A seleção brasileira feminina entrou em campo neste sábado, dia 5 de abril, para enfrentar os Estados Unidos em um amistoso eletrizante no SoFi Stadium, em Los Angeles. O jogo, que começou às 18h (horário de Brasília), é o primeiro compromisso das brasileiras em 2025 e marca o reencontro com as americanas após a final olímpica de Paris-2024, vencida pelas adversárias por 1 a 0. Mal a bola começou a rolar, e os EUA já mostraram sua força: aos 5 minutos do primeiro tempo, Trinity Rodman abriu o placar com um gol preciso, aproveitando uma jogada bem trabalhada por Alyssa Thompson. O confronto, transmitido ao vivo pelo SporTV, promete ser um teste importante para o time de Arthur Elias, que busca evolução para a Copa América no Equador, marcada para julho.
O início da partida foi marcado por um Brasil ainda tentando se encontrar diante da sólida marcação americana. Logo aos 3 minutos, Ludmila recebeu na área e tentou o domínio, mas acabou desarmada pela defesa adversária, que mostrou organização desde os primeiros instantes. A resposta dos EUA veio rápido e fatal: aos 5 minutos, Alyssa Thompson fez uma jogada individual brilhante no meio-campo, avançou e rolou para Trinity Rodman, que, com calma, finalizou no canto esquerdo da goleira Lorena, sem chances de defesa. O gol relâmpago colocou as donas da casa em vantagem e acendeu o alerta na equipe brasileira, que precisou reagir diante de um adversário historicamente dominante no confronto direto.
Passados os primeiros 40 minutos do primeiro tempo, o jogo segue intenso, com as duas equipes criando oportunidades. O Brasil, mesmo atrás no placar, mostrou sinais de melhora, especialmente com a movimentação de Angelina e Gabi Portilho, enquanto os EUA continuam perigosos com suas atacantes rápidas. A torcida presente no SoFi Stadium, um dos palcos futuros da Copa do Mundo de 2026, acompanha um duelo que reflete a rivalidade crescente entre as duas seleções. Até o momento, o placar segue 1 a 0 para os Estados Unidos, mas a partida está longe de estar decidida.
TRINITY RODMAN SCORES ON HER RETURN TO THE USWNT 💥
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— B/R Football (@brfootball) April 5, 2025
Escalação e preparo para o duelo em Los Angeles
Antes de a bola rolar, as escalações confirmaram as estratégias das duas equipes. O Brasil entrou em campo com Lorena no gol, uma linha defensiva formada por Mariza, Isa Haas, Tarciane e Yasmim, um meio-campo com Angelina, Adriana e Gio Queiroz, além do ataque composto por Ludmila, Amanda Gutierres e Gabi Portilho. Arthur Elias, técnico brasileiro, optou por uma formação que mescla experiência e juventude, mantendo a média de idade do elenco em 25 anos, como parte de seu projeto de renovação para o ciclo da Copa do Mundo de 2027.
Do lado americano, a técnica Emma Hayes escalou um time competitivo, com destaque para nomes como Trinity Rodman e Catarina Macario, que já mostraram seu valor nos primeiros minutos. A equipe dos EUA, atual líder do ranking da FIFA, vem embalada pelo ouro olímpico e mantém a base que disputou a SheBelieves Cup em fevereiro, com o retorno de Rodman sendo um dos pontos altos da convocação. A preparação das americanas incluiu treinos intensos em solo californiano, aproveitando o apoio da torcida local.
Primeiros lances mostram equilíbrio e pressão
Os primeiros 10 minutos do jogo revelaram um Brasil tentando impor seu ritmo, mas enfrentando dificuldades contra a marcação cerrada dos EUA. Aos 10 minutos, Adriana cruzou da direita buscando Ludmila na segunda trave, mas Emily Fox cortou de cabeça, mandando a bola para escanteio. No lance seguinte, aos 11 minutos, Yasmim tentou um cruzamento da esquerda mirando Tarciane, mas a goleira Tullis-Joyce saiu bem do gol e ficou com a posse.
