Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aguardam ansiosamente as datas do 13º salário em 2025, um benefício que alcança cerca de 35 milhões de brasileiros e movimenta bilhões na economia. Nos últimos anos, o governo antecipou os pagamentos, prática iniciada em 2020 para mitigar os efeitos da pandemia, e a expectativa é que essa tendência continue. Em 2024, mais de R$ 70 bilhões foram injetados entre abril e maio, beneficiando 33 milhões de segurados em duas parcelas. Para 2025, projeções apontam para um cronograma semelhante, com depósitos entre abril e maio, embora a confirmação oficial dependa da Lei Orçamentária Anual (LOA) e de um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Tradicionalmente pago no segundo semestre, o 13º salário do INSS mudou de rumo desde a crise sanitária, com liberações adiantadas que ajudam aposentados a enfrentar despesas sazonais e aquecem o comércio. O reajuste do salário mínimo para R$ 1.518,00, em vigor desde janeiro de 2025, eleva o valor para quem recebe o piso, enquanto benefícios acima do mínimo serão corrigidos pelo INPC, previsto em cerca de 3,5% para este ano. Cerca de 28 milhões de segurados ganham o mínimo, e o aumento impactará diretamente o montante do abono, essencial para quitar dívidas ou planejar gastos.
A antecipação, se confirmada, seguirá o modelo escalonado por número final do benefício, começando por quem recebe até R$ 1.518,00 e depois os valores superiores. O Ministério da Previdência Social já sinalizou interesse em manter o adiantamento, mas a decisão final depende de análises fiscais em andamento. Enquanto o anúncio oficial não vem, beneficiários podem se basear em estimativas e acessar o aplicativo Meu INSS para acompanhar atualizações, garantindo que estejam preparados para o depósito.
- Benefícios do 13º salário do INSS:
- Suporte financeiro para 35 milhões de segurados.
- Injeção de mais de R$ 70 bilhões na economia.
- Alívio para despesas como impostos e compras sazonais.
Elegibilidade para o 13º salário
Receber o 13º salário do INSS exige que o benefício tenha natureza previdenciária, ou seja, seja ligado a contribuições anteriores. Isso inclui aposentadorias por idade, tempo de contribuição, especial ou invalidez, além de pensões por morte e auxílios como incapacidade temporária, acidente e reclusão. Em 2025, cerca de 35 milhões de pessoas devem ser contempladas, abrangendo a maioria dos 40 milhões de beneficiários mensais do instituto.
Por outro lado, alguns segurados ficam de fora. O Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda, não dá direito ao 13º, assim como a Renda Mensal Vitalícia, extinta para novas concessões. Essas exclusões ocorrem porque tais auxílios são assistenciais, sem previsão legal para o abono. Em 2024, cerca de 5 milhões de beneficiários do BPC ficaram sem o extra, o que gerou debates sobre possíveis mudanças futuras.
Ser elegível não exige inscrição específica. O pagamento é automático para quem já recebe um benefício previdenciário ativo em 2025, com valores proporcionais ao tempo de recebimento no ano. Aposentados recentes, por exemplo, terão o 13º calculado com base nos meses em que o benefício esteve vigente, garantindo justiça na distribuição.
Como o valor é calculado
Calcular o 13º salário do INSS é simples e depende do benefício mensal. Para quem recebe o salário mínimo de R$ 1.518,00, o abono será igual a esse valor se o benefício esteve ativo por 12 meses. Quem começou a receber em julho, com seis meses, terá direito a R$ 759,00 (R$ 1.518,00 ÷ 12 × 6). Acima do mínimo, o cálculo segue a mesma lógica, ajustado pelo INPC, que corrige os valores anualmente.
O pagamento ocorre em duas parcelas. A primeira, equivalente a 50% do benefício, é depositada sem descontos, como Imposto de Renda ou contribuições. A segunda sofre retenção do IR, se aplicável, dependendo da renda total do segurado. Em 2024, cerca de 10% dos beneficiários tiveram descontos na segunda parcela, especialmente os que recebem acima de R$ 2.500,00 mensais, conforme a tabela da Receita Federal.
