento Social para esclarecimentos.
  • CRAS: Postos locais oferecem suporte presencial para quem prefere atendimento direto.

A consulta é essencial para evitar atrasos ou bloqueios, que podem ocorrer se os dados no Cadastro Único estiverem desatualizados.

Valores pagos às famílias

O Bolsa Família assegura um repasse mínimo de R$ 600 por família, mas o valor total varia conforme a composição do grupo. Desde a reformulação em março de 2023, o programa incorporou uma cesta de benefícios que inclui adicionais específicos, calculados a partir de R$ 142 por pessoa. Quando o total não atinge os R$ 600, o Benefício Complementar cobre a diferença.

Famílias numerosas recebem mais. Por exemplo, uma casa com cinco pessoas tem direito a R$ 710 (R$ 142 x 5), enquanto uma com três integrantes pode receber os R$ 600 mínimos, ajustados pelo complemento. Além disso, há extras para atender necessidades específicas, como o cuidado com crianças pequenas e adolescentes.

Em abril, o Auxílio Gás complementa o pagamento para 5,5 milhões de beneficiários. O valor, ajustado a cada dois meses com base na média nacional do botijão de 13 kg, deve subir de R$ 106 em fevereiro para R$ 108, aliviando o custo do gás de cozinha para famílias vulneráveis.

Calendário detalhado de abril

Os pagamentos de abril seguem um cronograma escalonado, organizado pelo último dígito do NIS. Confira as datas exatas:

  • NIS final 1: 15 de abril
  • NIS final 2: 16 de abril
  • NIS final 3: 17 de abril
  • NIS final 4: 22 de abril
  • NIS final 5: 23 de abril
  • NIS final 6: 24 de abril
  • NIS final 7: 25 de abril
  • NIS final 8: 28 de abril
  • NIS final 9: 29 de abril
  • NIS final 0: 30 de abril

Esse formato, adotado desde 2021, organiza os repasses nos últimos dez dias úteis do mês, garantindo fluxo contínuo nos pontos de saque e evitando aglomerações.

programa bolsa familia
Bolsa Familia – Foto: Cassiano Correia/shutterstock.com

Impacto do programa na economia

A transferência de renda do Bolsa Família movimenta a economia local, especialmente em regiões de maior vulnerabilidade. Em 2024, o programa injetou R$ 168,3 bilhões no mercado, valor que beneficiou comércio e serviços em milhares de municípios. Para 2025, a previsão é de R$ 160 bilhões, mesmo com o corte de R$ 9 bilhões no orçamento, conforme a Lei Orçamentária Anual aprovada pelo Congresso.

Cada família beneficiada, ao receber no mínimo R$ 600, utiliza os recursos para despesas essenciais, como alimentação, moradia e educação. Os adicionais, como os R$ 150 por criança de até 6 anos, ampliam o poder de compra, enquanto o Auxílio Gás reduz os gastos com energia, liberando renda para outras necessidades.

Em abril, os 20,5 milhões de contemplados devem gerar um impacto significativo, especialmente em cidades menores, onde o programa representa uma fonte estável de recursos. O pagamento unificado em situações de emergência, como enchentes, também reforça o suporte em momentos críticos.

Regras para continuar recebendo

Manter o Bolsa Família exige atenção às regras do programa. A atualização cadastral a cada 24 meses é obrigatória, realizada em postos do CRAS ou unidades do Cadastro Único. Dados inconsistentes, como renda acima de R$ 218 por pessoa ou falta de informações sobre frequência escolar, podem levar ao bloqueio do benefício.

Famílias que aumentam a renda além do limite entram na regra de proteção, permitindo a permanência no programa por até dois anos, desde que a renda per capita não supere meio salário mínimo. Em dezembro de 2024, cerca de 2,7 milhões de famílias estavam nessa condição, estruturando sua autonomia financeira.

O acompanhamento das condicionalidades é outro ponto crucial. Gestantes devem realizar o pré-natal, e crianças precisam estar vacinadas e frequentando a escola. Essas exigências fortalecem o acesso a serviços básicos, reduzindo a pobreza intergeracional.

Benefícios adicionais em abril

Além do valor base, o Bolsa Família oferece extras que atendem diferentes faixas etárias e situações. O Benefício Primeira Infância paga R$ 150 por criança de 0 a 6 anos, alcançando 9,5 milhões de pequenos em 2025. Já o Benefício Variável Familiar adiciona R$ 50 por jovem de 7 a 18 anos, gestante ou lactante, beneficiando 15 milhões de pessoas.

O Auxílio Gás, pago em meses pares como abril, cobre 100% do preço médio do botijão de 13 kg, calculado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Com 5,5 milhões de beneficiários, o programa ajuda a mitigar o impacto do custo do gás, essencial para o preparo de alimentos.

Para mães de bebês de até 6 meses, o Benefício Variável Nutriz garante seis parcelas de R$ 50, totalizando R$ 300, voltadas à nutrição infantil. Esses adicionais elevam o valor médio por família, que em março chegou a R$ 668,65.

Histórico do Bolsa Família

Lançado em 2003, o Bolsa Família consolidou-se como o maior programa de transferência de renda do Brasil, reconhecido mundialmente por tirar milhões da fome. Inicialmente, unificou iniciativas como Bolsa Escola e Bolsa Alimentação, focando na redução da pobreza extrema. Em 20 anos, passou por reformulações, como a de 2023, que fixou o mínimo de R$ 600 e introduziu benefícios variáveis.

Antes de 2023, o programa operava como Auxílio Brasil, mas a recriação trouxe de volta as condicionalidades de saúde e educação, ausentes na versão anterior. Hoje, atende 20,5 milhões de famílias, cobrindo todos os 5.570 municípios brasileiros, com um orçamento anual robusto, mesmo após ajustes.

O impacto vai além da renda. Estudos mostram que cada real investido no programa gera um retorno de até R$ 1,78 na economia, evidenciando seu papel no desenvolvimento social e na inclusão produtiva.

Dicas para não perder o benefício

Evitar o bloqueio do Bolsa Família exige cuidados simples, mas fundamentais. Atualizar o Cadastro Único a cada dois anos é o primeiro passo, levando documentos como CPF, RG e comprovantes de renda ao CRAS. Famílias que não cumprem essa regra podem ter o pagamento suspenso até a regularização.

  • Frequência escolar: Garanta que crianças e adolescentes estejam matriculados e frequentem as aulas.
  • Vacinação em dia: Leve os filhos aos postos de saúde para seguir o calendário nacional.
  • Consulta rápida: Use o app Bolsa Família ou ligue para o 121 para verificar a situação do benefício.

Em situações de emergência, como desastres naturais, o pagamento unificado é liberado no primeiro dia do cronograma, e o saque sem cartão é permitido com a Declaração Especial, agilizando o acesso aos recursos.



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