Aos 12 minutos, o Brasil teve sua primeira grande chance. Angelina recebeu passe de Ludmila na meia-lua, dominou com categoria e chutou rasteiro, levando perigo à meta americana. A bola passou rente à trave direita, arrancando suspiros da torcida brasileira presente em Los Angeles. O lance animou a equipe, que começou a ganhar confiança, mas logo viu os EUA responderem com sua velocidade característica no ataque.
Reação americana e defesas de Lorena
Aos 16 minutos, Alyssa Thompson deu trabalho à defesa brasileira. Pela meia-esquerda, ela limpou a marcação e chutou cruzado, obrigando Lorena a fazer uma bela defesa, espalmando a bola no canto esquerdo. Yasmim apareceu na sequência para aliviar o perigo, mostrando sintonia na linha defensiva. No minuto seguinte, aos 17, Ally Sentnor arriscou da entrada da área, mas Lorena, mais uma vez, estava atenta e segurou firme, sem dar rebote.
O ápice da pressão americana veio aos 20 minutos. Após um ótimo passe de Alyssa Thompson, Ally Sentnor ficou cara a cara com Lorena na área. A atacante tocou na saída da goleira, que conseguiu desviar com os pés e mandar a bola para escanteio. No lance seguinte, após a cobrança, Lindsey Heaps cabeceou, e Trinity Rodman emendou fraco, facilitando a defesa de Lorena. As intervenções da goleira brasileira mantiveram o placar em 1 a 0, evitando um prejuízo maior no início do jogo.
Principais momentos até os 40 minutos
Os primeiros 40 minutos do amistoso entre Estados Unidos e Brasil foram marcados por lances de perigo de ambos os lados. Confira os principais destaques:
- Aos 5 minutos, Trinity Rodman abriu o placar para os EUA com um chute no canto esquerdo de Lorena, após assistência de Alyssa Thompson.
- Aos 12 minutos, Angelina quase empatou para o Brasil com um chute rasteiro que passou rente à trave direita.
- Aos 16 minutos, Lorena espalmou um chute cruzado de Alyssa Thompson, salvando o Brasil de levar o segundo gol.
- Aos 20 minutos, Ally Sentnor teve grande chance, mas Lorena desviou o chute na área, garantindo a bola em escanteio.
- Aos 31 minutos, Angelina chutou forte da entrada da área, levando perigo mais uma vez à meta americana.
Brasil cresce no jogo com Angelina e Gabi Portilho
A partir dos 20 minutos, o Brasil começou a equilibrar as ações. Aos 24 minutos, Angelina fez um lançamento longo que pegou a defesa americana desprevenida. Gabi Portilho aproveitou a falha na marcação e tentou o chute, mas Tullis-Joyce saiu rapidamente do gol e abafou a finalização, impedindo o empate. O lance mostrou a crescente movimentação brasileira, que passou a explorar mais os lados do campo.
Aos 29 minutos, a seleção brasileira chegou novamente com perigo. Gabi Portilho recebeu de Adriana na área e cruzou de primeira para Amanda Gutierres, que tentou o chute, mas pegou mal na bola, facilitando a defesa de Tullis-Joyce. No minuto seguinte, aos 30, Gabi Portilho teve outra chance clara. Após a bola sobrar na área, ela finalizou, mas a conclusão saiu sem direção, desperdiçando uma oportunidade de ouro para igualar o marcador.
O grande momento do Brasil no primeiro tempo veio aos 31 minutos. Angelina, destaque da partida até então, recebeu na entrada da área e soltou uma bomba de primeira. O chute passou rente à trave direita, levantando a torcida brasileira no SoFi Stadium. A volante tem sido o motor do meio-campo, articulando jogadas e arriscando de média distância, enquanto Gabi Portilho se mostra uma arma perigosa no ataque.