Novos aposentados em 2025 terão o valor proporcional ao mês de concessão. Um benefício ativado em março, por exemplo, dá direito a 10/12 do total, ou seja, R$ 1.265,00 para quem recebe o mínimo. Esse modelo escalonado evita distorções e beneficia quem entra no sistema ao longo do ano.
Cronograma previsto para 2025
Estimar as datas do 13º salário do INSS em 2025 é possível com base em anos anteriores. Se a antecipação for mantida, os pagamentos devem começar em abril e maio, seguindo o padrão escalonado por número final do benefício (sem o dígito verificador). Para quem recebe até R$ 1.518,00, as projeções são: final 1 em 24 de abril (1ª parcela) e 24 de maio (2ª parcela), avançando até final 0 em 8 de maio e 6 de junho. Acima do mínimo, os depósitos começariam em 2 de maio e 2 de junho, terminando em 8 de maio e 6 de junho.
Esse calendário é uma estimativa, pois depende do decreto presidencial e da aprovação da LOA 2025, em tramitação no Congresso. Em 2024, o anúncio oficial saiu em 13 de março, com depósitos iniciados em 24 de abril. Para 2025, a divulgação é esperada entre março e abril, com ajustes possíveis se o governo optar por maio e junho, como sugeriu o Tesouro Nacional.
A ordem prioriza quem ganha menos, garantindo que 28 milhões de segurados no piso recebam primeiro. O Meu INSS e a Central 135 serão os canais oficiais para confirmar as datas, que podem variar em caso de feriados ou mudanças de última hora. Em 2024, mais de 80% dos beneficiários consultaram o cronograma digitalmente, refletindo a adesão às ferramentas online.
- Datas previstas para quem recebe até R$ 1.518,00:
- Final 1: 24 de abril e 24 de maio.
- Final 5: 30 de abril e 28 de maio.
- Final 0: 8 de maio e 6 de junho.
Impacto do reajuste do salário mínimo
Ajustar o salário mínimo para R$ 1.518,00 em 2025, um aumento de 7,5% sobre os R$ 1.412,00 de 2024, beneficia diretamente 28 milhões de segurados do INSS. O novo valor, em vigor desde 1º de janeiro, eleva o 13º salário para quem recebe o piso, passando de R$ 1.412,00 para R$ 1.518,00 em caso de benefício integral. Esse ganho reflete a política de valorização do governo Lula, que combina inflação (estimada em 4%) e crescimento do PIB.
Para benefícios acima do mínimo, a correção segue o INPC, projetado em 3,5% para 2025. Um aposentado com R$ 2.000,00 mensais em 2024, por exemplo, passará a receber R$ 2.070,00, com o 13º ajustado ao novo valor. Em 2024, o INPC de 3,71% beneficiou 7 milhões de segurados nessa faixa, e a expectativa é manter esse padrão.
O aumento amplia o impacto econômico do 13º. Com 35 milhões de beneficiários, o montante total deve superar os R$ 70 bilhões de 2024, aquecendo o varejo e ajudando famílias a enfrentar a inflação, que ainda pressiona itens básicos como alimentos e energia. Para os segurados, o extra representa um alívio essencial em um ano de desafios fiscais.
Por que a antecipação virou prática comum
Antecipar o 13º salário do INSS começou em 2020 como resposta à pandemia, injetando recursos em um momento de crise. Os depósitos de abril e maio daquele ano beneficiaram 30 milhões de pessoas, um sucesso que levou à repetição em 2021, 2022, 2023 e 2024. Em 2024, o decreto de 13 de março liberou R$ 70 bilhões, pagos entre 24 de abril e 6 de junho, estimulando o consumo e reduzindo a pressão financeira dos beneficiários.
