A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou uma nova medida que promete mudar a dinâmica das partidas no país. A partir da próxima rodada do Campeonato Brasileiro, subir na bola será considerado uma infração antidesportiva, punida com cartão amarelo e tiro livre indireto para o time adversário. A decisão, comunicada por meio de um ofício enviado a federações, clubes e à comissão de arbitragem, foi motivada por episódios recentes que geraram controvérsia, como o lance protagonizado por Memphis Depay na final do Paulistão. O movimento do jogador holandês, que subiu com os dois pés sobre a bola aos 44 minutos do segundo tempo contra o Palmeiras, desencadeou uma confusão em campo e reacendeu o debate sobre a necessidade de regulamentação. A entidade justificou a medida apontando riscos à segurança dos atletas e prejuízos à fluidez dos jogos, reforçando que a prática será coibida para preservar o respeito pelo esporte.
O incidente envolvendo Memphis Depay aconteceu em um momento crucial da decisão do Campeonato Paulista, quando o Corinthians enfrentava o Palmeiras. Próximo à bandeirinha de escanteio, o atacante subiu na bola, gerando uma pausa de mais de cinco minutos na partida devido à reação dos jogadores adversários. Apesar de o lance ter resultado apenas em um lateral para o Timão, a atitude foi vista como provocadora por parte do elenco palmeirense, que partiu para cima do holandês. A CBF, embora não mencione diretamente o episódio no documento oficial, usou o caso como exemplo implícito para embasar a nova diretriz, destacando que ações do tipo podem gerar “transtornos generalizados” e até mesmo “risco de lesão” para os próprios jogadores.
Casos semelhantes já haviam chamado a atenção no futebol brasileiro. Em outubro de 2023, o atacante venezuelano Soteldo, então no Santos, realizou o mesmo movimento durante uma vitória por 4 a 1 contra o Vasco da Gama, no Brasileirão. Na ocasião, a “acrobacia” também terminou em confusão, mas o jogador foi advertido com cartão amarelo por discutir com um adversário, e não pelo gesto em si. A falta de punição específica naquele momento contrastou com a postura mais firme adotada agora pela CBF, que busca uniformizar a interpretação dos árbitros e evitar que situações como essas se repitam nos gramados nacionais.
Por que a CBF tomou essa decisão agora?

A medida da CBF reflete uma preocupação crescente com a segurança e a disciplina nas partidas. O ofício encaminhado aos clubes aponta que subir na bola pode ser interpretado como uma demonstração de “falta de respeito pelo futebol”, enquadrando-se nas regras de conduta antiesportiva previstas pela International Football Association Board (IFAB). Além do caso de Memphis Depay, a entidade incluiu no comunicado referências a lances do Campeonato Colombiano e de jogos da Seleção Brasileira Sub-17, onde ações semelhantes resultaram em problemas disciplinares. A decisão também chega em um momento em que o futebol brasileiro vive uma fase de transição, com a arbitragem sob escrutínio constante e a necessidade de padronizar critérios em competições nacionais.
Outro fator que pode ter influenciado a CBF é a repercussão midiática e nas redes sociais. O lance de Memphis na final do Paulistão gerou 3,7 mil visualizações e 49 comentários em uma publicação da Identidade Corinthiana, evidenciando o impacto do episódio entre torcedores. A entidade parece ter percebido que gestos desse tipo, muitas vezes vistos como provocação ou exibicionismo, têm potencial para inflamar rivalidades e comprometer o andamento dos jogos. Com a nova regra, a CBF espera reduzir essas ocorrências e garantir que o foco permaneça na competição, e não em polêmicas extracampo.
Como a regra será aplicada nos jogos?
A partir da próxima rodada do Campeonato Brasileiro, os árbitros terão orientação clara para punir quem subir na bola. A infração será tratada da seguinte forma:
- Advertência: O jogador receberá cartão amarelo por conduta antiesportiva.
- Punição em campo: Um tiro livre indireto será marcado a favor da equipe adversária no local onde o gesto ocorreu.