Pressão americana continua com Catarina Macario
Apesar da melhora brasileira, os Estados Unidos não deixaram de ameaçar. Aos 32 minutos, Catarina Macario recebeu na área, protegeu a bola com o corpo, girou sobre a marcação e chutou de esquerda, mas a finalização saiu por cima do gol de Lorena. A jogadora, de origem brasileira e naturalizada americana, segue sendo uma peça-chave no ataque das donas da casa, trazendo qualidade técnica e visão de jogo.
Aos 37 minutos, os EUA voltaram a assustar. Um cruzamento vindo da direita encontrou espaço na defesa brasileira, mas Tarciane apareceu no momento certo e afastou o perigo de cabeça, evitando uma chance clara. A zagueira tem se destacado na contenção, ajudando Lorena a manter o placar em 1 a 0 até os 40 minutos do primeiro tempo.
Histórico e importância do confronto
O amistoso entre Brasil e Estados Unidos carrega um peso histórico. As americanas lideram o retrospecto com 25 vitórias em 32 jogos, contra apenas 3 triunfos brasileiros e 4 empates. A última vitória do Brasil foi em 2014, em um amistoso disputado em Brasília, por 3 a 2, com três gols de Marta, que desta vez ficou fora da convocação. No quesito gols, as americanas também levam vantagem, com 63 marcados contra 25 das brasileiras.
Este duelo em Los Angeles é mais do que um simples amistoso. Para o Brasil, serve como preparação para a Copa América, que acontece entre 12 de julho e 2 de agosto no Equador, competição que garante vaga para os Jogos Olímpicos de 2028, também em Los Angeles. Já os EUA buscam manter sua hegemonia no futebol feminino, reforçando o domínio que as levou ao ouro em Paris-2024.
Calendário dos próximos desafios
O confronto deste sábado é apenas o primeiro de dois amistosos entre as seleções. O segundo jogo está marcado para terça-feira, dia 8 de abril, às 23h30 (horário de Brasília), no PayPal Park, em San José. Confira o cronograma:
- 5 de abril: Estados Unidos x Brasil, 18h, SoFi Stadium, Los Angeles.
- 8 de abril: Estados Unidos x Brasil, 23h30, PayPal Park, San José.
- 12 de julho a 2 de agosto: Copa América Feminina, Equador (preparação brasileira).
Após esses amistosos, o Brasil terá pela frente a Copa América, onde buscará o título que conquistou em sua última edição, enquanto os EUA seguem como referência mundial no esporte.
Jogo aberto nos minutos finais do primeiro tempo
Aos 40 minutos do primeiro tempo, o placar segue 1 a 0 para os Estados Unidos, com o gol de Trinity Rodman ainda definindo a vantagem. O Brasil, no entanto, não desistiu e continua buscando o empate. A equipe de Arthur Elias mostra evolução, com Angelina e Gabi Portilho liderando as ações ofensivas, enquanto Lorena se destaca no gol, evitando que a diferença no marcador aumente.
Os Estados Unidos, por sua vez, mantêm a postura agressiva. Jogadoras como Alyssa Thompson e Catarina Macario seguem levando perigo, explorando a velocidade e os espaços deixados pela defesa brasileira. O jogo permanece aberto, com chances para os dois lados, e o segundo tempo promete ainda mais emoção no SoFi Stadium.
Curiosidades do confronto em Los Angeles
O amistoso traz alguns fatos interessantes que enriquecem o duelo:
- O SoFi Stadium sedia seu primeiro jogo profissional feminino, com gramado natural instalado especialmente para a partida.
- Trinity Rodman, autora do gol, é filha do ex-jogador de basquete Dennis Rodman, ícone da NBA.
- O Brasil não vence os EUA há mais de 10 anos, desde 2014, em Brasília.
- Catarina Macario, nascida no Brasil, enfrenta seu país natal pela seleção americana.
A partida segue em andamento, e o público acompanha cada lance com expectativa, enquanto as equipes disputam não apenas a vitória, mas também a afirmação de suas estratégias para os próximos desafios internacionais.

