O saque-aniversário do FGTS, lançado em 2020, transformou a maneira como milhões de trabalhadores acessam o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Diferente do tradicional saque-rescisão, liberado em demissões sem justa causa, essa modalidade permite retiradas anuais no mês de aniversário, oferecendo flexibilidade para lidar com despesas ou investimentos pessoais. Em 2025, a opção segue como um recurso valioso para cerca de 23 milhões de trabalhadores que já aderiram, movimentando mais de R$ 30 bilhões desde sua criação. No entanto, a escolha exige cuidado: ao optar por ele, o trabalhador abre mão do saldo total em caso de demissão, mantendo apenas a multa de 40%, o que torna o planejamento essencial. Uma medida recente, publicada em fevereiro deste ano, também trouxe alívio, liberando saldos retidos para quem foi demitido entre 2020 e 2025, com pagamentos em duas parcelas.
A adesão ao saque-aniversário é simples e feita pelo aplicativo do FGTS, mas implica em restrições que nem todos consideram. Por outro lado, situações especiais, como desastres naturais ou doenças graves, garantem acesso ao saldo mesmo para quem escolheu essa modalidade. Em 2024, mais de 8 milhões de trabalhadores utilizaram o saque-aniversário, e a expectativa para 2025 é de crescimento, impulsionada pela maior divulgação e pela necessidade de renda extra em um cenário econômico desafiador.
Flexibilidade é a palavra-chave dessa opção. Seja para quitar dívidas, comprar bens essenciais ou investir, o saque-aniversário oferece uma alternativa ao modelo rígido do FGTS tradicional. Entender suas regras, vantagens e limitações é o primeiro passo para aproveitar ao máximo esse benefício.
- Valor liberado: até 50% do saldo anual, conforme faixas
- Prazo de retirada: mês de aniversário mais dois meses seguintes
- Reversão: possível, mas com carência de 24 meses
Como funciona o saque-aniversário na prática
Aderir ao saque-aniversário significa trocar o acesso total ao FGTS em demissões por retiradas anuais menores. O valor disponível depende do saldo: quem tem até R$ 500 pode sacar 50%, enquanto saldos acima de R$ 20 mil liberam 5% mais R$ 2.900 fixos. Um trabalhador com R$ 10 mil no fundo, por exemplo, retira R$ 1.900 ao ano (10% + R$ 1.500). A retirada ocorre no mês de aniversário, com janela de dois meses adicionais, dando tempo para organizar os gastos.
Essa modalidade beneficia quem tem estabilidade no emprego ou outras reservas financeiras. Em 2024, o valor médio sacado foi de R$ 1.200 por trabalhador, usado majoritariamente para consumo imediato, como contas ou compras. Para 2025, o aumento do saldo médio do FGTS, devido a depósitos contínuos, deve elevar esses números.
Vantagens que atraem milhões de trabalhadores
Optar pelo saque-aniversário traz liberdade para gerir o dinheiro sem depender de eventos como demissão. Diferente do saque-rescisão, que exige um gatilho específico, essa modalidade dá ao trabalhador o controle anual do recurso. Em 2023, mais de 60% dos adeptos usaram o valor para quitar dívidas, enquanto 25% investiram em bens duráveis, como eletrodomésticos. A possibilidade de antecipar parcelas via empréstimos também cresce, com bancos oferecendo crédito com base no saldo futuro.
A flexibilidade é ainda maior para quem não depende do FGTS como reserva de emergência. Um trabalhador com R$ 5 mil no fundo saca R$ 1.150 anualmente (20% + R$ 650), um reforço significativo para despesas sazonais ou projetos pessoais.
Limitações que exigem planejamento
Escolher o saque-aniversário tem um custo: em caso de demissão sem justa causa, o trabalhador não acessa o saldo total, apenas a multa de 40%. Um empregado com R$ 15 mil no FGTS, demitido após aderir, receberia R$ 6 mil de multa, mas os R$ 15 mil ficariam bloqueados. Essa restrição exige avaliar a segurança no emprego antes da adesão. Em 2024, cerca de 15% dos demitidos que optaram pela modalidade enfrentaram dificuldades financeiras por não terem acesso ao fundo completo.