- Exceções: Não há menção a situações específicas em que o movimento seja permitido, o que indica uma aplicação rigorosa da norma.
A CBF também reforçou que a medida não se limita ao Brasileirão, podendo ser estendida a outras competições sob sua jurisdição, como a Copa do Brasil e os torneios das categorias de base. Árbitros já estão sendo instruídos para identificar o gesto e agir de imediato, evitando interpretações subjetivas que possam gerar controvérsia.
Impactos esperados no futebol brasileiro
A implementação da nova regra deve alterar o comportamento dos jogadores em campo. Atletas conhecidos por jogadas mais ousadas ou provocadoras, como Memphis Depay e Soteldo, precisarão adaptar suas atuações para evitar punições. No caso do holandês, que enfrenta o Vasco da Gama na Neo Química Arena pela segunda rodada do Brasileirão, a partida será um teste imediato para observar como ele e seus companheiros reagirão à mudança. O Corinthians, atual campeão paulista, entra em campo às 18h30 com a expectativa de manter o bom momento, mas agora sob os olhos atentos da arbitragem.
Clubes e torcedores também sentirão os efeitos da decisão. Equipes que dependem de jogadas individuais ou de momentos de desconcentração do adversário podem ver suas estratégias comprometidas. Já os fãs, divididos entre os que apoiam a medida por questões de fair play e os que a criticam como exagero, devem manter o debate aceso nas arquibancadas e nas redes sociais. A CBF, por sua vez, aposta que a regra trará mais fluidez aos jogos, reduzindo paralisações e confusões como as vistas na final do Paulistão.
Historicamente, o futebol brasileiro sempre foi marcado por lances criativos e gestos que refletem a personalidade dos jogadores. A proibição de subir na bola pode ser vista como um passo para coibir excessos, mas também levanta questões sobre até que ponto a regulamentação deve interferir na espontaneidade do esporte. A comparação com outros países, como a Colômbia, onde a prática também foi restringida, sugere que a CBF está alinhada a uma tendência global de maior controle disciplinar.
Cronograma da nova regra no Brasileirão
A aplicação da medida seguirá um calendário definido pela CBF:
- Início: Próxima rodada do Campeonato Brasileiro, após o comunicado de 5 de abril de 2025.
- Monitoramento: Árbitros reportarão os primeiros casos à comissão de arbitragem para ajustes, se necessário.
- Extensão: Possível adoção em outras competições nacionais ao longo do ano.
O Corinthians x Vasco, marcado para o mesmo dia do anúncio, será uma das primeiras partidas a testar a nova orientação, já que Memphis Depay, pivô da polêmica, estará em campo. A CBF espera que os clubes assimilem rapidamente a mudança, mas o impacto real só será conhecido com o decorrer das rodadas.
Reações iniciais e o que esperar
Jogadores e treinadores ainda não se manifestaram oficialmente sobre a decisão, mas a expectativa é de que nomes como Memphis Depay e Soteldo, diretamente ligados a episódios recentes, sejam questionados em coletivas. No Corinthians, o foco segue na estreia em casa pelo Brasileirão, mas o lance do Paulistão continua ecoando entre os torcedores. Do lado do Palmeiras, a irritação com o gesto do holandês pode reacender a rivalidade na próxima vez que as equipes se enfrentarem.
A arbitragem, por sua vez, terá um papel crucial na consistência da aplicação da regra. Casos mal interpretados ou punições inconsistentes podem gerar reclamações de clubes e torcedores, algo que a CBF quer evitar. A entidade já enfrentou críticas no passado por decisões polêmicas, como a introdução do VAR, e agora busca um equilíbrio entre disciplina e a essência do futebol brasileiro.
O que a proibição revela sobre o futebol atual
A iniciativa da CBF reflete um momento de transformação no esporte nacional. Com o aumento da visibilidade das competições, graças a transmissões como as da CazéTV, e a pressão por profissionalização, gestos que antes passavam despercebidos agora ganham proporções maiores. O episódio de Memphis Depay, amplificado por imagens e debates online, é um exemplo disso. A entidade parece determinada a evitar que lances isolados desviem a atenção do jogo em si, especialmente em um campeonato tão competitivo quanto o Brasileirão.