A seleção brasileira feminina entrou em campo neste sábado, dia 5 de abril, para enfrentar os Estados Unidos em um amistoso eletrizante no SoFi Stadium, em Los Angeles. O jogo, que começou às 18h (horário de Brasília), é o primeiro compromisso das brasileiras em 2025 e marca o reencontro com as americanas após a final olímpica de Paris-2024, vencida pelas adversárias por 1 a 0. Mal a bola começou a rolar, e os EUA já mostraram sua força: aos 5 minutos do primeiro tempo, Trinity Rodman abriu o placar com um gol preciso, aproveitando uma jogada bem trabalhada por Alyssa Thompson. O confronto, transmitido ao vivo pelo SporTV, promete ser um teste importante para o time de Arthur Elias, que busca evolução para a Copa América no Equador, marcada para julho.
O início da partida foi marcado por um Brasil ainda tentando se encontrar diante da sólida marcação americana. Logo aos 3 minutos, Ludmila recebeu na área e tentou o domínio, mas acabou desarmada pela defesa adversária, que mostrou organização desde os primeiros instantes. A resposta dos EUA veio rápido e fatal: aos 5 minutos, Alyssa Thompson fez uma jogada individual brilhante no meio-campo, avançou e rolou para Trinity Rodman, que, com calma, finalizou no canto esquerdo da goleira Lorena, sem chances de defesa. O gol relâmpago colocou as donas da casa em vantagem e acendeu o alerta na equipe brasileira, que precisou reagir diante de um adversário historicamente dominante no confronto direto.
Passados os primeiros 40 minutos do primeiro tempo, o jogo segue intenso, com as duas equipes criando oportunidades. O Brasil, mesmo atrás no placar, mostrou sinais de melhora, especialmente com a movimentação de Angelina e Gabi Portilho, enquanto os EUA continuam perigosos com suas atacantes rápidas. A torcida presente no SoFi Stadium, um dos palcos futuros da Copa do Mundo de 2026, acompanha um duelo que reflete a rivalidade crescente entre as duas seleções. Até o momento, o placar segue 1 a 0 para os Estados Unidos, mas a partida está longe de estar decidida.
TRINITY RODMAN SCORES ON HER RETURN TO THE USWNT 💥
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Escalação e preparo para o duelo em Los Angeles
Antes de a bola rolar, as escalações confirmaram as estratégias das duas equipes. O Brasil entrou em campo com Lorena no gol, uma linha defensiva formada por Mariza, Isa Haas, Tarciane e Yasmim, um meio-campo com Angelina, Adriana e Gio Queiroz, além do ataque composto por Ludmila, Amanda Gutierres e Gabi Portilho. Arthur Elias, técnico brasileiro, optou por uma formação que mescla experiência e juventude, mantendo a média de idade do elenco em 25 anos, como parte de seu projeto de renovação para o ciclo da Copa do Mundo de 2027.
Do lado americano, a técnica Emma Hayes escalou um time competitivo, com destaque para nomes como Trinity Rodman e Catarina Macario, que já mostraram seu valor nos primeiros minutos. A equipe dos EUA, atual líder do ranking da FIFA, vem embalada pelo ouro olímpico e mantém a base que disputou a SheBelieves Cup em fevereiro, com o retorno de Rodman sendo um dos pontos altos da convocação. A preparação das americanas incluiu treinos intensos em solo californiano, aproveitando o apoio da torcida local.
Primeiros lances mostram equilíbrio e pressão
Os primeiros 10 minutos do jogo revelaram um Brasil tentando impor seu ritmo, mas enfrentando dificuldades contra a marcação cerrada dos EUA. Aos 10 minutos, Adriana cruzou da direita buscando Ludmila na segunda trave, mas Emily Fox cortou de cabeça, mandando a bola para escanteio. No lance seguinte, aos 11 minutos, Yasmim tentou um cruzamento da esquerda mirando Tarciane, mas a goleira Tullis-Joyce saiu bem do gol e ficou com a posse.