Reverter para o saque-rescisão é possível pelo aplicativo do FGTS, mas a carência de 24 meses pode ser um obstáculo. Quem muda em março de 2025, por exemplo, só volta à sistemática tradicional em março de 2027, período em que o saldo permanece inacessível em demissões.
Medida de 2025 libera saldos retidos
Uma novidade anunciada em fevereiro de 2025 trouxe alívio para quem aderiu ao saque-aniversário e foi demitido entre 2020 e a data da medida. Esses trabalhadores agora podem sacar o saldo retido, com R$ 12 milhões destinados a pagamentos em duas parcelas: março para todos e junho para saldos acima de R$ 3 mil. A decisão beneficia cerca de 1,5 milhão de pessoas que perderam empregos na pandemia e não tinham acesso ao fundo, mitigando impactos financeiros acumulados.
Essa liberação reflete um ajuste nas políticas do FGTS para atender demandas emergenciais. Em 2024, o governo já havia ampliado o saque calamidade, e a medida de 2025 reforça o foco em apoiar trabalhadores em momentos críticos.

Situações especiais para acessar o FGTS
Mesmo com o saque-aniversário, algumas exceções permitem retirada do saldo total:
- Saque calamidade: desastres naturais, como enchentes, liberam o fundo
- Doenças graves: câncer ou HIV, por exemplo, justificam o saque
- Órteses e próteses: aquisição de equipamentos médicos essenciais
- Falecimento: herdeiros acessam o saldo do titular
- Ordem judicial: decisões legais podem liberar o valor
Em 2024, o saque calamidade movimentou R$ 5 bilhões, especialmente em regiões afetadas por chuvas no Sul e Sudeste, mostrando a relevância dessas exceções.
Passo a passo para aderir ou sair
Aderir ao saque-aniversário é simples: basta acessar o aplicativo do FGTS, selecionar a opção e confirmar. A primeira retirada ocorre no próximo aniversário, e o trabalhador já recebe anualmente. Para reverter, o caminho é semelhante: no app, clica-se em “alterar sistemática saque FGTS”, mas a carência de 24 meses entra em vigor. Em 2023, cerca de 10% dos adeptos desistiram da modalidade, muitos por medo de demissões inesperadas.
O processo digital facilitou o acesso, mas exige atenção às regras. Quem não adere permanece no saque-rescisão, com acesso total ao fundo em situações previstas, como demissão ou compra de imóvel.
Impacto econômico do saque-aniversário
O saque-aniversário injeta bilhões na economia anualmente. Em 2024, foram R$ 10 bilhões retirados, aquecendo o comércio e ajudando a reduzir dívidas. Para 2025, o valor deve crescer com a adesão de novos trabalhadores e o aumento dos saldos médios, estimulando setores como varejo e serviços. Pequenos negócios, especialmente, sentem o efeito, com até 30% do faturamento mensal vindo desses saques em meses de pico.
A medida de fevereiro reforça esse impacto, liberando recursos retidos e ampliando o poder de consumo de trabalhadores demitidos. É uma válvula de escape em um mercado de trabalho ainda em recuperação.
Cronologia das mudanças no FGTS
O saque-aniversário evoluiu desde sua criação:
- 2020: lançamento da modalidade com adesão opcional
- 2022: ampliação do saque calamidade para mais regiões
- 2025: liberação de saldos retidos para demitidos (fevereiro)
Dicas para aproveitar o saque-aniversário
Maximize o benefício com estas estratégias:
- Planeje o uso anual para evitar gastos impulsivos
- Avalie a estabilidade no emprego antes de aderir
- Considere antecipações de crédito se o saldo for alto
- Monitore o app do FGTS para ajustes ou reversão
Flexibilidade com responsabilidade
Optar pelo saque-aniversário é uma decisão que equilibra liberdade e risco. Para quem tem R$ 8 mil no fundo, sacar R$ 1.450 por ano (15% + R$ 1.150) pode ser um reforço mensal, mas exige cautela com o futuro. A medida de 2025 mostra que o governo ajusta as regras para atender emergências, mas o trabalhador deve pesar os prós e contras.
Com acesso facilitado pelo aplicativo e exceções bem definidas, o saque-aniversário se consolida como uma ferramenta de gestão financeira. Seja para aliviar o orçamento ou investir, ele oferece um caminho que depende de planejamento para ser plenamente vantajoso.