Além disso, a segurança dos jogadores é uma preocupação crescente. Subir na bola, embora raro, pode levar a quedas ou choques que resultem em lesões, algo que a CBF destacou no ofício. A referência a torneios internacionais, como o Campeonato Colombiano, mostra que o Brasil está acompanhando padrões globais para modernizar suas regras e alinhar-se às expectativas de federações como a FIFA.
Curiosidades sobre subir na bola no futebol
Alguns pontos interessantes sobre o gesto agora proibido:
- Origem incerta, mas associado a provocações ou tentativas de ganhar tempo.
- Soteldo, em 2023, popularizou o movimento no Brasil, apesar de não ter sido punido diretamente.
- Na Colômbia, a prática já é tratada como infração há pelo menos dois anos.
- Jogadores de categorias de base, como a Sub-17, também foram citados pela CBF como exemplo.
Esses detalhes mostram que a ação, embora esporádica, tem histórico suficiente para justificar a atenção da entidade. A proibição marca um precedente que pode abrir caminho para outras restrições no futuro.
Próximos passos da CBF e do Brasileirão
Com a nova regra em vigor, a CBF deve monitorar de perto os primeiros jogos para avaliar sua eficácia. A partida entre Corinthians e Vasco, na Neo Química Arena, será um marco inicial, especialmente por envolver Memphis Depay, que estará sob os holofotes após o lance no Paulistão. Outros clubes, como Palmeiras e Santos, que já vivenciaram situações semelhantes, também terão suas reações observadas.
O Brasileirão, que começou com grandes expectativas após o sucesso do Paulistão, agora ganha um elemento extra de atenção. A CBF espera que a medida traga mais disciplina sem tirar o brilho do campeonato, conhecido por sua intensidade e rivalidades históricas. O desafio será equilibrar a rigidez da regra com a paixão que define o futebol brasileiro.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou uma nova medida que promete mudar a dinâmica das partidas no país. A partir da próxima rodada do Campeonato Brasileiro, subir na bola será considerado uma infração antidesportiva, punida com cartão amarelo e tiro livre indireto para o time adversário. A decisão, comunicada por meio de um ofício enviado a federações, clubes e à comissão de arbitragem, foi motivada por episódios recentes que geraram controvérsia, como o lance protagonizado por Memphis Depay na final do Paulistão. O movimento do jogador holandês, que subiu com os dois pés sobre a bola aos 44 minutos do segundo tempo contra o Palmeiras, desencadeou uma confusão em campo e reacendeu o debate sobre a necessidade de regulamentação. A entidade justificou a medida apontando riscos à segurança dos atletas e prejuízos à fluidez dos jogos, reforçando que a prática será coibida para preservar o respeito pelo esporte.
O incidente envolvendo Memphis Depay aconteceu em um momento crucial da decisão do Campeonato Paulista, quando o Corinthians enfrentava o Palmeiras. Próximo à bandeirinha de escanteio, o atacante subiu na bola, gerando uma pausa de mais de cinco minutos na partida devido à reação dos jogadores adversários. Apesar de o lance ter resultado apenas em um lateral para o Timão, a atitude foi vista como provocadora por parte do elenco palmeirense, que partiu para cima do holandês. A CBF, embora não mencione diretamente o episódio no documento oficial, usou o caso como exemplo implícito para embasar a nova diretriz, destacando que ações do tipo podem gerar “transtornos generalizados” e até mesmo “risco de lesão” para os próprios jogadores.
Casos semelhantes já haviam chamado a atenção no futebol brasileiro. Em outubro de 2023, o atacante venezuelano Soteldo, então no Santos, realizou o mesmo movimento durante uma vitória por 4 a 1 contra o Vasco da Gama, no Brasileirão. Na ocasião, a “acrobacia” também terminou em confusão, mas o jogador foi advertido com cartão amarelo por discutir com um adversário, e não pelo gesto em si. A falta de punição específica naquele momento contrastou com a postura mais firme adotada agora pela CBF, que busca uniformizar a interpretação dos árbitros e evitar que situações como essas se repitam nos gramados nacionais.