Aos 12 minutos, o Brasil teve sua primeira grande chance. Angelina recebeu passe de Ludmila na meia-lua, dominou com categoria e chutou rasteiro, levando perigo à meta americana. A bola passou rente à trave direita, arrancando suspiros da torcida brasileira presente em Los Angeles. O lance animou a equipe, que começou a ganhar confiança, mas logo viu os EUA responderem com sua velocidade característica no ataque.
Reação americana e defesas de Lorena
Aos 16 minutos, Alyssa Thompson deu trabalho à defesa brasileira. Pela meia-esquerda, ela limpou a marcação e chutou cruzado, obrigando Lorena a fazer uma bela defesa, espalmando a bola no canto esquerdo. Yasmim apareceu na sequência para aliviar o perigo, mostrando sintonia na linha defensiva. No minuto seguinte, aos 17, Ally Sentnor arriscou da entrada da área, mas Lorena, mais uma vez, estava atenta e segurou firme, sem dar rebote.
O ápice da pressão americana veio aos 20 minutos. Após um ótimo passe de Alyssa Thompson, Ally Sentnor ficou cara a cara com Lorena na área. A atacante tocou na saída da goleira, que conseguiu desviar com os pés e mandar a bola para escanteio. No lance seguinte, após a cobrança, Lindsey Heaps cabeceou, e Trinity Rodman emendou fraco, facilitando a defesa de Lorena. As intervenções da goleira brasileira mantiveram o placar em 1 a 0, evitando um prejuízo maior no início do jogo.
Principais momentos até os 40 minutos
Os primeiros 40 minutos do amistoso entre Estados Unidos e Brasil foram marcados por lances de perigo de ambos os lados. Confira os principais destaques:
- Aos 5 minutos, Trinity Rodman abriu o placar para os EUA com um chute no canto esquerdo de Lorena, após assistência de Alyssa Thompson.
- Aos 12 minutos, Angelina quase empatou para o Brasil com um chute rasteiro que passou rente à trave direita.
- Aos 16 minutos, Lorena espalmou um chute cruzado de Alyssa Thompson, salvando o Brasil de levar o segundo gol.
- Aos 20 minutos, Ally Sentnor teve grande chance, mas Lorena desviou o chute na área, garantindo a bola em escanteio.
- Aos 31 minutos, Angelina chutou forte da entrada da área, levando perigo mais uma vez à meta americana.
Brasil cresce no jogo com Angelina e Gabi Portilho
A partir dos 20 minutos, o Brasil começou a equilibrar as ações. Aos 24 minutos, Angelina fez um lançamento longo que pegou a defesa americana desprevenida. Gabi Portilho aproveitou a falha na marcação e tentou o chute, mas Tullis-Joyce saiu rapidamente do gol e abafou a finalização, impedindo o empate. O lance mostrou a crescente movimentação brasileira, que passou a explorar mais os lados do campo.
Aos 29 minutos, a seleção brasileira chegou novamente com perigo. Gabi Portilho recebeu de Adriana na área e cruzou de primeira para Amanda Gutierres, que tentou o chute, mas pegou mal na bola, facilitando a defesa de Tullis-Joyce. No minuto seguinte, aos 30, Gabi Portilho teve outra chance clara. Após a bola sobrar na área, ela finalizou, mas a conclusão saiu sem direção, desperdiçando uma oportunidade de ouro para igualar o marcador.
O grande momento do Brasil no primeiro tempo veio aos 31 minutos. Angelina, destaque da partida até então, recebeu na entrada da área e soltou uma bomba de primeira. O chute passou rente à trave direita, levantando a torcida brasileira no SoFi Stadium. A volante tem sido o motor do meio-campo, articulando jogadas e arriscando de média distância, enquanto Gabi Portilho se mostra uma arma perigosa no ataque.