O saque-aniversário do FGTS, lançado em 2020, transformou a maneira como milhões de trabalhadores acessam o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Diferente do tradicional saque-rescisão, liberado em demissões sem justa causa, essa modalidade permite retiradas anuais no mês de aniversário, oferecendo flexibilidade para lidar com despesas ou investimentos pessoais. Em 2025, a opção segue como um recurso valioso para cerca de 23 milhões de trabalhadores que já aderiram, movimentando mais de R$ 30 bilhões desde sua criação. No entanto, a escolha exige cuidado: ao optar por ele, o trabalhador abre mão do saldo total em caso de demissão, mantendo apenas a multa de 40%, o que torna o planejamento essencial. Uma medida recente, publicada em fevereiro deste ano, também trouxe alívio, liberando saldos retidos para quem foi demitido entre 2020 e 2025, com pagamentos em duas parcelas.
A adesão ao saque-aniversário é simples e feita pelo aplicativo do FGTS, mas implica em restrições que nem todos consideram. Por outro lado, situações especiais, como desastres naturais ou doenças graves, garantem acesso ao saldo mesmo para quem escolheu essa modalidade. Em 2024, mais de 8 milhões de trabalhadores utilizaram o saque-aniversário, e a expectativa para 2025 é de crescimento, impulsionada pela maior divulgação e pela necessidade de renda extra em um cenário econômico desafiador.
Flexibilidade é a palavra-chave dessa opção. Seja para quitar dívidas, comprar bens essenciais ou investir, o saque-aniversário oferece uma alternativa ao modelo rígido do FGTS tradicional. Entender suas regras, vantagens e limitações é o primeiro passo para aproveitar ao máximo esse benefício.
- Valor liberado: até 50% do saldo anual, conforme faixas
- Prazo de retirada: mês de aniversário mais dois meses seguintes
- Reversão: possível, mas com carência de 24 meses
Como funciona o saque-aniversário na prática
Aderir ao saque-aniversário significa trocar o acesso total ao FGTS em demissões por retiradas anuais menores. O valor disponível depende do saldo: quem tem até R$ 500 pode sacar 50%, enquanto saldos acima de R$ 20 mil liberam 5% mais R$ 2.900 fixos. Um trabalhador com R$ 10 mil no fundo, por exemplo, retira R$ 1.900 ao ano (10% + R$ 1.500). A retirada ocorre no mês de aniversário, com janela de dois meses adicionais, dando tempo para organizar os gastos.
Essa modalidade beneficia quem tem estabilidade no emprego ou outras reservas financeiras. Em 2024, o valor médio sacado foi de R$ 1.200 por trabalhador, usado majoritariamente para consumo imediato, como contas ou compras. Para 2025, o aumento do saldo médio do FGTS, devido a depósitos contínuos, deve elevar esses números.
Vantagens que atraem milhões de trabalhadores
Optar pelo saque-aniversário traz liberdade para gerir o dinheiro sem depender de eventos como demissão. Diferente do saque-rescisão, que exige um gatilho específico, essa modalidade dá ao trabalhador o controle anual do recurso. Em 2023, mais de 60% dos adeptos usaram o valor para quitar dívidas, enquanto 25% investiram em bens duráveis, como eletrodomésticos. A possibilidade de antecipar parcelas via empréstimos também cresce, com bancos oferecendo crédito com base no saldo futuro.
A flexibilidade é ainda maior para quem não depende do FGTS como reserva de emergência. Um trabalhador com R$ 5 mil no fundo saca R$ 1.150 anualmente (20% + R$ 650), um reforço significativo para despesas sazonais ou projetos pessoais.
Limitações que exigem planejamento
Escolher o saque-aniversário tem um custo: em caso de demissão sem justa causa, o trabalhador não acessa o saldo total, apenas a multa de 40%. Um empregado com R$ 15 mil no FGTS, demitido após aderir, receberia R$ 6 mil de multa, mas os R$ 15 mil ficariam bloqueados. Essa restrição exige avaliar a segurança no emprego antes da adesão. Em 2024, cerca de 15% dos demitidos que optaram pela modalidade enfrentaram dificuldades financeiras por não terem acesso ao fundo completo.