A medida não gera custo extra, apenas altera o fluxo de caixa dentro do orçamento anual, tornando-a viável e popular. Em 2025, o Ministério da Previdência Social pressiona pela continuidade, com o Tesouro Nacional indicando “grandes chances” de aprovação. A decisão depende da LOA 2025 e de um decreto presidencial, mas o histórico sugere que abril e maio serão os meses escolhidos novamente.
O impacto vai além do bolso dos segurados. Em 2024, o varejo registrou alta de 5% nas vendas durante o período de pagamento, e pequenos negócios, como mercados e farmácias, sentiram o aquecimento. Para 2025, a antecipação pode ser um trunfo econômico em um cenário de recuperação lenta, beneficiando tanto os aposentados quanto o comércio.
Benefícios econômicos e sociais do 13º
Injetar bilhões na economia é uma das maiores vantagens da antecipação do 13º salário do INSS. Em 2024, os R$ 70 bilhões pagos entre abril e maio impulsionaram o consumo, com 40% dos beneficiários usando o dinheiro para quitar dívidas e 30% para compras essenciais, como alimentos e medicamentos. Em 2025, o valor deve crescer com o reajuste do mínimo, beneficiando 35 milhões de segurados e movimentando setores como varejo e serviços.
Socialmente, o abono alivia a pressão financeira de aposentados e pensionistas. Em cidades do interior, onde o INSS é a principal fonte de renda, o dinheiro extra sustenta famílias inteiras, reduzindo a dependência de empréstimos. Em 2024, 15% dos segurados investiram em melhorias domésticas, como reformas, mostrando o impacto prático do benefício.
O governo também ganha. A antecipação melhora a percepção pública sem aumentar gastos, já que os recursos já estão previstos no orçamento. Em um ano de eleições municipais, a medida pode reforçar a popularidade do Executivo, especialmente entre os 28 milhões de aposentados no piso nacional.
Como acompanhar o pagamento
Consultar o 13º salário é fácil com o aplicativo Meu INSS, usado por 80% dos segurados em 2024. Basta fazer login com CPF e senha, acessar “Extrato de Pagamento” e verificar datas e valores. O site do INSS oferece a mesma funcionalidade, enquanto a Central 135 atende quem prefere o telefone, funcionando de segunda a sábado, das 7h às 22h, com informações detalhadas após confirmação de dados.
Agências do INSS são outra opção, mas exigem agendamento pelo Meu INSS ou telefone, devido à alta demanda. Em 2024, 2 milhões de beneficiários buscaram atendimento presencial para esclarecer dúvidas sobre o 13º, especialmente novos aposentados. Os extratos mostram o valor bruto, descontos e depósitos, evitando surpresas no recebimento.
Manter-se informado evita boatos, como o falso “14º salário” desmentido em 2024. O INSS reforça que apenas canais oficiais divulgam o calendário, que deve sair entre março e abril de 2025, alinhado à aprovação da LOA e ao decreto presidencial.

Histórico da antecipação desde 2020
A prática de antecipar o 13º salário do INSS começou em 2020, com depósitos entre abril e maio, beneficiando 30 milhões de pessoas e injetando R$ 50 bilhões na economia. Em 2021, o modelo se repetiu, com R$ 55 bilhões pagos no mesmo período. Já em 2022 e 2023, os valores subiram para R$ 60 bilhões e R$ 65 bilhões, respectivamente, refletindo o aumento do mínimo e do número de segurados.
Em 2024, o pico foi R$ 70 bilhões, pagos de 24 de abril a 6 de junho, alcançando 33 milhões de beneficiários. O sucesso econômico e social consolidou a antecipação como política recorrente, com 2025 projetado para superar esse montante, graças ao reajuste de R$ 1.518,00. Esse histórico mostra uma evolução de resposta emergencial para estratégia planejada.
A mudança também alterou o calendário tradicional. Antes de 2020, o 13º era pago em agosto e novembro, mas a antecipação trouxe flexibilidade aos segurados e benefícios ao comércio no primeiro semestre. Em 2025, o governo deve manter essa lógica, com anúncio esperado para março.