Por que a CBF tomou essa decisão agora?

A medida da CBF reflete uma preocupação crescente com a segurança e a disciplina nas partidas. O ofício encaminhado aos clubes aponta que subir na bola pode ser interpretado como uma demonstração de “falta de respeito pelo futebol”, enquadrando-se nas regras de conduta antiesportiva previstas pela International Football Association Board (IFAB). Além do caso de Memphis Depay, a entidade incluiu no comunicado referências a lances do Campeonato Colombiano e de jogos da Seleção Brasileira Sub-17, onde ações semelhantes resultaram em problemas disciplinares. A decisão também chega em um momento em que o futebol brasileiro vive uma fase de transição, com a arbitragem sob escrutínio constante e a necessidade de padronizar critérios em competições nacionais.
Outro fator que pode ter influenciado a CBF é a repercussão midiática e nas redes sociais. O lance de Memphis na final do Paulistão gerou 3,7 mil visualizações e 49 comentários em uma publicação da Identidade Corinthiana, evidenciando o impacto do episódio entre torcedores. A entidade parece ter percebido que gestos desse tipo, muitas vezes vistos como provocação ou exibicionismo, têm potencial para inflamar rivalidades e comprometer o andamento dos jogos. Com a nova regra, a CBF espera reduzir essas ocorrências e garantir que o foco permaneça na competição, e não em polêmicas extracampo.
Como a regra será aplicada nos jogos?
A partir da próxima rodada do Campeonato Brasileiro, os árbitros terão orientação clara para punir quem subir na bola. A infração será tratada da seguinte forma:
- Advertência: O jogador receberá cartão amarelo por conduta antiesportiva.
- Punição em campo: Um tiro livre indireto será marcado a favor da equipe adversária no local onde o gesto ocorreu.
- Exceções: Não há menção a situações específicas em que o movimento seja permitido, o que indica uma aplicação rigorosa da norma.
A CBF também reforçou que a medida não se limita ao Brasileirão, podendo ser estendida a outras competições sob sua jurisdição, como a Copa do Brasil e os torneios das categorias de base. Árbitros já estão sendo instruídos para identificar o gesto e agir de imediato, evitando interpretações subjetivas que possam gerar controvérsia.
Impactos esperados no futebol brasileiro
A implementação da nova regra deve alterar o comportamento dos jogadores em campo. Atletas conhecidos por jogadas mais ousadas ou provocadoras, como Memphis Depay e Soteldo, precisarão adaptar suas atuações para evitar punições. No caso do holandês, que enfrenta o Vasco da Gama na Neo Química Arena pela segunda rodada do Brasileirão, a partida será um teste imediato para observar como ele e seus companheiros reagirão à mudança. O Corinthians, atual campeão paulista, entra em campo às 18h30 com a expectativa de manter o bom momento, mas agora sob os olhos atentos da arbitragem.
Clubes e torcedores também sentirão os efeitos da decisão. Equipes que dependem de jogadas individuais ou de momentos de desconcentração do adversário podem ver suas estratégias comprometidas. Já os fãs, divididos entre os que apoiam a medida por questões de fair play e os que a criticam como exagero, devem manter o debate aceso nas arquibancadas e nas redes sociais. A CBF, por sua vez, aposta que a regra trará mais fluidez aos jogos, reduzindo paralisações e confusões como as vistas na final do Paulistão.
Historicamente, o futebol brasileiro sempre foi marcado por lances criativos e gestos que refletem a personalidade dos jogadores. A proibição de subir na bola pode ser vista como um passo para coibir excessos, mas também levanta questões sobre até que ponto a regulamentação deve interferir na espontaneidade do esporte. A comparação com outros países, como a Colômbia, onde a prática também foi restringida, sugere que a CBF está alinhada a uma tendência global de maior controle disciplinar.