Reverter para o saque-rescisão é possível pelo aplicativo do FGTS, mas a carência de 24 meses pode ser um obstáculo. Quem muda em março de 2025, por exemplo, só volta à sistemática tradicional em março de 2027, período em que o saldo permanece inacessível em demissões.
Medida de 2025 libera saldos retidos
Uma novidade anunciada em fevereiro de 2025 trouxe alívio para quem aderiu ao saque-aniversário e foi demitido entre 2020 e a data da medida. Esses trabalhadores agora podem sacar o saldo retido, com R$ 12 milhões destinados a pagamentos em duas parcelas: março para todos e junho para saldos acima de R$ 3 mil. A decisão beneficia cerca de 1,5 milhão de pessoas que perderam empregos na pandemia e não tinham acesso ao fundo, mitigando impactos financeiros acumulados.
Essa liberação reflete um ajuste nas políticas do FGTS para atender demandas emergenciais. Em 2024, o governo já havia ampliado o saque calamidade, e a medida de 2025 reforça o foco em apoiar trabalhadores em momentos críticos.

Situações especiais para acessar o FGTS
Mesmo com o saque-aniversário, algumas exceções permitem retirada do saldo total:
- Saque calamidade: desastres naturais, como enchentes, liberam o fundo
- Doenças graves: câncer ou HIV, por exemplo, justificam o saque
- Órteses e próteses: aquisição de equipamentos médicos essenciais
- Falecimento: herdeiros acessam o saldo do titular
- Ordem judicial: decisões legais podem liberar o valor
Em 2024, o saque calamidade movimentou R$ 5 bilhões, especialmente em regiões afetadas por chuvas no Sul e Sudeste, mostrando a relevância dessas exceções.
Passo a passo para aderir ou sair
Aderir ao saque-aniversário é simples: basta acessar o aplicativo do FGTS, selecionar a opção e confirmar. A primeira retirada ocorre no próximo aniversário, e o trabalhador já recebe anualmente. Para reverter, o caminho é semelhante: no app, clica-se em “alterar sistemática saque FGTS”, mas a carência de 24 meses entra em vigor. Em 2023, cerca de 10% dos adeptos desistiram da modalidade, muitos por medo de demissões inesperadas.
O processo digital facilitou o acesso, mas exige atenção às regras. Quem não adere permanece no saque-rescisão, com acesso total ao fundo em situações previstas, como demissão ou compra de imóvel.
Impacto econômico do saque-aniversário
O saque-aniversário injeta bilhões na economia anualmente. Em 2024, foram R$ 10 bilhões retirados, aquecendo o comércio e ajudando a reduzir dívidas. Para 2025, o valor deve crescer com a adesão de novos trabalhadores e o aumento dos saldos médios, estimulando setores como varejo e serviços. Pequenos negócios, especialmente, sentem o efeito, com até 30% do faturamento mensal vindo desses saques em meses de pico.
A medida de fevereiro reforça esse impacto, liberando recursos retidos e ampliando o poder de consumo de trabalhadores demitidos. É uma válvula de escape em um mercado de trabalho ainda em recuperação.
Cronologia das mudanças no FGTS
O saque-aniversário evoluiu desde sua criação:
- 2020: lançamento da modalidade com adesão opcional
- 2022: ampliação do saque calamidade para mais regiões
- 2025: liberação de saldos retidos para demitidos (fevereiro)
Dicas para aproveitar o saque-aniversário
Maximize o benefício com estas estratégias:
- Planeje o uso anual para evitar gastos impulsivos
- Avalie a estabilidade no emprego antes de aderir
- Considere antecipações de crédito se o saldo for alto
- Monitore o app do FGTS para ajustes ou reversão
Flexibilidade com responsabilidade
Optar pelo saque-aniversário é uma decisão que equilibra liberdade e risco. Para quem tem R$ 8 mil no fundo, sacar R$ 1.450 por ano (15% + R$ 1.150) pode ser um reforço mensal, mas exige cautela com o futuro. A medida de 2025 mostra que o governo ajusta as regras para atender emergências, mas o trabalhador deve pesar os prós e contras.
Com acesso facilitado pelo aplicativo e exceções bem definidas, o saque-aniversário se consolida como uma ferramenta de gestão financeira. Seja para aliviar o orçamento ou investir, ele oferece um caminho que depende de planejamento para ser plenamente vantajoso.