O que esperar do governo Lula
Decidir sobre a antecipação do 13º em 2025 cabe ao governo Lula, que avalia o impacto fiscal e político da medida. O Ministério da Previdência Social defende depósitos em abril e maio, enquanto o Tesouro Nacional considera maio e junho, dependendo da LOA 2025. Em 2024, o decreto saiu em 13 de março, e a expectativa é que 2025 siga um prazo similar, entre março e abril.
A LOA, em tramitação no Congresso, é o principal obstáculo. Sem aprovação, o governo opera com um duodécimo do orçamento, limitando grandes liberações. Uma vez sancionada, o decreto presidencial pode ser assinado rapidamente, como em anos anteriores. O secretário Rogério Ceron aposta em “grandes chances” de antecipação, reforçando a tendência dos últimos cinco anos.
Aposentados e pensionistas acompanham o desenrolar. Para os 35 milhões de elegíveis, o 13º é mais que um extra: é uma ferramenta de planejamento em um ano de incertezas econômicas, com o governo sob pressão para entregar resultados sociais e fiscais.
Usos práticos do 13º salário
Receber o 13º antecipado abre opções variadas aos segurados. Em 2024, 40% quitaram dívidas, 30% compraram bens essenciais e 15% investiram em melhorias no lar, como reformas ou eletrodomésticos. Em 2025, o aumento para R$ 1.518,00 amplia essas possibilidades, permitindo desde o pagamento de contas atrasadas até a criação de uma reserva financeira.
O empréstimo consignado é outra alternativa. Com juros reduzidos e o 13º como garantia, muitos aposentados acessam crédito rápido, com prazos de até 84 meses. Em 2024, 10% dos beneficiários optaram por essa modalidade, usando o abono para cobrir parcelas iniciais ou saldar dívidas maiores.
Para quem planeja guardar o dinheiro, a poupança segue popular, com 5% dos segurados em 2024 reservando parte do 13º para emergências. Seja para consumo, investimento ou alívio financeiro, o abono continua essencial na vida de milhões de brasileiros.

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aguardam ansiosamente as datas do 13º salário em 2025, um benefício que alcança cerca de 35 milhões de brasileiros e movimenta bilhões na economia. Nos últimos anos, o governo antecipou os pagamentos, prática iniciada em 2020 para mitigar os efeitos da pandemia, e a expectativa é que essa tendência continue. Em 2024, mais de R$ 70 bilhões foram injetados entre abril e maio, beneficiando 33 milhões de segurados em duas parcelas. Para 2025, projeções apontam para um cronograma semelhante, com depósitos entre abril e maio, embora a confirmação oficial dependa da Lei Orçamentária Anual (LOA) e de um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Tradicionalmente pago no segundo semestre, o 13º salário do INSS mudou de rumo desde a crise sanitária, com liberações adiantadas que ajudam aposentados a enfrentar despesas sazonais e aquecem o comércio. O reajuste do salário mínimo para R$ 1.518,00, em vigor desde janeiro de 2025, eleva o valor para quem recebe o piso, enquanto benefícios acima do mínimo serão corrigidos pelo INPC, previsto em cerca de 3,5% para este ano. Cerca de 28 milhões de segurados ganham o mínimo, e o aumento impactará diretamente o montante do abono, essencial para quitar dívidas ou planejar gastos.
A antecipação, se confirmada, seguirá o modelo escalonado por número final do benefício, começando por quem recebe até R$ 1.518,00 e depois os valores superiores. O Ministério da Previdência Social já sinalizou interesse em manter o adiantamento, mas a decisão final depende de análises fiscais em andamento. Enquanto o anúncio oficial não vem, beneficiários podem se basear em estimativas e acessar o aplicativo Meu INSS para acompanhar atualizações, garantindo que estejam preparados para o depósito.
- Benefícios do 13º salário do INSS:
- Suporte financeiro para 35 milhões de segurados.
- Injeção de mais de R$ 70 bilhões na economia.
- Alívio para despesas como impostos e compras sazonais.