Cronograma da nova regra no Brasileirão
A aplicação da medida seguirá um calendário definido pela CBF:
- Início: Próxima rodada do Campeonato Brasileiro, após o comunicado de 5 de abril de 2025.
- Monitoramento: Árbitros reportarão os primeiros casos à comissão de arbitragem para ajustes, se necessário.
- Extensão: Possível adoção em outras competições nacionais ao longo do ano.
O Corinthians x Vasco, marcado para o mesmo dia do anúncio, será uma das primeiras partidas a testar a nova orientação, já que Memphis Depay, pivô da polêmica, estará em campo. A CBF espera que os clubes assimilem rapidamente a mudança, mas o impacto real só será conhecido com o decorrer das rodadas.
Reações iniciais e o que esperar
Jogadores e treinadores ainda não se manifestaram oficialmente sobre a decisão, mas a expectativa é de que nomes como Memphis Depay e Soteldo, diretamente ligados a episódios recentes, sejam questionados em coletivas. No Corinthians, o foco segue na estreia em casa pelo Brasileirão, mas o lance do Paulistão continua ecoando entre os torcedores. Do lado do Palmeiras, a irritação com o gesto do holandês pode reacender a rivalidade na próxima vez que as equipes se enfrentarem.
A arbitragem, por sua vez, terá um papel crucial na consistência da aplicação da regra. Casos mal interpretados ou punições inconsistentes podem gerar reclamações de clubes e torcedores, algo que a CBF quer evitar. A entidade já enfrentou críticas no passado por decisões polêmicas, como a introdução do VAR, e agora busca um equilíbrio entre disciplina e a essência do futebol brasileiro.
O que a proibição revela sobre o futebol atual
A iniciativa da CBF reflete um momento de transformação no esporte nacional. Com o aumento da visibilidade das competições, graças a transmissões como as da CazéTV, e a pressão por profissionalização, gestos que antes passavam despercebidos agora ganham proporções maiores. O episódio de Memphis Depay, amplificado por imagens e debates online, é um exemplo disso. A entidade parece determinada a evitar que lances isolados desviem a atenção do jogo em si, especialmente em um campeonato tão competitivo quanto o Brasileirão.
Além disso, a segurança dos jogadores é uma preocupação crescente. Subir na bola, embora raro, pode levar a quedas ou choques que resultem em lesões, algo que a CBF destacou no ofício. A referência a torneios internacionais, como o Campeonato Colombiano, mostra que o Brasil está acompanhando padrões globais para modernizar suas regras e alinhar-se às expectativas de federações como a FIFA.
Curiosidades sobre subir na bola no futebol
Alguns pontos interessantes sobre o gesto agora proibido:
- Origem incerta, mas associado a provocações ou tentativas de ganhar tempo.
- Soteldo, em 2023, popularizou o movimento no Brasil, apesar de não ter sido punido diretamente.
- Na Colômbia, a prática já é tratada como infração há pelo menos dois anos.
- Jogadores de categorias de base, como a Sub-17, também foram citados pela CBF como exemplo.
Esses detalhes mostram que a ação, embora esporádica, tem histórico suficiente para justificar a atenção da entidade. A proibição marca um precedente que pode abrir caminho para outras restrições no futuro.
Próximos passos da CBF e do Brasileirão
Com a nova regra em vigor, a CBF deve monitorar de perto os primeiros jogos para avaliar sua eficácia. A partida entre Corinthians e Vasco, na Neo Química Arena, será um marco inicial, especialmente por envolver Memphis Depay, que estará sob os holofotes após o lance no Paulistão. Outros clubes, como Palmeiras e Santos, que já vivenciaram situações semelhantes, também terão suas reações observadas.
O Brasileirão, que começou com grandes expectativas após o sucesso do Paulistão, agora ganha um elemento extra de atenção. A CBF espera que a medida traga mais disciplina sem tirar o brilho do campeonato, conhecido por sua intensidade e rivalidades históricas. O desafio será equilibrar a rigidez da regra com a paixão que define o futebol brasileiro.