Pressão americana continua com Catarina Macario
Apesar da melhora brasileira, os Estados Unidos não deixaram de ameaçar. Aos 32 minutos, Catarina Macario recebeu na área, protegeu a bola com o corpo, girou sobre a marcação e chutou de esquerda, mas a finalização saiu por cima do gol de Lorena. A jogadora, de origem brasileira e naturalizada americana, segue sendo uma peça-chave no ataque das donas da casa, trazendo qualidade técnica e visão de jogo.
Aos 37 minutos, os EUA voltaram a assustar. Um cruzamento vindo da direita encontrou espaço na defesa brasileira, mas Tarciane apareceu no momento certo e afastou o perigo de cabeça, evitando uma chance clara. A zagueira tem se destacado na contenção, ajudando Lorena a manter o placar em 1 a 0 até os 40 minutos do primeiro tempo.
Histórico e importância do confronto
O amistoso entre Brasil e Estados Unidos carrega um peso histórico. As americanas lideram o retrospecto com 25 vitórias em 32 jogos, contra apenas 3 triunfos brasileiros e 4 empates. A última vitória do Brasil foi em 2014, em um amistoso disputado em Brasília, por 3 a 2, com três gols de Marta, que desta vez ficou fora da convocação. No quesito gols, as americanas também levam vantagem, com 63 marcados contra 25 das brasileiras.
Este duelo em Los Angeles é mais do que um simples amistoso. Para o Brasil, serve como preparação para a Copa América, que acontece entre 12 de julho e 2 de agosto no Equador, competição que garante vaga para os Jogos Olímpicos de 2028, também em Los Angeles. Já os EUA buscam manter sua hegemonia no futebol feminino, reforçando o domínio que as levou ao ouro em Paris-2024.
Calendário dos próximos desafios
O confronto deste sábado é apenas o primeiro de dois amistosos entre as seleções. O segundo jogo está marcado para terça-feira, dia 8 de abril, às 23h30 (horário de Brasília), no PayPal Park, em San José. Confira o cronograma:
- 5 de abril: Estados Unidos x Brasil, 18h, SoFi Stadium, Los Angeles.
- 8 de abril: Estados Unidos x Brasil, 23h30, PayPal Park, San José.
- 12 de julho a 2 de agosto: Copa América Feminina, Equador (preparação brasileira).
Após esses amistosos, o Brasil terá pela frente a Copa América, onde buscará o título que conquistou em sua última edição, enquanto os EUA seguem como referência mundial no esporte.
Jogo aberto nos minutos finais do primeiro tempo
Aos 40 minutos do primeiro tempo, o placar segue 1 a 0 para os Estados Unidos, com o gol de Trinity Rodman ainda definindo a vantagem. O Brasil, no entanto, não desistiu e continua buscando o empate. A equipe de Arthur Elias mostra evolução, com Angelina e Gabi Portilho liderando as ações ofensivas, enquanto Lorena se destaca no gol, evitando que a diferença no marcador aumente.
Os Estados Unidos, por sua vez, mantêm a postura agressiva. Jogadoras como Alyssa Thompson e Catarina Macario seguem levando perigo, explorando a velocidade e os espaços deixados pela defesa brasileira. O jogo permanece aberto, com chances para os dois lados, e o segundo tempo promete ainda mais emoção no SoFi Stadium.
Curiosidades do confronto em Los Angeles
O amistoso traz alguns fatos interessantes que enriquecem o duelo:
- O SoFi Stadium sedia seu primeiro jogo profissional feminino, com gramado natural instalado especialmente para a partida.
- Trinity Rodman, autora do gol, é filha do ex-jogador de basquete Dennis Rodman, ícone da NBA.
- O Brasil não vence os EUA há mais de 10 anos, desde 2014, em Brasília.
- Catarina Macario, nascida no Brasil, enfrenta seu país natal pela seleção americana.
A partida segue em andamento, e o público acompanha cada lance com expectativa, enquanto as equipes disputam não apenas a vitória, mas também a afirmação de suas estratégias para os próximos desafios internacionais.