Elegibilidade para o 13º salário
Receber o 13º salário do INSS exige que o benefício tenha natureza previdenciária, ou seja, seja ligado a contribuições anteriores. Isso inclui aposentadorias por idade, tempo de contribuição, especial ou invalidez, além de pensões por morte e auxílios como incapacidade temporária, acidente e reclusão. Em 2025, cerca de 35 milhões de pessoas devem ser contempladas, abrangendo a maioria dos 40 milhões de beneficiários mensais do instituto.
Por outro lado, alguns segurados ficam de fora. O Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda, não dá direito ao 13º, assim como a Renda Mensal Vitalícia, extinta para novas concessões. Essas exclusões ocorrem porque tais auxílios são assistenciais, sem previsão legal para o abono. Em 2024, cerca de 5 milhões de beneficiários do BPC ficaram sem o extra, o que gerou debates sobre possíveis mudanças futuras.
Ser elegível não exige inscrição específica. O pagamento é automático para quem já recebe um benefício previdenciário ativo em 2025, com valores proporcionais ao tempo de recebimento no ano. Aposentados recentes, por exemplo, terão o 13º calculado com base nos meses em que o benefício esteve vigente, garantindo justiça na distribuição.
Como o valor é calculado
Calcular o 13º salário do INSS é simples e depende do benefício mensal. Para quem recebe o salário mínimo de R$ 1.518,00, o abono será igual a esse valor se o benefício esteve ativo por 12 meses. Quem começou a receber em julho, com seis meses, terá direito a R$ 759,00 (R$ 1.518,00 ÷ 12 × 6). Acima do mínimo, o cálculo segue a mesma lógica, ajustado pelo INPC, que corrige os valores anualmente.
O pagamento ocorre em duas parcelas. A primeira, equivalente a 50% do benefício, é depositada sem descontos, como Imposto de Renda ou contribuições. A segunda sofre retenção do IR, se aplicável, dependendo da renda total do segurado. Em 2024, cerca de 10% dos beneficiários tiveram descontos na segunda parcela, especialmente os que recebem acima de R$ 2.500,00 mensais, conforme a tabela da Receita Federal.
Novos aposentados em 2025 terão o valor proporcional ao mês de concessão. Um benefício ativado em março, por exemplo, dá direito a 10/12 do total, ou seja, R$ 1.265,00 para quem recebe o mínimo. Esse modelo escalonado evita distorções e beneficia quem entra no sistema ao longo do ano.
Cronograma previsto para 2025
Estimar as datas do 13º salário do INSS em 2025 é possível com base em anos anteriores. Se a antecipação for mantida, os pagamentos devem começar em abril e maio, seguindo o padrão escalonado por número final do benefício (sem o dígito verificador). Para quem recebe até R$ 1.518,00, as projeções são: final 1 em 24 de abril (1ª parcela) e 24 de maio (2ª parcela), avançando até final 0 em 8 de maio e 6 de junho. Acima do mínimo, os depósitos começariam em 2 de maio e 2 de junho, terminando em 8 de maio e 6 de junho.
Esse calendário é uma estimativa, pois depende do decreto presidencial e da aprovação da LOA 2025, em tramitação no Congresso. Em 2024, o anúncio oficial saiu em 13 de março, com depósitos iniciados em 24 de abril. Para 2025, a divulgação é esperada entre março e abril, com ajustes possíveis se o governo optar por maio e junho, como sugeriu o Tesouro Nacional.
A ordem prioriza quem ganha menos, garantindo que 28 milhões de segurados no piso recebam primeiro. O Meu INSS e a Central 135 serão os canais oficiais para confirmar as datas, que podem variar em caso de feriados ou mudanças de última hora. Em 2024, mais de 80% dos beneficiários consultaram o cronograma digitalmente, refletindo a adesão às ferramentas online.
- Datas previstas para quem recebe até R$ 1.518,00:
- Final 1: 24 de abril e 24 de maio.
- Final 5: 30 de abril e 28 de maio.
- Final 0: 8 de maio e 6 de junho.
Impacto do reajuste do salário mínimo
Ajustar o salário mínimo para R$ 1.518,00 em 2025, um aumento de 7,5% sobre os R$ 1.412,00 de 2024, beneficia diretamente 28 milhões de segurados do INSS. O novo valor, em vigor desde 1º de janeiro, eleva o 13º salário para quem recebe o piso, passando de R$ 1.412,00 para R$ 1.518,00 em caso de benefício integral. Esse ganho reflete a política de valorização do governo Lula, que combina inflação (estimada em 4%) e crescimento do PIB.
Para benefícios acima do mínimo, a correção segue o INPC, projetado em 3,5% para 2025. Um aposentado com R$ 2.000,00 mensais em 2024, por exemplo, passará a receber R$ 2.070,00, com o 13º ajustado ao novo valor. Em 2024, o INPC de 3,71% beneficiou 7 milhões de segurados nessa faixa, e a expectativa é manter esse padrão.
O aumento amplia o impacto econômico do 13º. Com 35 milhões de beneficiários, o montante total deve superar os R$ 70 bilhões de 2024, aquecendo o varejo e ajudando famílias a enfrentar a inflação, que ainda pressiona itens básicos como alimentos e energia. Para os segurados, o extra representa um alívio essencial em um ano de desafios fiscais.
Por que a antecipação virou prática comum
Antecipar o 13º salário do INSS começou em 2020 como resposta à pandemia, injetando recursos em um momento de crise. Os depósitos de abril e maio daquele ano beneficiaram 30 milhões de pessoas, um sucesso que levou à repetição em 2021, 2022, 2023 e 2024. Em 2024, o decreto de 13 de março liberou R$ 70 bilhões, pagos entre 24 de abril e 6 de junho, estimulando o consumo e reduzindo a pressão financeira dos beneficiários.
A medida não gera custo extra, apenas altera o fluxo de caixa dentro do orçamento anual, tornando-a viável e popular. Em 2025, o Ministério da Previdência Social pressiona pela continuidade, com o Tesouro Nacional indicando “grandes chances” de aprovação. A decisão depende da LOA 2025 e de um decreto presidencial, mas o histórico sugere que abril e maio serão os meses escolhidos novamente.
O impacto vai além do bolso dos segurados. Em 2024, o varejo registrou alta de 5% nas vendas durante o período de pagamento, e pequenos negócios, como mercados e farmácias, sentiram o aquecimento. Para 2025, a antecipação pode ser um trunfo econômico em um cenário de recuperação lenta, beneficiando tanto os aposentados quanto o comércio.
Benefícios econômicos e sociais do 13º
Injetar bilhões na economia é uma das maiores vantagens da antecipação do 13º salário do INSS. Em 2024, os R$ 70 bilhões pagos entre abril e maio impulsionaram o consumo, com 40% dos beneficiários usando o dinheiro para quitar dívidas e 30% para compras essenciais, como alimentos e medicamentos. Em 2025, o valor deve crescer com o reajuste do mínimo, beneficiando 35 milhões de segurados e movimentando setores como varejo e serviços.
Socialmente, o abono alivia a pressão financeira de aposentados e pensionistas. Em cidades do interior, onde o INSS é a principal fonte de renda, o dinheiro extra sustenta famílias inteiras, reduzindo a dependência de empréstimos. Em 2024, 15% dos segurados investiram em melhorias domésticas, como reformas, mostrando o impacto prático do benefício.
O governo também ganha. A antecipação melhora a percepção pública sem aumentar gastos, já que os recursos já estão previstos no orçamento. Em um ano de eleições municipais, a medida pode reforçar a popularidade do Executivo, especialmente entre os 28 milhões de aposentados no piso nacional.
Como acompanhar o pagamento
Consultar o 13º salário é fácil com o aplicativo Meu INSS, usado por 80% dos segurados em 2024. Basta fazer login com CPF e senha, acessar “Extrato de Pagamento” e verificar datas e valores. O site do INSS oferece a mesma funcionalidade, enquanto a Central 135 atende quem prefere o telefone, funcionando de segunda a sábado, das 7h às 22h, com informações detalhadas após confirmação de dados.
Agências do INSS são outra opção, mas exigem agendamento pelo Meu INSS ou telefone, devido à alta demanda. Em 2024, 2 milhões de beneficiários buscaram atendimento presencial para esclarecer dúvidas sobre o 13º, especialmente novos aposentados. Os extratos mostram o valor bruto, descontos e depósitos, evitando surpresas no recebimento.
Manter-se informado evita boatos, como o falso “14º salário” desmentido em 2024. O INSS reforça que apenas canais oficiais divulgam o calendário, que deve sair entre março e abril de 2025, alinhado à aprovação da LOA e ao decreto presidencial.

Histórico da antecipação desde 2020
A prática de antecipar o 13º salário do INSS começou em 2020, com depósitos entre abril e maio, beneficiando 30 milhões de pessoas e injetando R$ 50 bilhões na economia. Em 2021, o modelo se repetiu, com R$ 55 bilhões pagos no mesmo período. Já em 2022 e 2023, os valores subiram para R$ 60 bilhões e R$ 65 bilhões, respectivamente, refletindo o aumento do mínimo e do número de segurados.
Em 2024, o pico foi R$ 70 bilhões, pagos de 24 de abril a 6 de junho, alcançando 33 milhões de beneficiários. O sucesso econômico e social consolidou a antecipação como política recorrente, com 2025 projetado para superar esse montante, graças ao reajuste de R$ 1.518,00. Esse histórico mostra uma evolução de resposta emergencial para estratégia planejada.
A mudança também alterou o calendário tradicional. Antes de 2020, o 13º era pago em agosto e novembro, mas a antecipação trouxe flexibilidade aos segurados e benefícios ao comércio no primeiro semestre. Em 2025, o governo deve manter essa lógica, com anúncio esperado para março.
O que esperar do governo Lula
Decidir sobre a antecipação do 13º em 2025 cabe ao governo Lula, que avalia o impacto fiscal e político da medida. O Ministério da Previdência Social defende depósitos em abril e maio, enquanto o Tesouro Nacional considera maio e junho, dependendo da LOA 2025. Em 2024, o decreto saiu em 13 de março, e a expectativa é que 2025 siga um prazo similar, entre março e abril.
A LOA, em tramitação no Congresso, é o principal obstáculo. Sem aprovação, o governo opera com um duodécimo do orçamento, limitando grandes liberações. Uma vez sancionada, o decreto presidencial pode ser assinado rapidamente, como em anos anteriores. O secretário Rogério Ceron aposta em “grandes chances” de antecipação, reforçando a tendência dos últimos cinco anos.
Aposentados e pensionistas acompanham o desenrolar. Para os 35 milhões de elegíveis, o 13º é mais que um extra: é uma ferramenta de planejamento em um ano de incertezas econômicas, com o governo sob pressão para entregar resultados sociais e fiscais.
Usos práticos do 13º salário
Receber o 13º antecipado abre opções variadas aos segurados. Em 2024, 40% quitaram dívidas, 30% compraram bens essenciais e 15% investiram em melhorias no lar, como reformas ou eletrodomésticos. Em 2025, o aumento para R$ 1.518,00 amplia essas possibilidades, permitindo desde o pagamento de contas atrasadas até a criação de uma reserva financeira.
O empréstimo consignado é outra alternativa. Com juros reduzidos e o 13º como garantia, muitos aposentados acessam crédito rápido, com prazos de até 84 meses. Em 2024, 10% dos beneficiários optaram por essa modalidade, usando o abono para cobrir parcelas iniciais ou saldar dívidas maiores.
Para quem planeja guardar o dinheiro, a poupança segue popular, com 5% dos segurados em 2024 reservando parte do 13º para emergências. Seja para consumo, investimento ou alívio financeiro, o abono continua essencial na vida de milhões de brasileiros.
